11 de abr de 2006



Vivissecção
Mentiras e mais mentiras




Fonte: http://www.taps.org.br/ A Research Defence Society (Sociedade Defensora de Pesquisas) em Londres, Inglaterra,é uma organização que visa promover as experiências em animais.A RDS tenta convencer o público de que as "pesquisas" em animais são úteis para a saúde dos seres humanos e que o progresso da medicina depende de tais experiências.A verdade é bem diferente. Veja os mitos dos vivisseccionistas e os fatos científicos e históricosPrimeiro mito Do ponto de vista científico, faz sentido procurar a cura das doenças humanas e testar medicamentos para seres humanos estudando um animal que tenha "a mesma doença ou uma muito semelhante". FatoCientificamente, não faz o menor sentido procurar a cura para alguma doença humana espontânea estudando um animal cujos processos fisiológicos e bioquímicos são bem diferentes dos nossos e no qual a doença foi provocada artificialmente. Não é suficiente que a "doença seja muito semelhante".Testar a segurança de medicamentos em animais também não é adequado. "Experiências em animais não contribuem em nada para a segurança dos medicamentos; podem ter exatamente o efeito contrário", declara o Prof. Kurt Fickentscher.Segundo mito Podemos estudar doenças cardíacas e derrames humanos nos animais.Fato Animais não são modelos confiáveis para o estudo de doenças cardíacas e derrames humanos pois possuem um sistema vascular colateral no cérebro que permite que o sangue se desvie de coágulos; assim, os animais não sofrem derrames da mesma maneira que os seres humanos, nem os efeitos são os mesmos. "Muitos animais domésticos têm um sistema de vasos sangüíneos que filtra coágulos e outras substâncias que possam fluir para o cérebro." Além disso, os vivisseccionistas colocam grampos, usados em microcirurgia, nas artérias dos animais quando procuram simular um derrame. Esses grampos "afetam os vasos sangüíneos de forma totalmente artificial, jamais vista nos vasos sangüíneos de pessoas que sofreram derrame."Ratos e camundongos, os animais de laboratório mais usados em vivissecção, possuem — de acordo com o famoso vivissecionista agraciado com o Prêmio Nobel, Dr. Aléxis Carrel, do Instituto Rockefeller de Pesquisa Médica — "analogias muito remotas com o homem."Terceiro mito A descoberta da insulina se deve a experiências em animais.Fato Na realidade, as experiências em animais atrasaram a descoberta da insulina. O primeiro elo entre o pâncreas e o diabete foi estabelecido em 1788, sem experiências em animais, pelo Dr. Thomas Cawley, que examinou o corpo de um paciente que havia morrido de diabete. Antes ainda, em 1766, o Dr. Matthew Dobson já mostrara que a urina dos diabéticos contém muito açúcar. Infelizmente, essas descobertas valiosas foram mal aplicadas durante o século 19, quando pesquisadores tentavam produzir o diabete em animais, lesando suas glândulas pancreáticas. Eles "...falharam redondamente ao procurar obter resultados úteis, práticos ou importantes." Diz o Dr. M. Barron: "A descoberta da insulina foi erroneamente atribuída aos cientistas Banting e Best". O Professor Schafer, renomado fisiologista, havia apontado a insulina já em 1915 (seis anos antes das experiências de Banting e Best com cachorros).Quarto mito O aparelho para cirurgias de coração aberto deve seu sucesso a experiências em animais.Fato O primeiro aparelho desenvolvido em animais por John H. Gibbon, da Filadélfia, fracassou em seres humanos: os pacientes morreram. Foi a pesquisa clínica (sem animais) na Clínica Mayo que fez do aparelho um instrumento seguro para seres humanos.Quinto mito O desenvolvimento bem sucedido do marca-passo dependeu de experiências em animais.Fato O marca-passo original, desenvolvido em cachorros, foi um fracasso, causando dor e sofrimento aos pacientes. Só se tornou eficaz quando seu inventor, o Dr. Walton Lillihei, da Universidade de Minnesota, o adaptou e aperfeiçoou em seu trabalho clínico com defeitos do septo ventricular em crianças.Sexto mito Válvulas cardíacas foram desenvolvidas com sucesso em animais. Fato Os médicos Starr e Edward quase descartaram sua válvula quando descobriram que ela matava todos os cachorros da experiência. No entanto, funcionou em seres humanos. Ficou novamente comprovado que experiências em animais são enganosas. Sétimo mito Os conhecimentos sobre a pressão sangüínea e o sistema circulatório se originaram na vivissecção. Os medicamentos contra pressão alta também resultaram de pesquisas com animais.Fato As descobertas da circulação sangüínea, da pressão arterial e dos batimentos cardíacos tiveram sua origem nos estudos de William Harvey sobre o corpo humano (válvulas nas veias de cadáveres, além da observação do seu próprio braço).As experiências em animais relacionadas ao medicamento digitalina provaram ser (como sempre) profundamente enganosas e pura perda de tempo. Devido à vivissecção, os cientistas pensavam que a digitalina elevava a pressão pois era esse o efeito em cães. Estudos em seres humanos mostram, no entanto, que a digitalina faz baixar a pressão sangüínea e, hoje, ela é um dos principais medicamentos no combate à hipertensão.Outros medicamentos contra hipertensão, desenvolvidos através da vivissecção, causam muitos efeitos colaterais nas pessoas, tais como impotência sexual masculina, artrite, doenças do fígado, diabete, insuficiência cardíaca, senilidade e até mesmo a morte.Oitavo mito As pontes de safena devem sua existência à vivissecção.Fato Experiências em animais atrasaram as pontes de safena. "Como as características de coagulação sangüínea e válvulas coronárias dos cães são tão diferentes das nossas, as primeiras pessoas operadas morreram. O primeiro sucesso foi o trabalho do Dr. Kunlin na França, que nada teve a ver com pesquisas em animais", escreve o Dr. Emil Levin.Nono mito A vivissecção está vencendo o câncer. Fato Hoje, a incidência de câncer é altíssima, apesar de (ou por causa de) 100 anos de pesquisas em animais. Uma em cada três pessoas (e essa proporção está aumentando) na Grã-Bretanha sofre ou irá sofrer de câncer. "Não houve aumento nos índices de sobrevivência desde que começaram os registros", escreve o naturopata Patrick Rattigan em sua monografia sobre a fraude das pesquisas sobre o câncer. A quimioterapia e a radioterapia (usadas para "curar" o câncer) são terapias altamente tóxicas que, na realidade, podem causar câncer! Realizar pesquisas em animais com tumores induzidos artificialmente é totalmente ilusário e enganoso para a compreensão dessa doença (essencialmente nutricional e ambiental) no homem. O Dr. Linus Pauling, duas vezes agraciado com o Prêmio Nobel de Química, também afirma: "Todos deveriam saber que grande parte das pesquisas sobre o câncer é fraudulenta..." Para mais informações, entre em contato com a British Anti-Vivissection Association, P.O. Box 4746 London SE11 4XF, Inglaterra. As referências que correspondem a este artigo estão à disposição na TAPS

Um comentário:

Mancholas disse...

Mais uma vez, parabens pela sua luta activa pelos animais. O seu blog, e o ponto de referencia. Mas Fabio, discorto consigo numa coisa:Vale a pena lutar pelos animais! Muitos pelo mundo fora estao a ser salvos. Veja o caso dos Ursos da China.Ja muitos foram salvos.Vale a pena!Deixo aqui uma pequena historia como exemplo:Um homem andava na praia a salvar estrelas do mar que estavam na areia.Eram milhares de estrelas do mar que estavam em terra. Passou um homem por ele e perguntou:"O que e que esta a fazer?"
"Estou a salvar as estrelas do mar!"
Mas voce ja viu que ha milhares de estrelas e voce nao vai conseguir salvar todas..."Disse o homem
"Posso nao salvar todas, mas esta vai ser salva" E apontou para a estrela que tinha na mao e ia atirar para o mar.
Por isso Fabio, podemos nao conseguir salvar todos os animais que sofrem, mas alguns vao ser salvos. E por esses vale a pena continuar a luta, para salvar ainda muitos mais. Continue a lutar, pois precisamos de pessoas como o Fabio!!!