21 de dez de 2009

Feliz Natal prá quem puder























Meu São Francisco de Assis
Protetor dos animais
Olhai por nós que rogamos
Vossa benção e muita paz.

Olhai os abandonados
Sofrendo agruras nas ruas
E os que puxam carroças
Açoitados nas ancas nuas.

Pelos pobres passarinhos
Que não podem mais voar
Presos em rudes gaiolas
Só porque sabem cantar.

E as cobaias de laboratório
Que sofrem dores atrozes
Em experiências terríveis
Que lhes impõem seus algozes.

Pelos que são abatidos
Em matadouros insanos
Para servir de alimento
Aos que se dizem humanos

Olhai os que são perseguidos
Sem piedade nas florestas
Só por causa da ambição
Dessas caçadas funestas.

Pelos animais de circo
Que não têm mais liberdade
Presos em jaulas minúsculas
À mercê de crueldade.

Olhai os bois de rodeio
E os sangrados nas touradas
Barbárie e crimes impostos
Por pessoas desalmadas.

Pelos que têm de lutar
Até a morte nas rinhas
Quando o homem faz apostas
Em transações tão mesquinhas.

Olhai para os que são mortos
Nos macabros rituais
Em altares religiosos
Que usam sangue de animais.

Meu bondoso protetor
Oro a vós por meus irmãos
Para que sua dor e tristeza
Não sejam sofrimentos vãos

escrito por: Ivana Maria França de Negri

8 de dez de 2009

Dia Internacional dos Direitos Animais é celebrado em São Paulo


















DIDA 2009 DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS ANIMAIS


Todos os anos, desde 1998, o dia 10 de dezembro é comemorado em todo o mundo como o Dia Internacional dos Direitos Animais (DIDA). Nesse ano, pelo 4º ano consecutivo, a data foi celebrada em São Paulo na forma de uma passeata, organizada pelo grupo VEDDAS -Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade em parceria com o grupo Holocausto Animal no domingo 6 de dezembro.


Em observação à movimentação em Copenhague, a temática da manifestação em São Paulo nesse ano foi a relação da pecuária com o aquecimento global. Segundo a ONU, o setor pecuarista é o principal responsável pelo efeito estufa no mundo, gerando 18% dos gases responsáveis pelo aquecimento global. O setor de transportes representa apenas 15% das emissões. A pecuária ameaça não apenas o meio ambiente, mas também é uma das principais causas de degradação do solo e dos recursos hídricos. 80% do deflorestamento na Amazônia têm como finalidade a atividade agropecuária.


Além da distribuição de folhetos relacionados ao tema aquecimento global, os ativistas também distribuíram panfletos referentes aos direitos animais.

A passeata teve início na Praça Oswaldo Cruz e terminou quase no fim da Paulista em frente a uma loja do McDonalds ao coro de "Ponha um hamburguer no seu prato - E a floresta vira pasto."

fotos da manifestação:
http://pets.webshots.com/album/575817843uEUIwi

7 de dez de 2009

Entrevista exclusiva com Paul McCartney

Em entrevista exclusiva para o PETA, você pode ouvir o que ex-Beatle Paul McCartney tem a dizer sobre como é fácil ser vegetariano, especialmente em Londres, que recentemente foi nomeada cidade amiga dos vegetarianos e aprender sobre a emoção que ele sente ao se alimentar livre de crueldade.

2 de dez de 2009

PASSEATA PELOS DIREITOS ANIMAIS EM SÃO PAULO

























DIDA 2009 DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS ANIMAIS

Todos os anos, desde 1998, o dia 10 de dezembro é comemorado em todo o mundo como o Dia Internacional dos Direitos Animais (DIDA). Nesse ano, pelo 4º ano consecutivo, a data será comemorada em São Paulo na forma de uma manifestação, organizada pelos grupos Holocausto Animal e VEDDAS – Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade no dia 06 de dezembro.

Em observação à movimentação em Copenhague, a temática da manifestação em São Paulo nesse ano será a relação da pecuária com o aquecimento global. Segundo a ONU, o setor pecuarista é o principal responsável pelo efeito estufa no mundo, gerando 18% dos gases responsáveis pelo aquecimento global. O setor de transportes representa apenas 15% das emissões. A pecuária ameaça não apenas o meio ambiente, mas também é uma das principais causas de degradação do solo e dos recursos hídricos. 80% do deflorestamento na Amazônia têm como finalidade a atividade agropecuária.


Data: 06 de dezembro de 2009

Horário: concentração e panfletagem: 10h30 // Início da passeata: meio-dia

Local: Avenida Paulista, na praça em frente ao Shopping Paulista (metrô Brigadeiro), São Paulo

Trajeto: até a altura do número 2.000 da Avenida Paulista (metrô Consolação)


Material fornecido pelos grupos

comparecer vestido de preto preferencialmente


http://www.holocaustoanimal.org/agenda.htm

29 de nov de 2009

Como foi a Sexta-Feira Mundial Sem Pele 2009


















O Grupo Holocausto Animal e a International Anti-Fur Coalition, realizaram pelo segundo ano consecutivo a “Sexta-Feira Mundial Sem Pele” (27/11).
Durante duas horas de manifestação, os ativistas protestaram pacificamente na Avenida Paulista. Foram distribuídos quase 10 mil panfletos relatando a crueldade a que os animais são submetidos pela indústria da moda.

Em nome do grupo, agradeço a todos que lá estiveram e protagonizaram mais um ato na defesa dos direitos animais.

Fábio Paiva
Coordenador geral


18 de nov de 2009

Por que Abolicionistas?






















"Os animais existem por suas próprias razões. Eles não foram feitos para humanos, assim como negros não foram feitos para brancos ou as mulheres para servir aos homens." (Alice Walker)

A denominação abolicionista, no presente contexto, corresponde à postura daqueles que se opõem à escravidão animal em todas as suas formas. Sabe-se, afinal, que a exploração dos animais é institucionalizada pelo Poder Público e movimenta, mundialmente, poderosas corporações industriais na garantia de interesses econômicos dos mais diversos. Definir o ser humano como espécie superior, que subjuga animais a seu bel-prazer, é prestar uma infeliz homenagem à doutrina antropocêntrica dominante.
Nosso sistema social compactua com a opressão das outras espécies, legitimando a escravização de seres sencientes em meio a um cenário entremeado pela ganância, pela insensibilidade ou pela indiferença humana em relação ao sofrimento alheio. Torna-se o animal-objeto, assim considerado, mera propriedade privada ou recurso destinado à obtenção de determinados fins, sejam eles lícitos ou não. É como se, em nome do poder, triunfassem a espingarda e o chicote sobre as leis morais.
A crueldade humana parece não ter fim. Jaulas, armadilhas, rédeas, gaiolas, esporas, chibatas, correntes, ferro em brasa, granjas, matadouros, arenas e biotérios, dentre outras tantas formas de subjugação animal, tornam-se símbolos da violência humana que se perpetua ao longo dos séculos. O imperialismo, o especismo, os regimes escravocratas, o classicismo, a exploração, etc., têm uma base comum: o antropocentrismo legitimado pela falácia da sociedade patriarcal.
Daí porque a autêntica postura abolicionista revela que um movimento em favor dos direitos animais deve se fundamentar em sólidos postulados éticos, nos princípios essenciais da Justiça e na crítica aos atuais valores humanos. Inserido nesse contexto, o veganismo surge como opção mais coerente para buscar e obter transformações.
O chamado bem-estarismo animal, a exemplo do apartheid, da libertação sexual e do welfare state, não é uma forma de apoiar a luta abolicionista, e sim de silenciar a causa libertadora. Há de se incluir os animais no âmbito de nossas considerações morais, afastando deles o estigma de propriedade ou da pretensa relevância ambiental que possam vir a ter. Os animais, em síntese, merecem ser respeitados enquanto tais, não em função de sua suposta utilidade aos seres humanos.
É preciso enfrentar a raiz do problema, construindo uma sociedade que se assente em fundamentos filosóficos não-opressivos, que, acima de tudo, respeite as outras espécies, independentemente de sua condição ou serventia. Somente assim poderemos acreditar em um mundo mais justo para todos, em que a escravidão – seja ela qual for - esteja completamente abolida.

"Desconfiai do mais trivial, na aparência, singelo. E examinai, sobretudo, o que parece habitual. Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar."
(Bertolt Brecht)

Giulia Bauab Levai

12 de nov de 2009

27 de novembro - Sexta Feira Mundial Sem Pele (segunda edição)

























27 de novembro - Sexta-feira Mundial Sem Pele (segunda edição)

No próximo dia 27 acontece a segunda edição da “Sexta-feira Mundial Sem Pele”. Em mais de 20 países, as principais organizações de defesa dos direitos animais realizarão protestos pacíficos pedindo o fim da indústria de pele animal. No Brasil, a manifestação acontece na Avenida Paulista em frente ao número 900, entre as ruas Joaquim Eugênio de Lima e Pamplona, a partir das 11h.

A data foi criada pela International Anti-Fur Coalition (Coalizão Internacional Anti-Pele) em parceria com o movimento Fur-Free Friday (Sexta-feira sem pele), que é muito popular nos Estados Unidos e acontece logo após o Dia de Ação de Graças (26). Estilistas que insistem no uso de pele animal em suas coleções são alvo de críticas dos manifestantes.

O Grupo Holocausto Animal convoca seus ativistas e estende o convite a todos que queiram participar deste ato.

o protesto do ano passado:
http://www.holocaustoanimal.org/acoes_28_11_08.htm

países participantes:
http://www.antifurcoalition.org/worldwide-fur-free-friday.html

Sexta-feira Mundial Sem Pele
Quando: dia 27/11, às 11h
Onde: Av. Paulista, 900 entre a Rua Joaquim Eugênio de Lima e a Rua Pamplona
Como chegar: Metrô Trianon
material de trabalho fornecido pelo grupo
comparecer vestido(a) de preto preferencialmente

Não é só na China. No Brasil também se come cães e gatos

7 de out de 2009

Defenda os animais domésticos dizendo NÃO ao projeto de lei!













Segundo a Lei de Crimes Ambientais, é crime praticar ato de violência contra qualquer animal. Porém, tramita no Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL 4.548/98) que visa acabar com essa proteção para os animais domésticos.
A intenção do Projeto de Lei é alterar o art. 32 da Lei de Crimes Ambientais, retirando a expressão “domésticos e domesticados” e, assim, descriminalizar atos de abuso e maus-tratos contra esses animais.
Essa alteração significaria um enorme retrocesso na história da proteção animal no Brasil, ao tornar ainda mais branda a legislação animal vigente, favorecendo a impunidade.
Os inúmeros casos de maus-tratos que se repetem diariamente no país deixariam de ser crime. O combate às condenáveis rinhas de cães e galos, por exemplo, seria dificultado ao extremo.
ASSINE JÁ:

NÃO ABANDONE UM AMIGO




A superpopulação de cães e gatos é, hoje, uma triste realidade. Milhares de animais são abandonados por seus responsáveis, passam fome, sede e frio, e ainda são vítimas de atropelamentos, espancamentos e mutilações. Ao serem recolhidos pela carrocinha, são mortos de forma cruel. Vagando pelas ruas, são vistos pela saúde pública como uma ameaça. Diante do dilema, as autoridades acabam exterminando esses animais – método mais prático e cômodo, adotado pela maioria das prefeituras de nosso país, como se não houvesse outro meio de lidar com o problema.
A esterilização (castração) é hoje reconhecida como o método mais eficaz no controle populacional de cães e gatos. Algumas pessoas ainda demonstram preconceito e rejeitam a castração. Felizmente, o número de castrações vem aumentando. Afinal, trata-se de um procedimento cirúrgico, muito simples, que melhora muito a qualidade de vida dos animais de estimação.
Exercer a posse responsável é dever de todo cidadão proprietário de cães e gatos: castrar, cuidar, vacinar anualmente e jamais abandonar.
O descaso das autoridades e o abandono são os principais motivos para o surgimento de abrigos que, na grande maioria, estão superlotados e com sérias dificuldades financeiras.
ABANDONAR ANIMAL É CRIME previsto em lei.
O abandono é caracterizado como maus-tratos:
Lei Federal 9605 de 12 de fevereiro de 1998
Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.
NÃO COMPRE ANIMAL. ADOTE!
Uma campanha

20 de set de 2009

21 DE SETEMBRO, DIA DA ÁRVORE















'Quando a última árvore...
...tiver caído,
quando o último rio tiver secado,
quando o último peixe for pescado,
vocês vão entender que dinheiro não se come.
"Martin Luther king"

A Natureza aclama sua ajuda.
Neste último século, o meio ambiente vêm sofrendo uma grande e acelerada transformação. E muitas destas alterações na natureza são praticamente irreversíveis a curto ou médio prazo. Se continuarmos com o mesmo ritmo de desenvolvimento, sem procurarmos estabelecer limites ao manejo e preservação dos recursos ambientais, a qualidade de vida no planeta diminuirá drasticamente.

Alguns dados alarmantes sobre o meio ambiente:
Entre dois e sete milhões de pessoas sofrerão anualmente com inundações, principalmente nas áreas costeiras onde a pressão demográfica aumenta e nos grandes deltas da África ocidental, da Ásia e do Mississippi. As populações pobres, incluindo as dos países desenvolvidos, serão as mais vulneráveis à mudança climática.

Antes do ano 2080, estimam os especialistas no documento de 1400 páginas, até 3,2 mil milhões de pessoas estarão expostos a uma severa escassez de água e 600 milhões à fome por causa das secas e da degradação e salinização do solo.
Os cientistas advertiram que o aquecimento afetará todas as formas de vida na Terra. "Entre 20 e 30 por cento das espécies vegetais e animais terão um risco crescente de extinção se o aumento da temperatura mundial se situar entre 1,5 e 2,5 graus centígrados por comparação a 1990", advertiu o IPCC.

A incidência de furacões nível 5 está aumentando consideravelmente. Em 2005, somente em torno do Oceano Atlântico, foram registrados 15 do tipo;
Nas últimas décadas, a média da temperatura mundial foi elevada em 0,7°C. No sul do Brasil, o aumento foi de 1,4°C ;
Em 2005, aconteceram 360 desastres naturais, um aumento de 18% em relação a 2004; Em 25 anos, 620 mil mortes foram registradas em virtudes de desastres naturais; Desmatamentos e queimadas lançam, anualmente, mais de 200 milhões de toneladas de carbono na atmosfera;

Entre 2002 e 2005, a Amazônia perdeu 70.000km² de seu território em virtude de desmatamentos e queimadas indiscriminadas;
Até o final do século, prevê-se um aumento de até 7°C na temperatura da região semi-árida do nordeste brasileiro;
Atualmente, cerca de 1,2 bilhões de pessoas se encontram no estado de alta pobreza devido às condições climáticas de suas regiões;
Nos próximos 50 anos, o nível do mar deve subir entre 30 e 80cm, devido ao derretimento das calotas polares;

O aumento de temperatura registrados nos últimos 50 anos foi de 3°C ;
O Brasil é quarto maior poluidor do planeta;
Nos últimos 12 anos, na Antártica já foram perdidos 14km² de gelo;
O prejuízo estimado com os desastres ambientais dos últimos 10 anos é de 570 bilhões de dólares;

Denuncie:
Denúncias relacionadas a agressões ambientais podem ser tratadas diretamente com o IBAMA, através da Linha Verde. A Linha Verde é um canal do Ministério do Meio Ambiente que, por meio da Ouvidoria do IBAMA, acolhe denúncias, sugestões e reclamações ligadas a temas ambientais.
Sua denúncia pode ser feita gratuitamente pelo telefone 0800-61-8080 ou pelo e-mail linhaverde.sede@ibama.gov.br

É necessário informar os dados mais precisos, para que a apuração da denúncia seja acelerada.

Seja voluntário da natureza.
Faça desse dia 21, um dia Especial para você, PLANTE UMA ARVORE.
Salvar a natureza,é salvar a própria vida.


Por Marcio Demari
PLANETA VOLUNTÁRIOS
Porque ajudar faz bem !
http://www.planetavoluntarios.com.br
A maior Rede Social de Voluntários e ONGs do Brasil !!!

8 de set de 2009

Em nome de Deus
























"Em nome de Deus, o clemente, o misericordioso." A frase, dita em árabe por um degolador muçulmano, dá início ao processo de abate na sala do frigorífico Minerva, em Barretos. Por mês, mais de 100 mil cabeças de gado são abatidas de forma "halal" nas unidades do frigorífico para compradores islâmicos, segundo a empresa. "Halal", em português, quer dizer "lícito", "permitido por Deus". Mas, entre os importadores islâmicos, que exigem certificado "halal" em todos os produtos importados, a palavra indica que procedimentos especiais foram seguidos pelas indústrias estrangeiras. Para a carne, um desses procedimentos especiais, que o jornal Folha de S. Paulo acompanhou, é a forma de abate.
veja matéria completa:

5 de set de 2009

21 motivos para tornar-se vegetariano























O vegetarianismo é a tendência que mais cresce no mundo desenvolvido. Eis 21 motivos porque você deve pensar em virar vegetariano também:
1- Evitar carne é um dos melhores e mais simples caminhos para cortar a ingestão de gorduras. A criação moderna de animais provoca artificialmente a engorda para obter mais lucros. Ingerir gordura animal aumenta suas chances de ter um ataque cardíaco ou desenvolver câncer.
2- A cada minuto todos os dias da semana, milhares de animais são assassinados em abatedouros. Muitos sangram vivos até morrer. Dor e sofrimento são comuns. Só nos EUA, 500.000 (meio milhão) de animais são mortos a cada hora!
3- Há milhões de casos de envenenamento por comida relatados a cada ano. A vasta maioria é causada pela ingestão de carne.
4- A carne não contém absolutamente nada de proteínas, vitaminas ou minerais que o corpo humano não possa obter perfeitamente de uma dieta vegetariana.
5- Os países africanos - onde milhões morrem de fome - exportam grãos para o primeiro mundo para engordar animais que vão parar na mesa de jantar das nações ricas.
6- "Carne" pode incluir rabo, cabeça, pés, reto e a coluna vertebral de um animal.
7- Uma salsicha pode conter pedaços de intestino. Como alguém pode estar certo que os intestinos estavam vazios quando utilizados? Você realmente quer comer o conteúdo do intestino de um porco?
8- Se comêssemos as plantas que cultivamos ao invés de alimentar animais para corte, o déficit mundial de alimentos desapareceria da noite para o dia. Lembre-se que 100 acres de terra produz carne suficiente para 20 pessoas, grãos suficientes para alimentar 240 pessoas!
9- Todos os dias dezenas de milhões de pintinhos de apenas 1 dia de vida são mortos apenas por que não podem botar ovos. Não há regras para determinar como ocorre a matança. Alguns são moídos vivos ou sufocados até a morte. Muitos são utilizados como fertilizantes ou como ração para alimentar outros animais.
10- Os animais que morrem para a sua mesa de jantar morrem sozinhos, em pânico e terror, em profunda depressão e em meio a grande dor. A matança é impiedosa e desumana.
11- É muito mais fácil ser e manter-se elegante quando se é vegetariano.
12- Metade das florestas tropicais do mundo foram destruídas para fazer pasto para criar gado para fazer hambúrguer. Cerca de 1000 espécies são extintas por ano devido à destruição das florestas tropicais.
13- Todos os anos 400 toneladas de grãos alimentam animais de corte - assim os ricos do mundo podem comer carne. Ao mesmo tempo, 500 milhões de pessoas nos países pobres morrem de fome. A cada 6 segundos alguém morre de fome por que pessoas no Ocidente estão comendo carne. Cerca de 60 milhões de pessoas morrem de fome por ano. Todas essas vidas poderiam ser salvas, porque estas pessoas poderiam estar comendo os grãos usados para alimentar animais de corte se os norte-americanos comessem 10% a menos de carne.
14- As reservas de água fresca do mundo estão sendo contaminadas pela criação de gado de corte. E os produtores de carne são os maiores poluidores das águas. Se a indústria de carne no EUA não fosse subsidiada em seu enorme consumo de água pelo governo, algumas gramas de hambúrguer custariam US$ 35.
15- Se você come carne, está consumindo hormônios que foram administrados aos animais. Ninguém sabe os efeitos que estes hormônios causam à saúde. Em alguns testes, um em cada 4 hambúrgueres contém hormônios de crescimento originalmente administrados ao gado.
16- As seguintes doenças são comuns em comedores de carne: anemias, apendicite, artrite, câncer de mama, câncer de cólon, câncer de próstata, prisão de ventre, diabetes, pedras na vesícula, gota, pressão alta, indigestão, obesidade, varizes. Vegetarianos há longo tempo visitam hospitais 22% menos que carnívoros e por pouco tempo. Vegetarianos têm 20% menos colesterol que carnívoros e isso reduz consideravelmente ataques cardíacos e câncer .
17- Alguns produtores usam calmantes para manter os animais calmos. Usam antibióticos para evitar ou combater infecções. Quando você come carne, está ingerindo estas drogas. Na América do Norte 55% de todos os antibióticos são dados a animais de corte, e a porcentagem de infecções por bactérias resistentes a penicilina avançou de 13% em 1960 para 91% em 1998.
18- Num período de vida um comedor de carne médio terá consumido 36 porcos, 36 ovelhas e 750 galinhas e perus. Você deseja tanta carnificina em sua consciência!?
19- Os animais sofrem dor e medo como nós. Passam as últimas horas de sua vida trancados em um caminhão, encerrados com centenas de outros animais, igualmente apavorados, e depois são empurrados para um corredor da morte ensopado de sangue. Quem come carne sustenta o modo como os animais são tratados.
20- Animais com um ano de vida são freqüentemente muito mais racionais - e capazes de pensamento lógico do que bebês humanos de 6 semanas. Porcos e ovelhas são muito mais inteligentes do que criancinhas. Comer esses animais é um ato bárbaro.
21- Vegetarianos são mais aptos fisicamente do que comedores de carne. Muitos dos mais bem-sucedidos atletas do mundo são vegetarianos.
Texto extraído do livro "Food For Thought" - Dr. Vernon Coleman.

3 de set de 2009

A verdade por trás da produção de ovos



ONG denuncia que a maior granja dos EUA moi pintinhos vivos

WASHINGTON, EUA, 3 Set 2009 (AFP) - Uma associação de direitos dos animais denunciou, através de um vídeo, as práticas crueis da Hy-Line, a maior granja de criação de aves dos Estados Unidos, que moi vivos os pintinhos improdutivos a um ritmo de 150.000 por dia.

Em seu site, a "Mercy for Animals" exibe um vídeo feito com uma câmera oculta que mostra centenas de pintinhos de um dia de vida jogados desordenadamente em uma imensa máquina de moer, de onde saem como carne picada.

Segundo a associação, todos os dias são moídos 150.000 pintos, o que equivale a 30 milhões por ano, pelo simples fato dessas aves não colocarem ovos e não crescerem o suficientemente rápido para ter sua carne vendida.

Em um comunicado, o grupo Hy-Line International, um dos líderes mundiais do setor, reconhece que o vídeo "parece mostrar práticas desapropriadas que contraria sua política de bem-estar dos animais".

"Abrimos imediatamente uma investigação, mas teria sido preferível que nos informassem sobre essas possíveis violações no momento em que ocorreram", indicou Tom Jorgensen, porta-voz desta campanha, que possui sete granjas nos Estados Unidos.

24 de abr de 2009

O Mito das experiências em animais


























por Bernhard Rambeck

Grande parte de nossa sociedade acredita na necessidade incondicional das experiências em animais. Essa crença baseia-se em mitos, não em fatos e esses mitos precisam ser divulgados para evitar a implosão de um sistema pseudo-científico.
Sem esses mitos, seria evidente que as experiências em animais não ajudam a humanidade, mas causam prejuízos imensos ao animal e ao homem.
Em nosso próprio interesse precisamos analisar os mitos em que se baseia o sistema de pesquisas com animais, pois não se trata apenas de aceitar um mal necessário. O sistema de experiências em animais pertence --- assim como a tecnologia genética ou o uso da energia atômica --- a um sistema de pesquisas e exploração que despreza a vida.
Com ele cavamos uma sepultura para a ecosfera e para nós mesmos. A morte das florestas, o buraco de ozônio, o efeito estufa, as alterações climáticas, os mares contaminados, a matança de focas, AIDS - tudo isso são sinais visíveis, mas afastamos o conhecimento das causas e somos incapazes de agir. Para sobreviver precisamos compreender como tudo está interligado e perceber que a utilização de milhões de animais sensíveis como objeto de exames e instrumentos descartáveis de medição nunca conduzirão à nossa cura, mas apenas à nossa autodestruição crescente. Vamos examinar a rede de mitos que cerca as experiências em animais.
1º Mito – O conhecimento médico está baseado em experiências com animais
Sempre nos fazem crer que a verdadeira arte médica só começou há cerca de 100 anos, com a quimioterapia. Isso é falso: em todas as épocas houve médicos excelentes que realmente conseguiam ajudar; em todas as épocas houve academias famosas realmente ensinando a arte da cura.
As bases do conhecimento médico clássico não eram pesquisas em animais, embora estas já existissem, em pequenas proporções, há milênios. Essencial era a observação de homens e animais doentes e sadios. Também a maior parte do nosso conhecimento médico moderno não se baseia em experiências com animais ou, então, foi apenas confirmado posteriormente por essas experiências. Muitas substâncias eficazes à base vegetal e também medicamentos como o ácido acetilsalisílico (contra febre) ou fenobarbital (para epilepsia) foram descobertos sem experiências em animais.
A maioria das técnicas cirúrgicas habituais não foram desenvolvidas em animais.
2º Mito: Foram as experiências em animais que possibilitaram o combate às doenças e, desta forma, permitiram aumentar a vida média.
Esse mito padrão daqueles que apóiam as experiências com animais é falso! O aumento da expectativa de vida deve-se, principalmente, ao declínio das doenças infecciosas e à conseqüente diminuição da mortalidade infantil. As causas desse declínio foram melhores condições de saneamento, uma tomada de consciência em questões de higiene e uma melhor alimentação - não foi a introdução constante de novos medicamentos e vacinas. Da mesma maneira, os elevados coeficientes de mortalidade infantil no Terceiro Mundo podem ser atribuídos a problemas sociais, à pobreza, à desnutrição, etc... - não à falta de medicamentos ou vacinas.
3º Mito: A pesquisa médica só é possível com experiências em animais
Há algumas décadas, o conceito de métodos alternativos não existia. Ainda recentemente nos explicavam que o teste DL-50% (para determinar a dose letal) e outras atrocidades eram indispensáveis. Os cientistas declaravam unânimes que só o animal ileso poderia demonstrar o efeito dos medicamentos. Atualmente as declarações são mais cuidadosas. A indústria está explicando, constantemente, quantos animais já substituíram, quanto já diminuiu o consumo de animais e como é perfeitamente possível renunciar ao DL-50%. Em muitas áreas estão utilizando métodos alternativos, processos in-vitro com culturas celulares, microrganismo, etc, cujos resultados superam de longe as provas fornecidas pelas experiências em animais.
Esse desenvolvimento mostra como - através da pressão da opinião pública - é possível conseguir que não se façam experiências com animais.
Percebemos também, que muito daquilo que era considerado parte incontestável da medicina moderna, pode ser, tranqüilamente, substituído em poucos anos.
4º Mito: Experiências em animais são necessárias porque as doenças mais importantes ainda não têm cura.
Apesar das excessivas experiências em animais, as doenças mais importantes não foram modificadas, não se tornaram mais curáveis. Esse fato mostra exatamente o pouco que as experiências em animais podem contribuir para a erradicação das doenças humanas. A conseqüência lógica não pode ser a ampliação da pesquisa em animais e sim, esforços redobrados visando o controle, a profilaxia e a pesquisa das causas das doenças. Não há mais dúvidas de que nós mesmos causamos a maioria das doenças, através de alimentação errada, dependência de substâncias tóxicas, stress, etc.
Estudos amplos com vegetarianos comprovaram há tempo que uma alimentação mais saudável reduz o risco de câncer, diminui a probabilidade de doenças cardiovasculares e aumenta a expectativa de vida.
5º Mito: Experiências em animais são necessárias para afastar a ameaça de novas doenças.
Uma típica nova doença ameaçadora é a AIDS.
A pesquisa da AIDS é um ótimo exemplo de pesquisa moderna que pode acumular consideráveis conhecimentos em pouco tempo, e sem usar experiências em animais. Os progressos na pesquisa da AIDS não se baseiam em experiências em animais, mas na epidemiologia, na observação clínica dos doentes e nos estudos in-vitro com culturas celulares.
6º Mito: Os riscos de novos medicamentos e vacinas só podem ser determinados por meio de experiências em animais.
Medicamentos importantes foram descobertos antes da era das experiências em animais, que ainda hoje estão em uso. Fica cada vez mais claro que a transferência de resultados toxicológicos do animal para o homem não tem sentido. Existem cada vez mais métodos expressivos que dispensam as experiências em animais. Testes toxicológicos como o DL-50% ou o estudo de irritação dos olhos do coelho (Teste Draize) são - também segundo diversos cientistas - rituais de extrema crueldade que nada têm a ver com ciência. Ainda mais difíceis de serem transferidos para o homem são os resultados de pesquisas nas quais fazem penetrar em diversos animais, por ingestão ou injeção, grande quantidade de substâncias experimentais durante um tempo prolongado. Não convém esquecer que o risco final é sempre do homem; mas, na medida em que experiências em animais aparentam segurança, o homem é levado ao uso descuidado de novas substâncias. Isso aumenta o risco ainda mais.
7º Mito: Experiências em animais não prejudicam a humanidade.
Experiências em animais atribuem segurança aparente a medicamentos e a novas substâncias, embora de forma alguma seja possível avaliar essa segurança. A tragédia com a Taliodomida é conhecida. Aproximadamente um terço de todos os doentes com problemas renais que fazem diálise (ou esperam pela doação de um rim) destruíram sua função renal tomando analgésicos considerados seguros após experiências em animais. Todos os medicamentos retirados do mercado por exigência dos órgãos de saúde foram testados em experiências com animais. Um outro exemplo: o perigoso “buraco de ozônio” sobre a Antártida é causado pelos CFC (clorofluorcarbonetos), que foram considerados seguros após experiências químicas e, também, com animais. A noção errônea de segurança levou à produção e à disseminação desenfreada dessas substâncias, que agora ameaçam a biosfera do nosso planeta.
Experiências em animais, na realidade, tornam as atuais doenças da civilização ainda mais estáveis. A esperança por um medicamento descoberto por meio das pesquisas com animais destrói a motivação para tomar uma iniciativa própria e para mudar significativamente o estilo de vida. Enquanto nos agarramos à esperança de um novo remédio contra o câncer, as doenças cardio-vasculares, etc, nós mesmos - e todo o sistema de saúde - não estamos suficientemente motivados para abolir as causas dessas enfermidades, ou seja o fumo, as bebidas alcoólicas, a alimentação errada, o stress, etc.
Experiências em animais destroem a consciência em relação às espécies, à interdependência e aos ciclos na natureza. Quem é capaz de julgar as conseqüências que os animais manipulados pela biotecnologia trarão para a natureza ? Quem é capaz de avaliar a conseqüência de uma fuga de ratos patenteados com câncer, ratos com AIDS, etc?
Durante milhões de anos de evolução, a natureza deu prioridade à saúde e à capacidade de adaptação dos animais. Nós, homens, produzimos animais com doenças congênitas, aperfeiçoados para fins científicos e comerciais.
Ao sistema de pesquisa científica baseado em experiências com animais cabe grande parte da responsabilidade pela crise profunda em que se encontra, sob todos os pontos de vista, a medicina moderna. A medicina atual é cara demais; em muitas áreas é francamente perigosa e - para as doenças realmente importantes da época - é ineficaz. Esses três aspectos estão intimamente relacionados e têm como ponto de partida a visão do homem (uma espécie de biomáquina) desenvolvida a partir de experiências em animais.
Um dos piores danos causados pelas experiências em animais consiste no embrutecimento da cultura médica. Sem levar em conta que a experiência com o homem, o princípio das experiências com animais está afastando a medicina cada vez mais da arte de cura e empurrando-a para uma medicina que conserta e coloca peças. Não precisamos retratar as doenças como algo positivo, mas enquanto encaramos a doença apenas como defeito a ser tecnicamente consertado, perdemos a possibilidade de questionar o sofrimento humano.
Perdemos toda possibilidade de aceitar a doença como algo que tem um sentido, algo pelo qual precisamos passar.
8º Mito: O animal não sofre durante a experiência.
O sofrimento do animal usado nos experimentos já começou bem antes da experiência, quando é confinado, criado e transportado em condições totalmente estranhas à espécie. Não existem experiências toxicológicas inofensivas para o animal! Gostaria de saber como experiências toxicológicas - durante as quais os animais são envenenados de forma mais ou menos rápida - podem decorrer sem tortura e dor. Não existe experiência nas áreas de toxicologia, cirurgia, radioterapia, etc, sem sofrimento terrível para o animal atingido! Ainda hoje a experiência representa para o animal um sofrimento terrível, que normalmente só termina com a morte.
9º Mito: Somente os especialistas sabem avaliar a necessidade, a validade e a importância das experiências em animais.
O mito de que leigos, por falta de conhecimento especializado, não podem opinar sobre experiências em animais proporcionou, durante dezenas de anos, um campo livre para os vivisseccionistas. Eles têm enorme interesse em trabalhar sem serem observados e incomodados por um público crítico. As experiências em animais, assim como a criação de animais confinados, ou a criação de animais para comércio de peles são praticadas com um número infinito de torturas porque os políticos, os legisladores, os teólogos, os filósofos e, principalmente, o homem comum não têm noção do que acontece ou, então, têm uma idéia totalmente errada do sofrimento e da miséria desses animais.
Nos últimos anos, porém, os muros do silêncio vêm sendo progressivamente derrubados pela imprensa, pelo rádio e pela televisão. Além disso, os últimos anos trouxeram mudanças importantes: os leigos são apoiados por especialistas e por associações médicas e leigas, nacionais e internacionais, que rejeitam as experiências em animais.
Deixar que os próprios pesquisadores julguem a necessidade e a importância das experiências em animais é semelhante a um parecer sobre alimentação vegetariana feito por uma associação de açougueiros ou a um relatório sobre o significado da energia nuclear elaborado pelos fornecedores de usinas nucleares. Não serão justamente aqueles que estão engajados no sistema de experiências em animais que irão questionar a vivissecção!
De forma alguma é necessário ser um especialista para derrubar este nono mito: apesar de milhões de animais torturados e mortos, a vivissecção não conseguiu obter um resultado frente às epidemias do nosso tempo.
10º Mito: Não é possível abolir as experiências com animais.
Esse mito, sempre apresentado pelos defensores da vivissecção, é um dos pilares que sustentam o sistema das experiências em animais. A afirmação de que as experiências em animais possam, quando muito ser reduzidas a um “mínimo indispensável”, mas jamais completamente abolidas, nos paralisa. Leva a discussões intermináveis, despidas de sentido, sobre a extensão e o tipo de experiências que podem ser substituídas ou descartadas. Esse é um dos motivos pelos quais o movimento dos opositores está tão dividido. Na questão da abolição das experiências, deveríamos verificar como outros erros históricos foram vencidos.
Hoje está claro que a caça às bruxas, a exploração sem clemência dos escravos, a separação desumana de raças constituem crimes que não podem ser eliminados pela redução do número de vítimas, ou por etapas. Só podem ser eliminados por mudanças fundamentais, associadas à uma tomada de consciência. Assim, também a vivissecção precisa ser eliminada em sua totalidade, como um caminho prejudicial inaceitável.
As chances de alcançarmos esse objetivo (a abolição das experiências em animais) são hoje maiores do que nunca. O movimento contra vivissecção é visto cada vez mais como parte do movimento ecológico, que se preocupa com os danos gigantescos que o homem comete em sua prepotência. Adversários das experiências em animais estão se aliando a grupos que enfrentam a engenharia genética, criação de animais confinados, a criação de animais para comerciar pele, a morte das florestas ou os perigos da energia nuclear. Todos eles procuram impedir a exploração desenfreada da natureza e concebem o nosso ecossistema como algo muito delicado, uma rede interligada de múltiplas formas.
É muito importante que a motivação para combater as experiências em animais se transforme cada vez mais. Enquanto, antigamente, o animal e o horrendo tratamento estavam no centro da discussão, hoje aumenta a consciência de que o próprio homem é o maior prejudicado com a exploração egoísta do animal. O confinamento dos animais de corte significa, em primeiro lugar, uma terrível tortura para eles, mas logo levou a um aumento considerável das doenças provocadas pela alimentação. As possibilidades da engenharia genética mostram, em primeiro lugar, um inacreditável sangue-frio em relação aos animais manipulados, mas em seguida tornou-se uma ameaça complexa ao equilíbrio ecológico e, através disso, à própria existência do homem.Assim, hoje entendemos cada vez melhor que a experiência em animais, além de representar um enorme sofrimento para a vítima, contribui - devido a todas as conseqüências -para a autodestruição do homem.
Se o homem não consegue adquirir um novo nível de consciência da interdependência e das interligações dentro da natureza para desistir voluntariamente de surpresas desagradáveis como a vivissecção, a engenharia genética, a energia atômica...a natureza vai se encarregar de eliminar o homem definitiva e irreversivelmente junto com suas experiências em animais ! Ainda existe escolha. Ainda existe a possibilidade de pôr um fim à exploração desenfreada do planeta com todos seus seres , de abolir a vivissecção em seu próprio interesse!
Conclusão:
A experiência em animais não representa apenas um método cruel, e por isso mesmo antiético, mas é também destituído de validade científica. No interesse do homem e do animal, precisa ser abolida o mais rápido possível e substituída por métodos racionais e humanos!
Fonte:
Resumo de trabalho apresentado em Simpósio realizado em Genebra pela Liga Internacional de Médicos pela Abolição das Experiências em Animais, por Bernhard Rambeck, diretor do Departamento Bioquímico da Sociedade de pesquisa em Epilepsia, Bielefeld, Alemanha. É autor de inúmeros trabalhos científicos no campo da bioquímica e da farmacologia clínica. Em sua opinião, a maneira mecanicista de pensar das atuais biociências impede qualquer real desenvolvimento da Medicina e da Biologia. Desde 1985, Rambeck dedica-se sobretudo ao estudo das experiências em animais que estão prejudicando o homem e trazendo sofrimento infinito aos animais.

7 de mar de 2009

A CRIAÇÃO INTENSIVA DE AVES PARA PRODUÇÃO DE OVOS


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Somente nos Estados Unidos, estima-se que 95% dos ovos produzidos são de galinhas poedeiras confinadas em gaiolas nas chamadas granjas de criação intensiva.

Em dezembro de 2008, 300 milhões de aves estavam confinadas em gaiolas. Quase uma para cada cidadão americano.

Cada gaiola comporta em média até 6 aves podendo esse número chegar a 10!

Como qualquer animal, as aves necessitam executar comportamentos naturais tais como explorar o terreno, coçar, tomar sol, alongamento, etc. Nas gaiolas, todos os comportamentos naturais são negados, causando grande frustração às aves.

As galinhas sofrem graves problemas de saúde, tais como doenças respiratórias, devido à exposição permanente aos vapores de amônia produzidos pelas fezes. Também são vítimas de osteoporose, fraturas ósseas, feridas e lesões pelo corpo, provocados pelo contato com o arame das gaiolas.

Para evitar que se auto mutilem, seus bicos são cortados com lâminas quentes pelo processo chamado debicagem.

As galinhas são confinadas cerca de 1 ano e meio até que sua capacidade de pôr ovos se esgote. Quando isso acontece, seu destino é a morte.

Ovos não fazem parte de uma dieta necessária e nutritiva. Para cada ovo consumido, você contribue para a manutenção desse comércio de horror.

Pense nisso.

5 de mar de 2009

HBO EXIBE NA TV AMERICANA O DOCUMENTÁRIO "DEATH ON A FACTORY FARM"


MORTE EM UMA FAZENDA-FÁBRICA
O canal de televisão HBO vai mostrar no dia 16 de março, às 22h, o documentário Death on a Factory Farm (literalmente, Morte em uma Fazenda Fábrica), produzido pela Working Dog Productions.
O filme foi rodado ao longo de três anos por um investigador chamado Pete, que infiltrou uma fazenda de suínos em Iowa que havia sido levada à justiça sob acusações de crueldade contra animais. Com sua câmera escondida ele documentou cenas perturbadoras, entre as quais de porquinhos sendo jogados dentro de caixas a vários metros de distância, um filhote doente sendo jogado contra a parede como forma de eutanásia e porcas doentes sendo enforcadas de uma empilhadeira até morrerem sufocadas.
Com base na evidência reunida por Pete, os advogados de acusação entraram com um processo contra os donos da fazenda e um empregado. O documentário mostra cenas no tribunal onde defesa e acusação se atacam tensamente acerca da legalidade e moralidade das ações raramente vistas pelo público. O juiz do caso as julgou como ofensivas e de mau gosto, mas o fazendeiro Ken Wiles e outros membros da unida comunidade de fazendeiros de Ohio se defendem dizendo que se trata da realidade cotidiana da produção de animais para consumo.


fonte: ANDA - Agência de Notícias de Direitos Animais

13 de fev de 2009

13 de fevereiro - Protesto contra a indústria de peles da China


Assim como nos anos anteriores, no dia 13 de fevereiro, a China foi alvo de mais um protesto mundial coordenado pela International Anti-Fur Coalition.

A ação ocorreu simultaneamente em mais de 15 países. Em São Paulo , ativistas do Grupo Holocausto Animal e simpatizantes da causa, estiveram reunidos em frente ao consulado da China pelo quarto ano consecutivo.

Mesmo debaixo de chuva, cerca de 50 manifestantes permaneceram por mais de duas horas em frente ao consulado da China, no bairro dos Jardins, em São Paulo portando faixas e cartazes e distribuindo panfletos com fotos e textos sobre as atrocidades cometidas pela indústria chinesa de peles.

Ao longo da manifestação, os ativistas promoveram um apitaço e entoaram palavras de ordem contra a crueldade cometida com os animais daquele país. A manifestação despertou a atenção de alguns veículos de imprensa.

O protesto deste ano contou com a participação de duas ativistas que vieram de Santa Catarina e também de uma ativista da Alemanha.

Não posso deixar de citar a garra das duas ativistas que permaneceram nas gaiolas com pouca roupa, sentindo os efeitos da baixa temperatura e da chuva.

Em nome do grupo, agradeço a todos os voluntários e participantes que protagonizaram mais este ato em prol da defesa dos direitos animais.

Fábio Paiva
coordenador geral

fotos do protesto
http://pets.webshots.com/slideshow/570078976QtgdAB

3 de fev de 2009

4o. Protesto Mundial Antipeles da China


Responsável por 51% da produção mundial de peles, a China é o maior produtor e exportador de peles de animais que continuam vítimas das mais extremistas formas de crueldade. Dezenas de vídeos investigativos comprovam os métodos chocantes de criação, transporte, confinamento e matança dos animais. Entre as espécies utilizadas estão não somente as tradicionais fornecedoras de pele, como a raposa e o guaxinim (racoon), mas também cães e gatos que têm suas peles arrancadas e comercializadas de maneira fraudulenta – como pele de outros animais. Anualmente, mais de dois milhões de cães e gatos são mortos na China para retirada de suas peles. Levando em consideração as outras espécies, mais de 40 milhões de animais são mortos todos os anos para o uso de suas peles.
Apesar dos protestos mundiais, a China não demonstrou até agora nenhuma intenção de acabar com essa barbárie. Enquanto isso não acontecer, nós estaremos convocando pessoas de todas as nações, para que boicotem o turismo e os produtos chineses.
O Grupo Holocausto Animal, representante da International Anti-Fur Coalition no Brasil, convoca seus membros e estende o convite a todos que queiram participar deste ato.
Data: 13 de fevereiro
Local: Rua Estados Unidos, 1071 Jardim América
(em frente ao consulado chinês)
Horário: pontualmente às 10h
Material: o grupo fornecerá o material a ser utilizado (faixas, banners e folhetos)
Traje: Pedimos o comparecimento preferencialmente com roupas pretas.
*O grupo disponibilizará camisetas para a venda.