15 de nov de 2006

ATIVISMO NÃO É TERRORISMO






















ATIVISMO NÃO É TERRORISMO
OS ESTADOS UNIDOS NÃO SABEM A DIFERENÇA
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2 comentários:

Tony RJ disse...

Não querendo inventar uma "teoria da conspiração": sabe-se que a verba para as forças armadas receberia cortes. Então, "Terroristas" matam muitos americanos em solo americano. As forças armadas trocaram cortes na verba por verba extra. Ganharam poder para calar qualquer um que fale contra eles. Ou calar qualquer um que possa se organizar, qualquer um que proteste contra qualquer coisa. O próximo passo é transformar a Imprensa em "terrorista".
Eu falei de anti-Cristo... Melhor não!

Justiça divina disse...

O governo chines é corrupto até o último fio de cabelo, portanto não merecem credibilidade. Os chineses falsificam tudo, até a historia!

Voces sabiam que o Massacre de Nanquim ("O Estupro de Nanquim: O Holocausto de Nanquim"), foi tudo inventado?

20 dias antes da queda de Nanquim, a população da cidade estava em 200.000, de acordo com europeus e americanos que estavam lá naquele tempo. Oito dias depois da queda ainda restavam 200.000. Ninguém indicou uma vasta diminuição da população devido a suposta matança ocorrido. Confrontado estes fatos, como pode qualquer um reivindicar que 300.000 chineses foram assassinados em Nanking?

As fundações em que o mito do massacre é baseado foi editado por Harold Timperley, Mas Timperley era, de fato, um conselheiro do Ministério da informação do governo nacionalista da China.

São percebidos também como prova do “Massacre de Nanquim”os artigos da notícia de Chicago Daily News e New York Times. Constam os relatórios de “assassinatos freqüentes” supostamente praticados pelos japoneses durante os três dias de ocupação que seguem a queda de Nanking. Entretanto, Reverendo Bates eram a fonte dos relatórios.

O Reverendo Bates, era um famoso missionário Cristão que ensinava na universidade de Nanking, eram também um conselheiro do Ministério da informação da China.

Apos a guerra, Mao Zedong, criticou a estratégia militar japonesa em seu famosa leitura, indica que as tropas japonesas cometeram um erro estratégico em não eliminar os soldados de Nanquim. Não era Mao, demasiado, incoerente em argumento ao massacre?

Foram feitos os primeiros estudos detalhados das 143 fotografias oferecidas como evidência “do Massacre de Nanquim.” Após verificar aproximadamente 30.000 fotografias (antes e depois da captação japonesa de Nanquim), foi descoberto que cada uma das fotografias do massacre publicadas em 1937-8 são Falsificações. Todas as fotografias são montagens, encenados, ou substituídos por falsas. Nenhuma delas é prova de um massacre em Nanquim.

Agora os chineses querem fazer papel de coitadinhos diante do mundo.

Os chineses querem incriminar os japoneses, e os ianques querem com isso esquivar-se das responsabilidades da bomba atômica lançado sobre as cidades de Hiroshima e Nagasaki.

Pra quem estiver interessado, visite o site: http://www.ne.jp/asahi/unko/tamezou/nankin/fiction/index.html, o site desmascara as mentiras do Massacre de Nanquim.