21 de jun de 2008

VIDEO CLIP SKINNED ALIVE (INTERNATIONAL ANTI-FUR COALITION)





Skinned alive

It’s not a bad dream
It happens in real life
They tear off our skin
while we are still alive
why do they take
our souls away
for coats to wear
on winter days ?

We are scared and afraid
Facing our death alone
standing in a line
waiting for our turn
look into our eyes
we feel pain just like you
but we cannot talk
that’s why we need you

Let’s get together
Let’s give them a voice
Get up, stand up
Let’s make that choice
The animal rights revolution starts
We will fight for the beating hearts
We have to answer their cry to survive
And let the animals stay beautiful alive !

Born into deprivation
Short life in a tiny cell
Misery and isolation
Angels forgotten in hell
Our bodies laid aside,
Our bones are thrown
Now, our death is ready to be worn

No protection and no explanation
To this deadly pain, humiliation
We have only you, please understand
Save us from fashion’s cruel deadly hand

Let’s get together
Let’s give them a voice
Get up, stand up
Let’s make that choice
The animal rights revolution starts
We will fight for the beating hearts
We have to answer their cry to survive
And let the animals stay beautiful alive !



Lyrics: Shiri Shemer & Jane Halevy
Composition: Elad Elharar & haim Kairi
Music production & Arrangements: Solly Gershkovich & Ilan Pustopetski
Singer: Noa Lembersky
Guitars: Lidor Levy
Piano & Keyboards: Solly Gershkovich & ilan Pustopetski

Bass: Uri Kleinman

Drums: Tomer Zidkiyhu

Mix: Erez Caspy
Mastering: Shmulik Daniel
Recording technician: Tomer Matana

Produced by Uzi George "GP"

video clip produced by ADOM film

2 de jun de 2008

ILHAS FAROE - UMA VERGONHA PARA A HUMANIDADE
























http://br.youtube.com/watch?v=Oou3N5ylvdI

27/05/2008
EXCLUSIVO: Na desenvolvida Dinamarca, acontece anualmente espetáculo de barbárie contra baleias
Mônica Pinto / AmbienteBrasil
Muitos ficaram legitimamente aborrecidos com a presunção de estrangeiros de que poderiam tomar conta da Amazônia melhor do que nós, os brasileiros. Vários países do chamado “primeiro mundo”, que já acabaram há tempos com suas florestas, agora posam de defensores do planeta e arrogam-se o direito de interferir em territórios que não são deles, mensagem expressa, por exemplo, pelo New York Times na reportagem “De quem é a Amazônia, afinal?” (clique aqui para ler notícia sobre o assunto).
Em que se pese o Brasil continuar se mostrando incapaz de controlar o desmatamento na região, o que muitos defendem é que não se deve confundir ajuda com ingerência.
O curioso é que, em alguns desses países que se colocam como avançados em todos os sentidos, perpetram-se crimes contra a natureza que, no caso deles, não podem sequer ser justificados pelos clamores da sobrevivência.
Agora mesmo, vem circulando pela internet um e-mail que mostra fotos de um banho de sangue, este derramado de baleias, nas Ilhas Feroe. Para quem nunca ouviu falar delas – e isso não seria incomum -, salva-nos a Wikipédia: “As ilhas Feroe ou “ilhas das Ovelhas” são um território autônomo da Dinamarca, parte da Europa, localizado no Atlântico Norte entre a Escócia e a Islândia. O arquipélago é formado por 18 ilhas maiores e outras menores desabitadas que acolhem, ao todo, 47 mil pessoas em uma área de 1.499 km². Na ilha maior - Streymoy - está localizada a capital, Tórshavn.”
Nesse local, como se vê, ligado à próspera e desenvolvida Dinamarca, é realizado um evento todos os anos que inclui encurralar centenas de baleias à beira d´água, para depois ter o prazer de exterminá-las a golpes de facas. Crianças costumam ser dispensadas das escolas nesse dia, para acompanhar o “divertimento”, que funciona como uma espécie de ritual de passagem dos rapazes à idade adulta (veja fotos no final da matéria).
Já circula uma petição na internet pedindo providências para acabar com tal barbárie. “Essa caça esportiva é uma prática que foi abandonada em todo o mundo há muitas décadas, e agora é considerada ilegal em muitos outros países europeus”, diz o texto da petição.
“Os habitantes das Ilhas Feroe não têm necessidade da carne de baleia para a subsistência, e muito da carne é deixada para apodrecer e é jogada fora. Ela não pode ser exportada, pois está poluída com metais pesados e outras toxinas e, assim, não atende os padrões de saúde da União Européia para alimento para consumo por humanos”, prossegue. (Para conferir o texto completo, em Inglês, clique aqui)
Em julho de 2000, a organização Sea Shepherd, que dedica-se à proteger as formas de vida marinhas, velejou até as Ilhas Feroe para intervir na matança anual de baleias pilotos. Conseguiu que o massacre fosse levado às primeiras páginas da mídia européia e, melhor que isso, passou a fazer pressão econômica sobre as companhias que ainda compravam alimentos do mar com origem nas Feroe, o que representa 90% da economia local, com predominância das compras feitas pelo gigante holandês Unilever.
“Acima de 20 mil pontos de venda a varejo europeus cancelaram os seus contratos de pesca a pedido da Sea Shepherd”, informa o portal da entidade.
A luta está, porém, longe de um final feliz. “Na Noruega isso acontece também; é um problema cultural”, disse a AmbienteBrasil Cristiano Pacheco, coordenador jurídico da Sea Shepherd no Brasil. “É um espetáculo de horrores, eles abrem o pescoço dos animais de fora a fora e os deixam agonizando na beira da praia, onde as pessoas ficam aplaudindo”, completa o advogado, para quem é “inacreditável” que aconteça algo assim no mundo em pleno Século XXI.
FONTE: