29 de set de 2006

McDonalds é processado por vender frango cancerígeno




Um grupo de médicos americanos anunciou na noite de quinta-feira que entrou com uma ação contra as redes de fast food McDonalds e Burger King depois da descoberta de substâncias cancerígenas no frango grelhado vendido em suas lanchonetes na Califórnia.A Comissão de Militantes por uma Medicina Responsável (PCRM) entrou com uma ação no tribunal de Los Angeles contra sete redes de fast food para obrigá-las a informar os consumidores sobre os riscos de câncer contidos no frango grelhado."Cada uma das sete amostras de frango grelhado, recolhidas em lanchonetes diferentes, recebeu positivo para um composto cancerígeno perigoso chamado PhIP", indicou a Comissão num comunicado.O PhIP é uma amina heterocíclica que pode ser desprendida quando as carnes são grelhadas. "O frango grelhado pode provocar câncer, e os consumidores precisam saber que este produto considerado saudável é, na verdade, tão ruim quanto o frango grelhado saturado de gordura", assegurou o presidente da PCRM, Neal Barnard.Os médicos apresentaram a ação com base na lei californiana que obriga os restaurantes a advertirem os consumidores. Eles também atacaram as redes Chick-fil-A, Chil`s, Applebee`s, Outback Steakhouse e TGI Friday`s.O grupo McDonalds foi alvo neste ano de uma série de ações que alegavam que as batatas fritas continham glúten ou produtos lácteos. Pessoas alérgicas a esses produtos teriam tido problemas após consumir batata frita do MacDonald.Em janeiro de 2005, a Justiça autorizou os consumidores a processarem o grupo por este ter provocado sua obesidade.

26 de set de 2006

COEXISTIR: EXISTIR SIMULTANEAMENTE (O HOMEM AINDA NÃO APRENDEU)


















IMPRIMA ESTE FOLHETO
DISTRIBUA EM TODOS OS LUGARES QUE COMERCIALIZAM PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL
ESTAMPE NA CAMISETA
AJUDE A DIVULGAR
O HOMEM PRECISA APRENDER A COEXISTIR COM AS OUTRAS ESPÉCIES

22 de set de 2006

FIM DOS MATADOUROS DE CAVALOS NOS ESTADOS UNIDOS















Por Rafael Corrêa*
e-mail: rcorrea@oeco.com.br
Por 263 votos contra 146, a House of Representatives do Congresso dos Estados Unidos decidiu banir de vez do país os matadouros de cavalos. A decisão atendeu aos anseios de celebridades e de entidades como a National Thoroughbred Racing Association, que reúne apaixonados por puros-sangues de corrida, que protestavam mostrando fotos de cavalos ensangüentados e machucados a caminho dos matadouros. Do outro lado da disputa, a Administração Bush e os veterinários, que acreditam ser este o melhor fim para cavalos velhos ou doentes, que tenham se tornado um fardo para seus donos e que se não fossem sacrificados acabariam sendo abandonados para morrer de fome.
Aqueles que apóiam a decisão alegam que a prática é uma das mais desumanas e brutais dos Estados Unidos nos dias de hoje. Essa é a opinião do representative republicano John Sweeney. Ele afirma que para os americanos a morte de cavalos é muito mais brutal dos que a morte do gado ou de galinhas, já que os americanos consideram os cavalos seus companheiros “e até atletas, como os puros-sangues” e não como comida.
Seu colega de casa, o democrata John Spratt concorda: “Eles [os cavalos] são tão próximos dos seres humanos quanto um animal pode ser”. Da mesma opinião é o republicano Christopher Shays, que diz que “a forma como uma sociedade trata os seus animais, particularmente os cavalos, traduz os mais profundos valores e morais dos seus cidadãos”, criticando, provavelmente sem saber, os valores morais de boa parte da Europa e da Ásia.
Isso me lembra um episódio ocorrido quando eu tinha cerca de 7 anos, em uma viagem que fiz à Europa com os meus pais. Nós havíamos feito uma caminhada e passaríamos a noite em um refúgio de montanha no norte da Itália, não me lembro exatamente aonde. Naquela noite, o sujeito que cuidava do refúgio serviu para o nosso grupo, como aperitivo, um salame. Na mesa, um dos que nos acompanhava, dizendo-se entendedor dos salames italianos, apressou-se, tal qual um sommelier, a identificar a origem daquele salame com base em seu cheiro e seu sabor. Todos devidamente “impressionados”, o entendedor quis confirmar seu palpite com o curador do refúgio. Recebeu como resposta “Não, não. Isso aí é o meu cavalo, que morreu na semana passada”.
Só em 2005, de acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA, cerca de 88 mil eqüinos foram mortos em abatedouros e exportados para a Europa, Ásia e usados para alimentar animais nos zoológicos norte-americanos. E os que querem que esse quadro continue têm bons argumentos para isso.
Em primeiro lugar, é preciso que se diga que, embora o matadouro não seja um final desejável a ninguém, a lei dos EUA que regula o sacrifício de animais determina que todos devem ser dopados antes do abate, para que não sintam nenhuma espécie de dor. E isso, ao que tudo indica, é bastante controlado. Proibindo-se o abate dos animais nos EUA, as empresas que hoje realizam o serviço provavelmente se mudarão para o México ou para o Canadá onde terão, digamos, mais “liberdade de métodos”. Não é à toa, portanto, que o maior grupo de veterinários do país apóia o sacrifício como uma forma menos cruel de matar os animais doentes ou já imprestáveis para qualquer forma de trabalho.
Biologicamente falando, cavalos e vacas em muito se assemelham, especialmente quando se fala em sensibilidade à dor física e psicológica. Mas, mais habituado a montar do que a ordenhar, o povo se esquece de que o leite das vacas teve tanta ou mais importância na história da humanidade quanto a força dos cavalos. Mesmo assim, grande parte das culturas que consideram o abate de cavalos como algo reprovável ainda castra touros à base de macetes e aplaude de pé os heróis das touradas, muito mais cruéis do que o sacrifício — pelo menos em tese, indolor — agora em vias de extinção.
O banimento, como se vê, foi um ato muito humano. Especialmente no sentido que se apoiou em argumentos que nada têm a ver com o bem-estar dos cavalos em si, mas apenas com a cultura norte-americana, que não agüenta mais ver seus companheiros de caçada aos índios indo para o abatedouro. E, honestamente, duvido que o Senado, que ainda deverá se manifestar sobre a medida, terá uma opinião diferente.

21 de set de 2006

VIDA NÃO SE COMPRA E NEM SE VENDE


















O Mercado Central de BH tem chamado a atenção pela forma como são tratados os animais comercializados no local. O sofrimento e a angustia dos animais fazem parte da realidade do estabelecimento, que é muito conhecido pela população de Belo Horizonte. Gaiolas cheias, peixes em copos descartáveis, animais doentes, machucados e até mortos dividindo espaço, confinamento, pouca higiene...
O outdoor tenta chamar a atenção para essa realidade do local, afim de combater a situação e por fim a ala animal do Mercado Central, ao sofrimento que ela tem mantido e o desrepeito a vida animal no estabelecimento. A VIDA NÃO SE VENDE!
Voluntario do Coletivo Gato Negro - Núcleo Libertação Animal

Fotos da ala de animais do Mercado Central http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/06/355323.shtml

Protesto realizado contra a ala animal do Mercado Central http://www.midiaindependente.org/es/red/2006/06/355723.shtml

e-mail: gatonegro@riseup.net

acesse também:
http://projetoanimaisderua.ubbihp.com.br/

20 de set de 2006

SUPER SIZE ME - A DIETA DO PALHAÇO DIA 24/09 ÀS 22,30 NA BAND

















Sinopse O diretor Morgan Spurlock decide ser a cobaia de uma experiência: se alimentar apenas em restaurantes da rede McDonald's, realizando neles três refeições ao dia durante um mês. Durante a realização da experiência o diretor fala sobre a cultura do fast food nos Estados Unidos, além de mostrar em si mesmo os efeitos físicos e mentais que os alimentos deste tipo de restaurante provocam.
Curiosidades - O diretor Morgan Spurlock teve a idéia de rodar Super Size Me quando, pouco antes do jantar de Ação de Graças, viu na TV uma matéria jornalística sobre duas garotas adolescentes que estavam processando o McDonald's por torná-las obesas. - A 1ª exibição de Super Size Me ocorreu em janeiro de 2004, no Sundance Film Festival. Menos de 2 meses depois, a cadeia de lanchonetes McDonald's anunciou que nenhum dos produtos por ela oferecidos teria mais o nome "Super Size". A empresa declarou que a mudança não ocorreu devido a repercussão do filme. - Na Austrália o filme teve a melhor abertura de todos os tempos no país para um documentário, arrecadando cerca de US$ 800 mill em suas duas primeiras semanas de exibição. - O orçamento de Super Size Me foi de US$ 300 mil. fonte: http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/

MC DIA INFELIZ - VOMITE MUITO TUDO ISSO!




















Fonte: Jornal Folha de São Paulo - 25 de agosto de 2006
BARBARA GANCIA
Não seria mais coerente apoiar um movimento para esclarecer a juventude sobre os riscos da obesidade?
ALÔ, RONALD MCDONALD, o palhacinho preferido das crianças obesas! Quer dizer que amanhã tem McDia Feliz na rede de lanchonetes McDonald's?Para quem não sabe, o McDia Feliz é aquele sábado do ano em que toda a renda obtida com a venda do sanduíche Big Mac é doada ao Graac (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer). A campanha, de âmbito nacional, é divulgada nas escolas e conta com o trabalho dedicado de dezenas de milhares de voluntários, entre os quais constam instituições financeiras, como o Banco Real, que neste ano adquiriu 7.000 vales-Big Mac para distribuir entre seus funcionários, e grandes empresas, como a Philco, que desenvolveu uma campanha com os seus vendedores para dar vales-Big Mac de acordo com a performance de cada um. Não é comovente ver o país inteiro se juntar em mutirão por uma boa causa? Bem, como não me incomodo em fazer o papel de estraga prazeres, respondo ao meu próprio questionamento com um sonoro NÃO. Antes que você diga que sou do contra ou que estou pouco me lixando para as crianças e os adolescentes com câncer, gostaria de lembrá-lo, meu nobre leitor, de que a comida do McDonald's faz mal à saúde. Comprovadamente. O documentário indicado ao Oscar, "Super Size Me - A Dieta do Palhaço", de Morgan Spurlock, está aí que não deixa mentir. Depois que o filme foi lançado nos EUA, o McDonald's se viu obrigado a tirar as gigantescas porções "super size" do cardápio. Os funcionários do banco Real e da Philco podem fazer com seus estômagos o que bem entenderem, mas, se tenho escolhas melhores, por que eu deveria comer algo que é nocivo à saúde para ajudar crianças e adolescentes com câncer? Aliás, porque será que o McDonald's escolheu justamente as crianças, indefesas, como o objeto de sua campanha? Não seria mais coerente apoiar um movimento para esclarecer a juventude sobre os graves riscos da obesidade? Parece mesmo que algumas pessoas só usam a cabeça para apoiar o chapéu. Não está na cara que a qualidade da alimentação influi, e muito, na saúde e na longevidade? Pois o McDonald's fazer campanha para ajudar crianças com câncer não é mais ou menos a mesma coisa que uma Philip Morris ou uma Souza Cruz da vida promoverem campanhas para levantar fundos em prol das vítimas de câncer no esôfago e no pulmão? Não é o equivalente aos fabricantes de bebidas alcoólicas financiarem campanhas para ajudar as vítimas de acidentes de trânsito? Apoiar qualquer ação do McDonald's significa incentivar o consumo diário de carne, hábito que está devastando o planeta, a começar pela Amazônia. É de admirar que empresas de porte não vejam nada de errado em ligar o seu nome ao de uma campanha canhestra como a do McDia Feliz. Se desejam doar dinheiro para ajudar a quem precisa, por que não o fazem diretamente, depositando o tutu na conta corrente do Gracc, da Santa Casa ou de outra entidade de escolha? Será que ninguém no banco Real ou na Philco se deu conta de que parte do dinheiro doado ao McDia Feliz vai parar, na forma de impostos, nos cofres do governo?
barbara@uol.com.br

15 de set de 2006

PELO FIM DO ESPECISMO

















IMPRIMA ESTA IMAGEM
COLOQUE-A EM TODOS OS LUGARES QUE COMERCIALIZAM PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL (AÇOUGUES, SUPERMERCADOS, ETC)
DIVULGUE ESTA IDÉIA

13 de set de 2006

FUR OUT !!!










Fashion designers join International Anti-Fur Coalition to declare: "FUR OUT" !
Wednesday, September 13, 2006

The International Anti-Fur Coalition encourages fashion designers to take a stand against animal cruelty with a series of simultaneous press conferences. Top designers from various countries will be sending a message of compassion and humanity. The world of fashion is less and less interested in the horrendous slaughter that have been and still are perpetrated in its name. Our point is that the Fashion World should be the one to declare a "War on fur".A song is launched on this occasion to expose the pain, suffering and killings in the name of the fashion fur industry. It will give voices to the millions of helpless innocent animals living in torture, only to end up being skinned alive for fashion !
To listen to the song, please click below:
http://www.antifurcoalition.org/

"Skinned alive"

11 de set de 2006

CONDENAÇÃO DO CASO SHAC 7

Support the SHAC 7

Support the SHAC 7

Support the SHAC 7

Support the SHAC 7

Support the SHAC 7

Support the SHAC 7
Support the SHAC 7

Apesar de lamentável, houve alguma vitória com relação ao tempo da sentença, que foi inferior ao esperado. O Kevin Kjoonas, por exemplo, que é quem esperava ser condenado por mais tempo (até 10 anos) foi sentenciado a cumprir 6 anos numa prisão federal. Para os que foram julgados ontem, a sentença se inicia em 30 dias.

Apesar da tentativa de intimidar os ativistas pelo medo, no final o movimento apenas ganha mais força. Devido à nossa falta de atividade na área, ainda temos no Brasil a vantagem da questão não ser tratada com tanta atenção pelas autoridades. Mas é importante desde já observar como o poder das indústrias que lucram com o sofrimento dos animais é capaz de influenciar as leis e consequentemente as vidas daqueles que arriscam a sua própria liberdade para salvar as vidas de criaturas inocentes.

Mesmo estando distantes, podemos apoiar os ativistas condenados por via financeira ou escrevendo para eles na prisão. Clique no banner do SHAC7 que traz o caso completo.

9 de set de 2006

Manifestación en Tordesillas, capital de la tortura animal






















Salvemos al toro de la VegaManifestación en Tordesillas, capital de la tortura animal
A pesar de la protestas en todo el estado español y también en el extranjero, año tras año, el segundo martes de septiembre y en honor a la Virgen de la Peña, en la localidad de
Tordesillas (Valladolid), alancean un toro hasta la muerte. El individuo que le da el lanzazo mortal es obsequiado con una insignia de oro y una lanza de hierro forjado, por gentileza del Ayuntamiento de Tordesillas.Lejos de ser prohibido, este monumento al maltrato animal fué legitimado por la Junta de Castilla y León en el año 1.999. Existiendo una escuela de lanceros en el mismo Tordesillas, a la que también asisten niños. Son muchas las asociaciones que luchan, denuncian y tienen campañas permanentes contra esta barbaridad, y sin querer desmerecer estas acciones y tampoco queriendo buscar protagonismo (pues tristemente el protagonista será el toro alanceado), este año, de nuevo, varios autocares con personas de toda España viajarán de nuevo con destino a Tordesillas para manifestarse pacíficamente como lo hicieron el año pasado (2005) y como lo harán los próximos años si dicha tortura continúa.Los compañeros de Valladolid llevan años luchando contra esta práctica, y este año volverán a recibir activistas de diferentes partes de España como apoyo a su gran labor.Para unirte a la manifestación de rechazo a dicho ritual sólo tienes que rellenar el formulario de inscripción y contactaremos contigo para ver qué autocares pueden llevarte desde tu localidad.ÚLTIMAS NOTICIAS:
ACTYMA movilizará dos avionetas con los siguientes eslóganes:"ROMPESUEÑOS CONDENADO A TORTURA MORTAL" para el día de la manifestación y "TORDESILLAS VERGÜENZA HUMANA" para el día en que se lleva a cabo la tortura.
http://www.verguenza.es/

OLHE BEM NOS OLHOS DA SUA COMIDA























Deveríamos ser capazes de recusar-nos a viver se o preço da vida é a tortura de seres sensíveis.(Mahatma Gandhi)

Sinto que o progresso espiritual requer, em uma determinada etapa, que paremos de matar nossos companheiros, os animais, para a satisfação de nossos desejos corpóreos.(Mahatma Gandhi)

Que horror é meter entranhas em entranhas, engordar um corpo com outro corpo, viver da morte de seres vivos.(Pythagoras)

Enquanto o homem continuar a ser o destruidor dos seres animados dos planos inferiores, não conhecerá a saúde nem a paz. Enquanto os homens massacrarem os animais, eles se matarão uns aos outros. Aquele que semeia a morte e o sofrimento não pode colher a alegria e o amor.(Pythagoras)

Tempo virá em que os seres humanos se contentarão com uma alimentação vegetariana e julgarão a matança de um animal inocente como hoje se julga o assassínio de um homem.(Leonardo da Vinci)

SOS PROJETO MUCKY

















VÍTIMAS DO TRÁFICO DE ANIMAIS, OS SAGUÍS SÃO ACOLHIDOS E TRATADOS PELO PROJETO MUCKY, QUE PASSA POR SÉRIAS DIFICULDADES FINANCEIRAS.
VAMOS AJUDAR ESTA ONG A DAR CONTINUIDADE AO MARAVILHOSO TRABALHO QUE VEM REALIZANDO.
ACESSE:
http://www.projetomucky.com.br/


Para que possa continuar viabilizando este trabalho, convidamos empresas e pessoas físicas que tenham interesse neste Projeto, para participar através da campanha: "SEJA PADRINHO DE UM SAGÜI".
É fácil: nós continuamos com o Mico, que tem um custo individual mensal de R$ 65,00 para o Projeto, e você participa depositando mensalmente qualquer quantia acima de R$ 10,00 para:

ASSOCIAÇÃO MUCKY DE PROTEÇÃO AOS PRIMATAS
Banco BRADESCO
Agencia 0627- 0 Conta Corrente - 57633-6 ou
Banco ITAU

Agencia 0796 – Conta Corrente: 60400-7

5 de set de 2006

GO ALF!!!

















EM TODAS AS PARTES DO MUNDO, CRESCE O MOVIMENTO DE LIBERTAÇÃO DOS ANIMAIS.

Russia: 30 thousands minks released from fur farm
On the night before September 3, animal rights defenders overthrew the fence of fur farm "Pioneer" ("Severnaya Pushnina" holding, Luzhsky district, Leningradskaja oblast), opened the cells and released 30 thousands minks. The animals spread in the neighbourhood as far as 5 km away from the farm. Judging by the quantity of cells opened, no less than 10 people participated in the action. Public relations department of "Severnaya Pushnina" declared that they have grounds to suppose that the activists of Animal Liberation Front (ALF) are responsible. The damage to the farm is estimated to 10 million roubles (~375.000 USD). Perhaps, the farm will not be able to rise up again after such a loss. The action is a serious strike for the whole Russian fur industry. Most of the released minks were of rare colour types. The selection has been performed for three years and it cannot be restored. The general director of "Severnaya Pushnina" I.V. Parkalov says: "We hope this incident will not only be properly investigated, but also will pull more attention of administrative structures of Saint-Petersburg and the>> region towards the activity of such extremist nature-defending organizations".
Russian Animal Liberation Front Supporters Group

CONGRATULATIONS!!!
YAY!! I'LL DRINK TO THAT!

VIVISSECÇÃO: UM DIA DE AULA PRÁTICA






















Para mim todos os dias são iguais, vivo em uma cela aqui do biotério, aonde nos servem ração e água, fico esperando por um afago ou que alguém venha brincar comigo. Quando um dos auxiliares entra para encher meu pote de ração abano o rabo e tento receber um carinho em troca, mas esses homens me olham com indiferença e logo saem da minha cela.
Hoje porém o dia começou diferente, um dos auxiliares entrou e disse que eu e meu colega da cela ao lado iríamos dar um passeio, me sinto um pouco mais alegre, o dia está bonito e entramos em um carro para fazermos o tal passeio.
O passeio não dura muito, e logo o carro estaciona e o auxiliar nos pega pela coleira, entramos em uma sala toda branca e limpinha, cheia de humanos jovens que escutam atentamente ao que um outro mais velho diz.
De repente pegam o meu companheiro e o colocam em uma mesa, nos olhamos e parece que pela primeira vez iremos receber um carinho, pois muitos daqueles humanos jovens começam a passar as mãos em meu amigo.
Eu estou amarrado em uma mesa ao lado assistindo ao que está acontecendo e aguardando a minha vez de receber carinho. Mas.........percebo que dão uma injeção em meu amigo que parece não gostar nada daquilo, enquanto isso um outro humano se aproxima com algo que parece ser uma faca e começa a fazer um corte na garganta de meu amigo. O humano mais velho diz a eles que hoje terão uma aula sobre o funcionamento da traquéia animal e dá o primeiro corte.
Não consigo acreditar no que estou vendo, a garganta de meu amigo sendo aberta enquanto vários humanos estão em cima dele e mal consigo enxergar o que está acontecendo. Alguns minutos depois ouço o humano mais velho dizer que aquela parte da aula estava terminada e que podiam dispensar o cadáver. Meu amigo é então colocado em um saco de lixo e levado para fora.
A essa altura já estou com muito medo e tento fugir sem conseguir me soltar das amarras que me prendem à mesa.
Nesse momento o homem mais velho que chamam de professor diz que o próximo estudo será sobre o funcionamento dos pulmões, olha para mim e pede que um dos mais jovens venha me buscar, tento fugir mais uma vez sem conseguir..., sei que algo vai acontecer comigo e percebo que não vai ser bom, mas... mesmo assim o meu instinto me impede de morder esse jovem vestido com seu avental branco. Olho para ele como que suplicando que não me faça mal. É nesse momento que recebo uma injeção igual à que meu amigo havia tomado e vou me sentindo mole, a vista ficando escura até que não vejo mais nada.
Autor: Erico Mabellini
Para ler um pouco mais sobre o assunto clique no link abaixo:
http://www.tribunaanimal.com/vivisseccao.htm