30 de nov de 2006

10 DEZEMBRO DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS ANIMAIS

















10 DEZEMBRO - DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS ANIMAIS
Os grupos de defesa dos direitos animais "Pelo Fim do Holocausto Animal" e VEDDAS (Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade) organizarão passeata em observação ao Dia Internacional dos Direitos Animais.(International Animal Rights Day – http://www.uncaged.co.uk/iard.htm). Desde 1998 a data é observada em diversos países. A manifestação será realizada pela primeira vez no Brasil. Além de São Paulo, o dia será lembrado em outras 16 cidades do país (Rio de Janeiro, Goiânia, São Carlos, Belo Horizonte, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Campo Grande, Florianópolis, Natal, Fortaleza, Salvador, Curitiba, Araraquara, Joinville, Brasília e Piracicaba).
Local: Av. Paulista X Min. Rocha Azevedo
Horário: a partir 10h.
VENHA LUTAR POR AQUELES QUE NÃO PODEM SE DEFENDER

27 de nov de 2006

10 DEZEMBRO DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS ANIMAIS



















Os grupos de defesa dos direitos animais "PELO FIM DO HOLOCAUSTO ANIMAL e VEDDAS (Vegetarianismo, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade) convidam para a passeata do Dia 10 Dezembro DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS ANIMAIS.
Local: Av. Paulista X Min. Rocha Azevedo a partir das 10h
JUNTE-SE A NÓS
PELOS ANIMAIS

25 de nov de 2006

25 de novembro DIA MUNDIAL SEM CARNE (Meatless Day)
















Cinema vegetariano
Com “Fast food nation”, de Richad Linklater, e o novo e quase mudo documentário “Our daily bread”, de Nikolaus Geyrhralterm, os espectadores mais refinados talvez nunca mais queiram comer. Stuart Klawans, o excelente crítico do “Nation”, comparou “Our daily bread” com “2001: Uma odisséia no espaço”, de Stanley Kubrick, enquanto eu me lembrei de “Matrix”. Uma difernça geracional, eu suponho. Qualquer que seja sua escolha de similares na ficção científica, o filme de Geyrhalter é um estudo assustador, sem entrevistas e em widescreen sobre a produção industrial de alimentos.
Sim, muito do filme é perturbador: nós vemos vacas, porcos e galinhas trucidados, girassóis banhados pro agrotóxicos, salmões de criação sugados por uma enorme mangueira, tomates e pimentas colhidos por veículos robotizados. Seja qual for sua conclusão sobre essa história, a parte realmente inquietante é a presença de humanos - quase sem expressão em suas roupas de astronauta e botas de borracha - movendo-se nessa perfeita, anti-séptica paisagem de morte. Nesta semana, estrearam nos Estados Unidos dois filmes que atacam frontalmente os métodos da indústria alimentícia – analisados pelo crítico Andrew O’Hehir na revista eletrônica Salon. A maior produção é “Fast food nation” (”A nação do fast food”), de Richard Linklater (”Antes do amanhecer”), adaptação livro do best seller homônimo de Eric Schlosser sobre os podres (muitas vezes literais) das grandes cadeias de lanchonetes americanas. Em um certo sentido, é um complemento ficcional a “Super size me - A dieta do palhaço”, o documentário de Morgan Spurlock sobre os malefícios da comida do McDonalds.
Na trama, o relações-públicas de uma dessas empresas (Greg Kinnear) tenta contornar os danos de imagem causados por uma pesquisa que aponta uma grande quantidade de coliformes fecais de seus hambúrgueres. Mas a metralhadora giratória do filme atinge também assuntos como a exploração de imigrantes nas lanchonetes, a epidemia de obesidade infantil e a promíscua relação de Hollywood com as redes de fast food (tema de uma boa reportagem do “Los Angeles Times”).
Mas o filme mais interessante parece ser mesmo “Our daily bread” (O pão nosso de cada dia), do austríaco Nikolaus Geyrhralterm. O documentário reúne cenas da produção industrial de alimentos na Europa, que impressionam tanto pelo uso intensivo da tecnologia quanto pela indiferença dos trabalhadores em relação ao sofrimento dos animais.
“Our daily bread” confia exclusivamente no poder de suas imagens. Não há entrevistas, nem trilha sonora. O filme foi definido como o “2001″ da produção de alimentos, por suas imagens futuristas e assépticas, mas lembra muito também “Koyaanisqatsi” (1982), de Godfrey Reggio, pela coleção de cenas de grande força visual, que prescindem das palavras. Para entender o conceito, vale a pena ver os quatro trechos do filme reunidos aqui.
http://www.ourdailybread.at/jart/projects/utb/website.jart?rel=en&content-id=1130864824948
“Fast food nation” e “Our daily bread” são importantes por conscientizar o público sobre a forma como são criados, mortos e vendidos os animais que comemos. Nem todos seus espectadores se converterão ao vegetarianismo, mas muitos pensarão duas vezes antes de comer o próximo bife. Os dois fazem parte de uma série de filmes que elegeram a qualidade dos alimentos e a crueldade com os animais como seu tema central. No mês passado, por exemplo, foi realizado na Nova Zelândia o primeiro Festival do Filme Vegetariano.
No Brasil, o principal representante desse movimento é o filme “A carne é fraca”, produzido pelo Instituto Nina Rosa, que dá bons motivos ambientais, de saúde e de respeito aos animais para se tornar um vegetariano. O filme pode ser comprado no site do instituto, alugado em locadoras ou visto na íntegra, dividido em seis partes, no YouTube. Apesar da simplicidade da produção, o filme foi responsável pela conversão ao vegetarianismo de diversas pessoas, principalmente por causa das cenas de matança de animais.
por RICARDO CALIL

20 de nov de 2006

BANDEJA DE CARNE HUMANA

















Protesto realizado em 19/11 contra o consumo de carnes promovido pelo grupo VEDDAS
(Vegetarianismo, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade)
na frente do Mc Donalds da Av. Paulista em São Paulo.

http://www.guiavegano.com.br/galeria/displayimage.php?pos=-4446

16 de nov de 2006

NO FUR



LIBERTAÇÃO ANIMAL























O que os animais esperam de nós?

Temos que refletir o quanto nós podemos fazer pelos animais de todas as espécies que são vítimas do especismo humano. O Holocausto Animal é real. Acontece todos os dias nos quatro cantos do planeta. A crueldade a que são submetidos esses seres tão lindamente perfeitos há muito extrapolou a fronteira do imaginável. Temos presenciado fatos que vão além de nossa imaginação.

Enquanto nos comportarmos como meros espectadores, a sucessão de atrocidades vai continuar. Seja para sua alimentação, seja para sua diversão, seja para o seu conhecimento científico, seja por pura futilidade ou maldade, o especismo humano não tem limites. Não basta ser um ativista virtual, diante de um computador. Não basta esperar por leis ou mudanças que dificilmente acontecerão. Nossos políticos estão preocupados em enriquecer cada vez mais às custas do sacrifício do povo que os elegeu. A própria história de nosso país nos ensina que somente com o povo nas ruas as mudanças acontecem.

A união de todos se faz necessária e urgente. Independentemente de ong, religião ou politica, temos que trilhar um único caminho: o fortalecimento de nossos ideais. O caminho da "Libertação Animal" espera por nós.

Embora, às vezes, as coisas pareçam difíceis, as ações se tornam necessárias. Os animais esperam que nós não nos acovardemos e tenhamos a coragem de agir. Eles não suportam mais esperar! Mesmo que sejamos tachados de ecoterroristas, de românticos, de malucos. Ainda que sejamos caçados, não podemos desistir de nossa luta e de nossos ideais se quisermos contemplar algum futuro para o planeta, para os animais e para a própria raça humana. É preciso colocar um freio na maldade humana. O homem precisa rever os seus conceitos. Indo além, o homem precisa criar novos valores e conceitos.
Na sua busca desenfreada por dinheiro, o homem só vai parar quando o último rio for poluído, quando a última floresta for desmatada, quando a última espécie animal for extinta. Só então ele vai descobrir que foi preciso matar a todos e destruir a natureza para saber que condenou a si próprio.
Os governantes de cada país, tem que entender que nossa luta é pela paz. Paz para todos os seres deste planeta. Ativismo não é terrorismo.
"Viva a Libertação Animal"
Fábio Paiva

14 de nov de 2006

A PARTIR DE AGORA, DEFENSORES DOS DIREITOS DOS ANIMAIS SÃO CONSIDERADOS TERRORISTAS NOS ESTADOS UNIDOS


















Seis congressistas norte-americanos acabaram de mudar a face dos protestos em defesa dos direitos animais nos EUA (o que certamente nos afetará quando for chegada a hora de debater o tema por aqui).

A votação foi chamada de última hora e ainda assim houve enorme manifestaçao conforme manda a cartilha, com telefonemas e etc. Mas a vontade corporativa que explora e tortura os animais não-humanos prevaleceu.

Para quem não sabe do que se trata a AETA, leia http://www.greenisthenewred.com/blog/aeta-analysis-109th .
Basicamente, se essa lei existisse quando Martin Luther King estava vivo, ele teria sido preso e condenado como um terrorista.

George Guimarães
nutriveg@terra.com.br

AETA PASSED BY HOUSE
For an eye witness account of what happened today, please read Will Potter's blog:http://www.greenisthenewred.com/blog/2006/11/13/aeta-passes-house-recap/
Following are Alex Hershaft's comments about his day on the hill:
Today, a dozen of us from Equal Justice Alliance, FARM, League of Humane Voters, and Compassion Over Killing spent five hours visiting Congressional offices and urging them to vote against AETA, which had been scheduled over the weekend for a sudden vote at 6:30 pm. We were carrying suporting statements from the National Lawyers Guild, the New York City Bar Association, and the Natural Resources Defense Council. At each office, we were told that the mail and calls were running overwhelmingly in our favor.

Around 3pm, one of the legislative aides said that the bill was just being debated on the House floor. He gave me a pass, and I rushed to the Capitol across the street. I was astonished to see only about six House members present. House Judiciary Chairman Sensenbrenner spoke in favor of AETA, quoting Jerry Vlasak's and other's past extreme statements. Dennis Kucinich joined in abhorring violence, but noted that the bill infringed on civil liberties of people conducting civil disobedience or undercover investigations. Sensenbrenner invoked lack of opposition from the ACLU. Then the chair called for a voice vote, and Kucinich cast the only no vote. It was all over in 15 minutes.

After the vote, I rode the elevator with Sensenbrenner and chief AETA sponsor Petri. I told them I was there to lobby against their bill. Sensenbrenner replied "don't blame me; I was just managing the bill for this guy," pointing to Petri, who smiled sheepishly. The whole thing was absolutely surreal.

We played the game by their rules, we generated an overwhelming outpouring of opposition to the bill on short notice, and they kicked us in the face through underhanded maneuvers. Then they wonder why people lose faith in the system and take the law into their own hands. Today, Congress brought shame on itself by turning animal activists into "terrorists."WAR will post a position statement on the passage of this heinous piece of legislation soon.Thanks to all of you who made phone calls. Sorry we wasted your time. It won't happen again, trust me.....Camille
"Words mean nothing.....action is everything"
For more info contact Win Animal Rights at:
centcom@war-online.org
Call: 646.267.9934 or visit the WAR website at:
http://war-online.org/

8 de nov de 2006

CERIMÔNIA DIA DE FINADOS EM HOMENAGEM AOS ANIMAIS MORTOS



Os grupos Anti-Especismo "AnimaNaturalis Brasil" e "GAE"
de Porto Alegre/RS, encenaram uma cerimônia no Dia de Finados.

Os freqüentadores de uma das mais tradicionais churrascarias de Porto Alegre almoçaram com uma desagradável sensação neste dia de finados: a de saberem que seus estômagos estavam sendo considerados cemitérios.

4 de nov de 2006

RELEMBRANDO UM HERÓI













BARRY HORNE, ativista da ALF (Animal Liberation Front), morreu na prisão em 5 de novembro de 2001, após sucessivas greves de fome. Barry foi condenado a 18 anos de prisão, após cometer vários atentados contra companhias envolvidas com a vivissecção.
http://www.barryhorne.org/

3 de nov de 2006

UMA VERDADE INCONVENIENTE - An Inconvenient Truth

Dirigido por Davis Guggenheim, mais conhecido pelo ficcional seriado de
TV 24 Horas, o documentário traz dados científicos e alarmantes, sugerindo o fim da civilização.
Al Gore mostra de forma didática, mas envolvente como o aquecimento global, confirmado com as excepcionais subidas de temperatura, já está afetando todo o planeta.
Isso inclui o degelo das calotas polares, as secas prolongadas e a elevação do nível do mar. A tragédia do furacão Katrina que devastou Nova Orleans em agosto do ano passado, seria apenas uma amostra do que está por vir.
Exibido no Festival de Cannes em 2006, fora de competição.

2 de nov de 2006

SER VEGANO É RESPEITAR AS DIFERENÇAS

O DIA EM QUE O HOMEM ENCONTROU SEU PREDADOR




O Planeta Fantástico, título em inglês de "Sauvage Planète" uma película 1973 de ficção animada dirigida por René Laloux. A película era uma produção internacional entre França e Tchecoslováquia e foi distribuída nos Estados Unidos por Roger Corman. Ganhou o prêmio Jury Especial no Festival da película de Cannes em 1973. A história é baseada em uma novela do escritor francês Stefan Wul. A película descreve um futuro em que os seres humanos, denominados “Oms”, foram trazidos pelo Draags gigantes ao seu planeta, onde são mantidos como animais de estimação (com colares). Os Draags são seres dez vezes maiores do que os humanos, com pele azul, e olhos enormes. Alguns humanos são criados e domesticados como animais de estimação, outros vivem selvagens nos parques, e são eliminados periodicamente.
QUALQUER SEMELHANÇA COM O TRATAMENTO QUE O HOMEM IMPÕE AOS ANIMAIS NÃO É MERA COINCIDÊNCIA.