26 de abr de 2006



















A INUTILIDADE DOS TESTES EM ANIMAIS

6 cobaias humanas britânicas que quase morreram ( com sequelas sérias para o resto da vida) ao receber um medicamento testado por um laboratório norte-americano. O argumento do laboratório é que o medicamento havia sido testado em macacos em doses "milhares de vezes mais altas" e não provocou reações "significativas". Ou seja, mais uma vez fica provado que a prova não prova. É inútil torturar animais em laboratório em nome da "boa ciência".

BRITÂNICOS REPENSAM REGRAS DEPOIS QUE TESTE DE DROGA QUASE MATA SEIS
ELISABETH ROSENTHAL (International Herald Tribune)
Publicado em 8 de abril de 2006 na primeira página do New York Times

Em fevereiro, quando Rob O. viu a mensagem de texto que a Parexel International enviou para seu celular em Londres -- ''procura-se homens saudáveis para teste de medicamento'' por 2 mil libras, cerca de 3.500 dólares – pareceu ser uma oportunidade inofensiva de levantar algum dinheiro tão necessário. A empresa Parexel, baseada em Waltham, Massachusetts (EUA), é contratada por laboratórios para testar novos medicamentos.
Poucas semanas depois, o ex-saudável rapaz de 31 anos estava na UTI do Northwick Park Hospital em Londres – fios e tubos entrando diretamente no seu coração e nas artérias, em diálise, seu sistema imunológico, fígado, rins e pulmões todos falhando – a vítima do teste da droga, desastrosamente mal.
Rob O., um dos seis jovens saudáveis que recebeu o TGN1412, um novo tipo de estimulante imunológico nunca testado em humanos, tomou parte num estudo que está provocando ondas de abalo pelo mundo da pesquisa [farmacêutica] e obrigando agências reguladoras a repensar procedimentos para testar certas novas drogas poderosas.
Embora testes da TGN1412 em macacos não tenham provocado problemas significativos, todas as seis cobaias humanas quase morreram. Uma delas ainda está hospitalizada e as outras, apesar de terem recebido alta, tiveram seus sistemas imunológicos lesados e a recuperação de sua saúde, incerta.
Na quarta-feira [5/4/06], depois de divulgar o relatório preliminar sobre o teste, bem como os documentos científicos até então confidenciais que faziam parte do formulário de consentimento para o teste, o governo britânico anunciou que estava convocando uma comissão internacional de especialistas para ''considerar as mudanças necessárias requeridas para testes clínicos'' para esse tipo de novos componentes.
As conclusões ''potencialmente poderão afetar a regulamentação de testes clínicos mundialmente,'' dizia o anúncio oficial.
Em declarações nesta semana ambos, Parexel e o fabricante da droga, TeGenero, enfatizaram que todo o regulamento requerido foi acatado e os testes conduzidos de acordo com o protocolo aprovado. Mas eles declinaram de responder questões enviadas por email sobre as especificidades científicas envolvidas.
''As empresas trabalharam estritamente de acordo com os padrões aplicáveis a esse tipo de estudos,'' disse Kristin Kaufmann, porta-voz da TeGenero.
Uma hora após tomarem a droga branca e leitosa numa ala de pesquisa da Parexel no hospital em 13 de março, os voluntários estavam racked com tremores, dor e náusea, disse Rob O., que pediu para não ter seu sobrenome divulgado, por temor de ser prejudicado profissionalmente. Um médico informou-lhe que ele estava "seriamente doente.''
''Mas ninguém vai morrer?'' Rob O. lembra-se de ter dito, acreditando que ele estava participando de um teste honesto de um analgésico para artrite.
A resposta arrepiante: ''Dois de vocês. Quem é seu parente mais próximo?''
De fato, TGN1412 é tudo menos padrão. Primeiro produto da TeGenero, uma pequena empresa alemã com apenas 15 funcionários, TGN1412 pertence a uma classe completamente nova de anticorpos manufaturados que, os pesquisadores achavam, poderia revolucionar o tratamento da leucemia e artrite reumatóide.
Agora, a TGN1412 parece que vai entrar para a história médica como um abacaxi farmacêutico, o teste desastroso levantando sérias questões sobre se a segurança do paciente está adequadamente protegida na lucrativa corrida para colocar produtos no mercado.
A Agência Reguladora Britânica de Saúde e Produtos Medicinais [The British Medicine and Healthcare Products Regulatory Agency], que aprovou o teste no Hospital de Northwick Park, anunciou quarta-feira que ''o modo como o teste foi conduzido'' não contribuiu para lesar os pacientes, de acordo com investigações preliminares. Os rapazes vivenciaram a síndrome da liberação de cytokine, que envolve um derramamento de moléculas tóxicas quando as células T do sistema imune são ativadas, dizia o relatório; isso não poderia ter sido previsto a partir de estudos anteriores usando a droga em animais, concordam a Agência, TeGenero e Parexel.
Mas os regulamentadores britânicos deram um passo adicional altamente incomum ao solicitar uma comissão de especialistas para estudar se mais stringent salvaguardas devem ser requeiridas para testar novas drogas biológicas como a TGN1412, que manipulam o sistema imune.
Muitos especialistas dizem que, por conta da característica única da TGN1412 ser tornar potente as células T do sistema imunológico, overriding os mecanismos regulatórios normais, os testes clínicos foram extraordinariamente arriscados. ''Havia fortes razões para ser muito cautelosos,'' disse Dr. Michael Ehrenstein, da University College de Londres, que estuda as moléculas que a TGN1412 afeta. ''Muita gente diria que foi uma estratégia de altíssimo risco. E eu teria concordado com isso.''
Michael Goodyear, um oncologista canadense e médico eticista, disse que ainda que o teste não fosse ilegal ou anti-ético, o protocolo de pesquisa e a conduta no dia do teste levantou ''uma série de grandes bandeiras vermelhas.''
As preocupações do Dr. Goodyear e dos advogados pelas questões levantadas incluem:
Rob O. começou a receber a droga por meio intravenoso muito depois que o primeiro voluntário já apresentava sintomas possivelmente sérios o suficiente para suspender o teste. A prática padrão para tais testes é usar apenas um paciente ou intervalar os testes em vários dias.
A informação submetida pela TeGenero aos reguladores britânicos mencionava que o derramamento de cytokine ''poderia ocorrer'' depois de ministrar a TGN1412. Mas na sua aplicação, pesquisadores julgaram a reação ''inesperada'' com base em testes realizados com uma única espécie animal, e não mencionaram o risco aos voluntários, Rob O. said.
No website da Parexel consta: ''Dentre todas as tarefas, a única que importa é a de acelerar os procedimentos clínicos para o seu produto.'' O texto chama a atenção para o fato de que as licenças para testes com drogas são mais rápidas de obter na Grã-Bretanha do que nos Estados Unidos e as compensações financeiras por danos, menores.
Rob O. disse que a peculiaridade da TGN1412 nunca constou dos briefings otimistas a que ele teve acesso antes dos testes: ''Eu não tinha idéia de que ela alterava o sistema imune.''
Os primeiros testes em humanos são arriscados e eticamente complexos. Eles são destinados a determinar se um componente é seguro, não para comprovar um benefício da droga. Tais testes devem ser aprovados por agentes reguladores oficiais bem como por comissões de ética médica, embora os padrões sejam um tanto variáveis em diferentes países e mesmo entre diferentes comissões.
''A pesquisa é um bem para a sociedade – precisamos de tratamentos melhores para leucemia e artrite – mas há riscos,'' disse o Dr. Ezekiel J. Emanuel, chefe de bioética dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos [United States National Institutes of Health]. ''Trabalhar na construção civil é muito arriscado, e pagamos pessoas para isso. Então, por que não pagar pelos testes?''
Notando que o teste com a TGN1412 foi aprovado por duas diferentes comissões reguladoras britânicas e que a droga havia sido testada em animais, ele disse: ''Esse é um evento terrível, trágico, mas não consigo ver nenhum problema ético claro.''
Os voluntários submetidos aos testes, que deveriam ficar internados três dias no hospital, eram na maioria imigrantes, alguns estudantes ou desempregados.
''Não era gente que estava bem de vida,'' disse Martyn Day, do escritório de advocacia londrino Leigh Day & Company, que está representando quatro dos rapazes. ''Eles pensaram que era uma coisa relativamente sem riscos.''
Na reunião para orientação foi concedido pouco tempo para ler as 11 páginas do formulário para consentimento, disse Rob O., embora eles pudessem levá-lo para ler em casa. Dores de cabeça e equimose estavam listados como potenciais efeitos colaterais, bem como alergia severa. Mas comer amendoins ou usar novos cosméticos pode criar reações similares, dizia o formulário.
De fato, os chamados anticorpos monoclonais frequentemente provocam sintomas generalizados severos como dores e calafrios, embora seu uso seja justificado pelo grande benefício potencial. ''No meu hospital quase matamos gente nas primeiras poucas vezes em que usamos Herceptin,'' disse Dr. Goodyear, se referindo à popular droga contra câncer de mama, acrescentando que agora ele trata antecipadamente os pacientes com remédios para conter possíveis reações.
Parexel solicitou licença para testar a TGN1412 na Inglaterra e na Alemanha em dezembro, recebendo permissão da Inglaterra antes, em 27 de janeiro. Muitos países facilitam os procedimentos para atrair pesquisa biomédica, uma estratégia que agora deve ser revertida aqui, disse Dr. Goodyear.
Não ficou claro se imunologistas independentes acompanharam a metodologia do teste, e nem a Parexel ou a TeGenero responderam essa questão.
O teste começou na segunda-feira, 13 de março, às 8 horas da manhã, quando os rapazes começaram a receber a TGN1412, com 10 minutos de intervalo um após outro. Em meia hora o primeiro paciente apresentava dor de cabeça e calafrios, disse Ann Alexander, a advogada londrina que o representa. Apesar disso, os médicos continuaram a injetar a droga nos outros pacientes. Nesse momento, 9:10, quando começou a aplicação em Rob O., o primeiro paciente desmaiou no quarto adjacente, de acordo com Ann Alexander.
Em pouco tempo, disse Rob O., ele começou a sentir dores e a tremer, como se tivesse "submergido no gelo ártico". Pelo resto do dia, seis homens anteriormente saudáveis gemeram com dor incontrolável, vomitaram e lutaram para respirar, disseram Rob O. e outros participantes. Embora uma dose de esteróides tenha bloqueado temporariamente os sintomas, os sinais vitais deles deterioraram com regularidade, e eles foram transferidos para a UTI.
Dois deles foram postos diante de ventiladores. Homens uniformizados circulavam em torno de máquinas de filtragem sanguínea, recorda-se Rob O., para eliminar ácido do sangue. Médicos lhe disseram que suas células imune estavam atacando seus órgãos.
Às 3 horas da manhã os familiares dos pacientes estavam reunidos no hospital.
Nas declarações públicas, Parexel e TeGenero chamaram as reações de ''imprevistas e inesperadas,'' notando que doses centenas de vezes mais altas se provaram seguras em animais.
O pedido de licença para os testes feito às autoridades britânicas – publicado esta semana em resposta à solicitação do Ato pela Liberdade de Informação [Freedom of Information Act] – mostrou que as empresas no mínimo já haviam constatado a possibilidade de uma reação devastadora do sistema imune, e que estudos feitos com animais mostraram alguns sinais de sobrecarga do sistema imune.
Essa preocupação foi deixada de lado quando macacos que tiveram a TGN1412 injetada não apresentaram problemas. Apesar de a equipe técnica da Parexel continuar a transfundir sangue na UTI, as empresas não se dispuseram a divulgar os boletins médicos nem a dar satisfação aos participantes e seus advogados, disse, Mr. Day, um deles.
Agora, com seu sistemas imunológico essencialmente desabilitado, Rob O. diz que não pode trabalhar, nem mesmo tomar o metrô, por medo de infecção. Os testes em seu fígado e rins mostram que eles ainda estão anormais. O National Health Service, sistema britânico de saúde, cobre suas despesas médicas, mas ele tem que pagar 87 dólares pelo táxi.
Pelas leis britânicas, Rob O. deve receber apenas entre 50.000 e 70.000 dólares como compensação, disse Mr. Day, a menos que ele apresente sequelas permanentes. De qualquer modo, o seguro da pequena TeGenero cobre apenas de 3.5 milhões de dólares.
Os advogados das vítimas esperam conseguir compensação financeira e revelação completa das informações médicas sobre a droga sem a necessidade de ir aos tribunais.
''Não posso acreditar que ninguém vai pagar e ninguém vai ser punido,'' disse Rob O. ''Se eu perdi 20 anos de vida já que meu fígado vai falir aos 60 e não aos 80, quem vai cobrir isso?''
*TEXTO TRADUZIDO POR CRISTINA CARLETTI


British Rethinking Test Rules After Drug Trial Nearly Kills 6

By ELISABETH ROSENTHAL (International Herald Tribune) 1704 wordsPublished: April 8, 2006In February, when Rob O. saw the text message from Parexel International pop up on his cellphone in London -- ''healthy males needed for a drug trial'' for £2,000, about $3,500 -- it seemed like a harmless opportunity to make some much-needed cash. Parexel, based in Waltham, Mass., contracts with drug makers to test new medicines.
Just weeks later, the previously healthy 31-year-old was in intensive care at London's Northwick Park Hospital -- wires running directly into his heart and arteries, on dialysis, his immune system, liver, kidneys and lungs all failing -- the victim of a drug trial gone disastrously bad.
One of six healthy young men to receive TGN1412, a novel type of immune stimulant that had never before been tried in humans, Rob O. took part in a study that is sending shock waves through the research world and causing regulators to rethink procedures for testing certain powerful new drugs.
Although tests of TGN1412 in monkeys showed no significant trouble, all six human subjects nearly died. One is still hospitalized and the others, though discharged, still have impaired immune systems, their future health uncertain.
On Wednesday, after releasing its interim report on the trial as well as previously confidential scientific documents that were part of the application for a trial permit, the British government announced it was convening an international panel of experts to ''consider what necessary changes to clinical trials may be required'' for such novel compounds.
The outcome ''could potentially affect clinical trials regulation worldwide,'' the announcement said.
In statements this week, both Parexel and the drug's manufacturer, TeGenero, emphasized that they had complied with all regulatory requirements and conducted the trial according to the approved protocol. But they declined to answer questions e-mailed to them about the specifics of the science involved.
''The companies have worked according to strict standards applicable for such type of studies,'' said Kristin Kaufmann, a spokeswoman for TeGenero.
Within an hour of receiving the milky white drug in a Parexel research ward in the hospital on March 13, the volunteers were racked with chills, pain and nausea, said Rob O., who asked that his last name not be used, for fear that he might be hurt professionally. A doctor informed him he was ''seriously ill.''
''But no one's going to die?'' Rob O. recalled saying, believing he was participating in a fairly standard trial of a painkiller for arthritis.
The chilling response: ''Two of you might. Who's your next of kin?''
In fact, TGN1412 is anything but standard. The first product of TeGenero, a tiny German company with just 15 employees, TGN1412 belongs to a completely novel class of manufactured antibodies that researchers thought could revolutionize the treatment of leukemia and rheumatoid arthritis.
Now, TGN1412 seems poised to go down in medical history as a pharmaceutical lemon, its disastrous trial raising serious questions about whether patient safety is adequately protected in the lucrative race to get products to market.
The British Medicine and Healthcare Products Regulatory Agency, which approved the trial at Northwick Park, announced Wednesday that ''the way the trial was run'' had not contributed to patient injuries, according to its preliminary investigation. The men experienced cytokine release syndrome, which involves an outpouring of toxic molecules when the immune system's T cells are activated, the report said; it could not have been predicted from previous animal studies using the drug, the association, TeGenero and Parexel agree.
But British regulators took the highly unusual additional step of appointing an expert panel to explore whether more stringent safeguards should be required for testing new biological drugs like TGN1412 that manipulate the immune system.
Many experts say that because TGN1412's unique property is to turn on potent, immune system T cells, overriding normal regulatory mechanisms, the clinical trials were extraordinarily risky. ''There was strong reason to be very cautious,'' said Dr. Michael Ehrenstein, of University College London, who studies the molecules that TGN1412 affects. ''Many people would say this was a very high-risk strategy. I'd have to agree with that.''
Michael Goodyear, a Canadian oncologist and medical ethicist, said that even if the trial was not illegal or unethical, the research protocol and conduct on the day of the trial raise ''a number of big red flags.''
The concerns Dr. Goodyear and lawyers for the subjects raised include these:
Rob O. began receiving the drug intravenously long after the first volunteer was already experiencing symptoms possibly serious enough to halt the trial. Standard practice for such trials is to use just one patient or to separate tests by many days.
The information submitted by TeGenero to British regulators mentioned that a cytokine burst ''could occur'' after TGN1412 infusion. But in their application, researchers deemed the reaction ''not expected'' on the basis of trials with a single animal species, and did not mention this risk to the recruits, Rob O. said.
On its Web site, Parexel says, ''The only services that matter are the ones that speed your product through clinical development.'' The subjects point out that approvals for drug trials in Britain are quicker than in the United States and the liability for injuries is less.
Rob O. said the novelty of TGN1412 never came up in upbeat pretrial briefings, adding, ''I had no idea it altered the immune system.''
The first human trials are risky and ethically complicated. They are designed to determine whether a compound is safe, not to provide a benefit to the subject. Such human trials must be approved by national regulators as well as medical ethics boards, though standards vary somewhat among countries and even among different panels.
''Research is a social good -- we need better treatments for leukemia and arthritis -- but there are risks,'' said Dr. Ezekiel J. Emanuel, chief of bioethics at the United States National Institutes of Health. ''Being a construction worker is very risky, and we pay people to do that. So why not this?''
Noting that the TGN1412 trial had been approved by two separate British regulatory bodies and that the medicine had been tested in animals, he said, ''This is a terrible, tragic event but so far I don't see any clear ethical problems.''
The trial subjects, who were to spend three days as hospital inpatients, were mostly immigrants, some of them students or unemployed.
''These were not people who were well off,'' said Martyn Day, of the London law firm Leigh Day & Company, which is representing four of the men. ''They thought this was relatively risk free.''
At the orientation meeting there was little time to read the 11-page consent form, Rob O. said, although they had a chance to take it home. Headaches and bruising were listed as potential side effects, as well as a severe allergy. But eating nuts or using new cosmetics could create similar reactions, the form said.
In fact, so-called monoclonal antibodies frequently produce severe generalized symptoms like aches and chills, though their use is justified by the enormous potential benefit. ''At my hospital, we almost killed people the first few times we used Herceptin,'' said Dr. Goodyear, referring to the popular breast cancer drug, adding that he now pretreats patients with medicines to counter possible reactions.
Parexel applied to test TGN1412 in both England and Germany in December, receiving permission in England first, on Jan. 27. Many countries are streamlining review processes to attract biomedical research, a strategy that may have backfired here, Dr. Goodyear said.
It is not clear if independent immunologists reviewed the trial design, and neither Parexel nor TeGenero answered this question.
The trial began Monday, March 13, at 8 a.m., when the men began receiving TGN1412, each 10 minutes after the last. Within half an hour, the first patient had a headache and chills, said Ann Alexander, a London lawyer who is representing him. Nevertheless, doctors continued injecting new patients. About the time Rob O.'s infusion started, at 9:10 a.m., the first patient had passed out in an adjacent room, according to Ms. Alexander.
Before long, Rob O. said, he began to ache and shiver, feeling as if he had been ''submerged in arctic ice.'' For the rest of the day, six previously healthy men moaned in uncontrollable pain, vomited and struggled for breath, Rob O. and other participants said. Though a dose of steroids temporarily blunted the symptoms, their vital signs steadily deteriorated, and they were transferred to the intensive care unit.
Two of them were placed on ventilators. Uniformed men wheeled in blood filtering machines, Rob O. recalled, to cleanse the blood of acid. Doctors told him that his immune cells were attacking his organs.
The patients' families were summoned to the hospital at 3 a.m.
In statements, Parexel and TeGenero called the reactions ''unforeseen and unexpected,'' noting that doses hundreds of times more powerful had proved safe in animals.
The experimental application filed with British authorities -- released this week in response to a Freedom of Information Act request -- showed that the companies at least realized the possibility of a devastating immune-system reaction, and that animal studies showed some signs of immune overdrive.
Those worries were set aside when monkeys infused with TGN1412 had no problems. Although Parexel technicians continued to draw blood in the intensive care unit, the companies have not been willing to share the medical data or even meet with the participants and their lawyers, Mr. Day, the lawyer, said.
With his immune system now essentially disabled, Rob O. says he cannot work, or even take the subway, for fear of infection. His liver and kidney tests are still abnormal. Britain's National Health Service covers his doctor's bills, but he has to pay the $87 cab fare.
Under British law, Rob O. may be eligible only for $50,000 to $70,000 in compensation, said Mr. Day, unless he can demonstrate permanent harm. Anyway, tiny TeGenero took out only a $3.5 million insurance policy to cover the trial.
Lawyers for the subjects are hoping to arrange for financial compensation and full disclosure of medical information on the drug without having to go to court.
''I can't believe that nobody will pay and nobody will be punished,'' Rob O. said. ''If I've lost 20 years of life because my liver packs in at 60 rather than 80, who will cover that?''












"This is the single most powerful and informative
movie about society's treatment of animals.
A must see for anyone who cares enough to know"
Woody Harrelson
E A R T H L I N G Searth.ling (urth ling), n. 1. An inhabitant of earth.Webster's Unabridged Dictionary, 1989
EARTHLINGS is a feature length documentary about humanity's absolute dependence on animals (for pets, food, clothing, entertainment, and scientific research) but also illustrates our complete disrespect for these so-called "non-human providers." The film is narrated by Academy Award nominee Joaquin Phoenix (GLADIATOR) and features music by the critically acclaimed platinum artist Moby.
With an in-depth study into pet stores, puppy mills and animals shelters, as well as factory farms, the leather and fur trades, sports and entertainment industries, and finally the medical and scientific profession, EARTHLINGS uses hidden cameras and never before seen footage to chronicle the day-to-day practices of some of the largest industries in the world, all of which rely entirely on animals for profit. Powerful, informative and thought-provoking, EARTHLINGS is by far the most comprehensive documentary ever produced on the correlation between nature, animals, and human economic interests. There are many worthy animal rights films available, but this one transcends the setting. EARTHLINGS cries to be seen. Highly recommended!
EARTHLINGS has taken five years to produce. What began as a series of Public Service Announcements on spaying and neutering pets, evolved into a feature-length film on every major animal-related issue. Writer/Director Shaun Monson began the process by shooting footage at animal shelters in South Central L.A., Long Beach and North Hollywood. The PSAs were soon completed as his interest moved to other problem areas, like food and scientific research. In time, he accumulated a small library of material from several animal welfare organizations, and started editing. The process was a slow one. As footage gradually came in, Joaquin's narration was recorded (in stages), and a soundtrack was added. Along with all of Moby's music, some original pieces were also written for the film. In 2005, EARTHLINGS premiered at the Artivist Film Festival, (where it won Best Documentary Feature), followed by the Boston International Film Festival, (where it won the Best Content Award), and most recently at the San Diego Film Festival, (where it won Best Documentary Film, as well as the Humanitarian Award to Joaquin Phoenix for his work on the film). EARTHLINGS will be available on DVD on November 4, 2005.

25 de abr de 2006





















VIVISSECÇÃO: TOTALMENTE DESNECESSÁRIO


DEPOIMENTO EXCLUSIVO DE UM ALUNO DO TERCEIRO ANO DE MEDICINA DA UNISA (UNIVERSIDADE SANTO AMARO)
Por motivos óbvios, sua identidade não será revelada.

FP: no curso de medicina da UNISA vcs realizam vivissecção em qual ano e com qual frequência?
aluno: somente no terceiro ano, todas às sextas feiras
FP: quantos cães são utilizados nas aulas?
aluno: atualmente de 8 a 9 cães.
FP: pq. atualmente?
aluno: até 2004 o número de animais era o dobro. De 16 a 17 cães por aula.
FP: qual o pior momento da aula?
aluno: o pior momento é quando eu vou buscar o cão no biotério. Já chorei várias vezes.
FP: como reagem os cães quando são buscados no biotério?
aluno: alguns ficam alegres com a nossa visita, abanam o rabo, acreditam em nós (esse é um dos momentos em que chorei), outros, parece que sabem o que vai acontecer e lutam pela sobrevivência. Reagem à nossa presença em sinal de defesa.
FP: como é o biotério?
aluno: um lugar muito parecido com um ccz. Tem o clima daquele lugar
FP: qual o nome dado a essas aulas e o tempo de duração?
aluno: técnica cirúrgica e bases da anestesiologia. Normalmente as aulas transcorrem das 9,30 às 13,30 horas.
FP: quais os tipos de cirugia que o animal é submetido?
aluno: retirada de apêndice intestinal, parte do rim, parte do estômago, fígado, indução de parada cardíaca...
FP: quantas pessoas manuseiam o animal?
aluno: 4 pessoas
FP: alunos?
aluno: sim, 4 alunos supervisionados pelos professores.
FP: No final da aula, qual o destino dado ao animal?
aluno: ele é eutanasiado.
FP: alguma vez você presenciou um cão acordando da anestesia e com o corpo ainda aberto?
aluno: não, isso nunca acontece.
FP: alguma vez você ouviu algum professor comentar sobre métodos alternativos?
aluno: sim, uma única vez no início do curso.
FP: ele disse porque razão para não usa os métodos alternativos?
aluno: disse, comentou que na Europa já se utilizavam modelos biológicos mas que no Brasil ficava inviável por causa dos altos custos.
FP: quantos alunos tem no seu curso de medicina e quanto você paga por mês?
aluno: o curso tem 480 alunos e eu pago R$ 2.300,00 por mês.
FP: 480 X R$ 2.300 é igual a R$ 1.104.000,00 por mês, você não acha que a faculdade ganha muito dinheiro para se negar a investir em métodos alternativos?
aluno: com certeza.
FP: você sabe que em S.Paulo tem uma lei que proíbe o CCZ de enviar animais para as instituições de ensino?
aluno: Sim, já ouvi dizer
FP: você sabe então, de onde vem os cães da UNISA?
aluno: já ouvi dizer que vem de Araraquara e do CCZ de Diadema, foi até um aluno por intermédio do pai dele que conseguiu isso para a faculdade.
FP: qual a raça e idade dos cães utilizados nas aulas?
aluno: viralatas, a idade varia. Tem desde filhotes até cães idosos. Uma vez durante a aula em que uma cadela estava sendo operada, notei que ela estava grávida. Dava prá sentir os filhotes no útero.
FP: alguma vez, você presenciou algum colega seu que não quizesse participar da aula e foi coagido?
aluno: não, nunca, mas já houve casos do professor dizer que você não pode faltar e se faltar a turma toda seria penalizada.
FP: então, isso não é uma forma de coação?
aluno: com certeza.
FP: você acha realmente fundamental esse tipo de aula para o seu aprendizado?
aluno: a única coisa que realmente importa, é você aprender a lidar com intercorrências do tipo parada cardiorespiratória. O resto é desnecessário.
FP: você pretende se especializar em que?
aluno: cirurgião
FP: como você acha que vai se sentir quando tiver que operar um humano pela primeira vez?
aluno: nervoso, despreparado, completamente inseguro.
FP: isso significa dizer que as aulas de técnicas cirurgicas onde se utilizam animais de nada adiantam?
aluno: praticamente sim
FP: você tem cães de estimação na sua casa?
aluno: sim, tenho 3
FP: e como você reagiria se entrasse na aula de técnica cirurgica e encontrasse um deles sobre a mesa?
aluno: não dá nem prá imaginar
FP: para encerrar a entrevista, gostaria que você definisse a vivissecção
aluno: uma coisa muito cruel, estamos profanando o direito de viver de outros seres em nosso benefício próprio.

Imaginem 8 cães eutanasiados todas às sextas feiras durante sete meses. Isso significa dizer: 224 cães por ano. Num único curso e numa única universidade.
Um curso com 480 alunos que pagam em média R$ 2.300,00 e a faculdade acha caro os custos para se investir nos métodos alternativos.

Tirem suas conclusões

24 de abr de 2006


DIREITO À VIDA

Você já viu algum coelho usando maquiagem?

Você já viu algum cão, gato ou macaco tomando altas doses de medicamento sem estarem doentes?

Você já viu algum animal sadio ser operado?

VOCÊ CERTAMENTE NÃO VIU, MAS ELES EXISTEM.
ESTÃO LÁ, TRANCAFIADOS ATRÁS DAS PAREDES DOS LABORATÓRIOS DE PESQUISAS.

Segundo pesquisas, anualmente 100 MILHÕES de animais são usados em testes e experiências patrocinadas por industrias que você nem imagina.

Aproximadamente, 30 mil substâncias quimicas são estudadas em animais antes de chegar ao consumo humano. Os animais são obrigados a ingerir e respirar substâncias que são a base para se fabricar pesticidas, produtos de limpeza, higiene, cosméticos, etc.

São testes que medem os níveis de toxidade de cada produto. Desde um simples sabonete, a tinta da parede de sua casa, até um lustra móveis, tudo foi testato num animal antes de chegar às suas mãos.

Os coelhos são as vítimas prediletas dos pesquisadores por terem olhos grandes e serem extremamente dóceis. Coelhos tem seus olhos recobertos com produtos quimicos para testar os níveis de corrosão ou irritação. A maioria das mulheres não sabem, mas, todo batom, perfume e maquiagem, foi devidamente testado num coelho.

Ao final dos testes, após passar por um longo período de sofrimento, o animal encontra-se cego, com convulsões, úlcera, até que o pesquisador decida pela sua morte pois já não serve mais para o trabalho.

Os cães são as vítimas prediletas das instituições de ensino. São abertos em aulas práticas nas faculdades de medicina humana e medicina veterinária, biologia e farmacia. Na maioria das vezes, quando anestesiados, recobram os sentidos ainda na mesa com o corpo aberto. Animais são operados mais de uma vez numa única aula e depois jogados no lixo.

Você acha certo isso?

Você concorda que os animais paguem com a vida para que a sua seja beneficiada?

Animais são simples objetos que estão aí para nos servir ou NÓS é que roubamos-lhes o direito à vida?


ABOLIÇÃO ANIMAL JÁ

15 de abr de 2006


DINHEIRO!

O MOTIVO DE TANTO SOFRIMENTO ANIMAL
Porque defendem os cientistas as investigações com animais

Escrito por National Anti-vivisection Society, US Os anti-vivisseccionistas usam um argumento de duas vertentes para dar substância à sua luta contra as experiências em animais. Eles opõe-se às experiências com animais tanto a nível ético como cientifico. Ambas as perspectivas deste argumento providenciam testemunhos compelentes de que a vivissecação é cruel e inadequada, e que desperdiça tempo, dinheiro e recursos que poderiam ser aproveitados no alivio do sofrimento humano. Então, porquê, os investigadores continuam a conduzir e defender as experiências em animais à luz das invencíveis provas - mesmo aquelas vindas da comunidade cientifica - de que estas providenciam resultados insignificantes? As respostas são muitas e variadas - mas todas levam ao mesmo caminho: dinheiro.
Apesar do facto que as experiências em animais têm sido mostradas como uma metodologia obsoleta, as investigações em animais continuam porque estão dentro dos melhores interesses financeiros dos cientistas, assim como um certo número de outras entidades. Estas entidades incluem hospitais, burocratas de regulamentação, empresas farmacêuticas, jornais cientificos, criadores de animais, advogados e até mesmo os media noticiosos. Todos eles lucram, seja directamente ou indirectamente, das investigações em animais, e estão desta forma profundamente comprometidos a manter o seu status quo.
Considere o cientista cuja garantia do seu trabalho e prestigio estão depositadas no número de artigos cientificos que este consiga publicar. É chamado o síndroma do "publique ou pereça", e está vivo e de boa saúde em todas as instituições académicas nos EUA. Não é a qualidade da pesquisa que é importante, mas sim a quantidade. Quantos mais artigos o investigador publicar, manterá cada vez mais segura a sua posição. Os investigadores que não publiquem o suficiente em determinados períodos de tempo, acabam despromovidos ou desempregados. E a competição é dura. Cerca de apenas 15% de todas as aplicações de investigações são aceites.
Os cientistas são frequentemente postos num pedestal, glorificados pela sua inteligência e poderes de investigação. Mas eles também têm contas a pagar e familias para sustentar. Tudo resume-se a uma segurança financeira e evolução na carreira - e as experiências em animais providenciam uma forma eficiente. Diferente da investigação clinica - que trabalha com informações baseadas em seres humanos - as experiências em animais geram resultados mais rápidos com menos esforço. Está estimado que para cada documento que um clinico possa produzir, um investigador que use animais pode produzir cinco. Isto porque a investigação com animais não demora tanto tempo a demonstrar resultados; o tempo de vida de um animal é muito menor que o de um ser humano, e as doenças progridem muito mais rapidamente.
Frequentemente, os investigadores seguem pelo caminho mais fácil de todos: tomando um conceito que já havia sido estabelecido, e torcendo-o um pouco de modo a ser introduzida uma variável (assim como diferentes espécies animais ou dosagens) para justificar um estudo suplementar. Isto é feito a toda a hora, e resulta numa enorme quantidade de estudos virtualmente duplicados. Para além do mais, na maior parte dos casos o "conceito" já havia sido comprovado usando dados de seres humanos.
Apesar do lucro ser provavelmente o maior motivo pelo qual os investigadores continuam as experiências em animais, este não é o único. Muitos cientistas estão aficionados à tradição - e a tradição diz-lhes que as experiências em animais é um método apropriado de investigação. Grandes instituições académicas recompensam a convencionalidade sobre a inovação, e desta forma o pensamento creativo não é geralmente bem-vindo nestes santificados corredores da ciência. Os cientistas que se apercebem da inutilidade das experiências em animais são rápidamente silenciados. E os que se recusam a ser silenciados, fazem-no à margem dum grande perigo na sua carreira.
Agora vamos seguir o rasto do dinheiro um pouco mais longe pelo caminho - até às empresas farmacêuticas que também beneficiam das investigações em animais. Quando as empresas de medicamentos desenvolvem um novo composto que tem potenciais efeitos terapêuticos em seres humanos, eles dão largas quantias de dinheiro - em milhões de dólares - a uma instituição académica para estudar o medicamento. Os investigadores testam os medicamentos em animais. Se o medicamento passar nos testes em animais, segue para os ensaios clínicos (humanos), e depois para o mercado onde serão gerados lucros incalculáveis para as empresas de medicamentos.
Os testes em animais são usados como uma alternativa rápida aos ensaios clinicos, enquanto que providenciam uma rede legal de segurança para as empresas de medicamentos. Porque os testes em animais são usados para provar ou refutar queixas contra as empresas de medicamentos (e o Estado) que resultam de efeitos secundários imprevistos, eles protegem as empresas de serem processadas o que lhes poderia custar grandes quantias monetárias.
Para além dos cientistas e das empresas farmacêuticas, as experiências em animais coloca dinheiro nos bolsos de casas que fornecem material biológico e os animais assim como o equipamento e materiais utilizados para os manter em laboratórios. Os editores de jornais cientificos - muitos deles apoiantes das experiências em animais uma vez que providencia-lhes uma fonte estável de material para publicar - têm lucrado ao criar cada vez mais jornais, que trazem imensos proveitos de anúncios (de empresas de medicamentos e casas de material biológico).
Mesmo quando uns poucos beneficiam desta vasta e inter-relacionada teia de proveitos, existem muitos perdedores. Incalculáveis números de animais sofrem destinos inimagináveis. Pessoas doentes que poderiam beneficiar dos tratamentos que são postos de parte pela máquina da investigação animal são, de muitas formas, tão vitimizados quanto os animais. E o dinheiro difícil de ganhar do contribuinte americano, que suporta a vasta conta da maior parte das experiências em animais através dos fundos de investigação do governo, é desperdiçado enquanto que programas de longe mais vantajosos continuam sem fundos ou cortados pela falta destes.



12 de abr de 2006


















NOVA MODA NA CHINA
INACREDITÁVEL!


http://gb.chinabroadcast.cn/9083/2006/03/02/622@925739.htm

POR MAIS ESTE ATO DE BARBÁRIE, JUNTE-SE A NÓS CYBER PROTESTO CONTRA A CHINA.
13 de abril 2006
Há dois meses protestamos contra o massacre de animais na China. NADA MUDOU.
Portanto, vamos realizar um segundo protesto pela internet.
DENOMINADO: ANTI-FUR CYBER PROTEST.
O mundo todo estará participando como da primeira vez.
a INTERNATIONAL ANTI FUR COALITION convida você a fazer parte desse protesto.

Abaixo a carta que deve ser enviada.

Esses e-mails são do Olympic Committee da China, e também do portal chines de turismo e câmara de comércio, e outros websites de interesse.

Portanto ali você encontra desde um simples comércio chines, canal TV, radio, a grandes organizações que fazem comércio com a China e vice versa.

JUNTE-SE A NÓS EM DEFESA DOS ANIMAIS QUE VIVEM E MORREM NO INFERNO CHAMADO CHINA.

BOICOTE A CHINA
BOICOTE PRODUTOS CHINESES
BOICOTE A OLIMPÍADA DE 2008 EM PEQUIM.

carta que deve ser enviada:
recorte-a e copie
April 13, 2006
The Honorable Hu JintaoPresident of the People's Republic of ChinaC/o the Honorable Zhou WenzhongChinese Ambassador to the United StatesEmbassy of the People's Republic of China2300 Connecticut Avenue, NWWashington, DC 20008Dear Mr. President,
The Chinese government has now acknowledged the barbarous acts of cruelty that are routinely perpetrated against animals in China and has pledged to improve conditions for these animals. This is an important first step. However, until a comprehensive set of animal welfare laws are enacted and enforced, the animals of China will continue to suffer on a scope and to a degree that is unparalleled.Until China takes this assault on animals seriously and enacts robust animal protection laws, we will boycott all Chinese goods and travel.In China today, dogs and cats, many of them once somebody's pet, are being slaughtered for their fur. In China today fur bearing animals such as raccoons, fox and rabbits are being skinned alive. In China today, bears who spend their lives confined to small cages are screaming in pain as bile is extracted from their gall bladders.These are only a few examples of the type of misery endured daily by China's magnificent animals. In a land with no laws, anything is possible, and when anything is possible, every horror imaginable occurs. Take for example the now infamous videos of the Chinese businesswomen crushing a small kittens to death with her stiletto and boot heels (below are some of photos). These and other forms of animal abuse cast a dark shadow across China and its citizens. We know there are millions of good hearted Chinese people in China, but the impression the world has in general is that people in your country are all heartless and savages.


More ghastly images of the crush videos here:
http://images.google.com/images?hl=en&q=%E8%B8%A9%E7%8C%AB&btnG=Google+Search&sa=N&tab=wi
Animal cruelty exists in all nations. What separates China is its acceptance of barbarity, torture and gruesome violence against its weakest and most innocent members. It is time for China to recognize non-human animals as sentient, living beings that deserve certain rights of their own. It is time for China to put an end to their nightmare. At a minimum, we ask that China:- Ban the live skinning of any animal;- Ban the trade in dog and cat fur;- Ban the trade in dog and cat meat;- Ban the trade in bear bile;- Ban all forms of cruelty to animals.
- Open up the fur animal farms for investigation

http://www.furisdead.com/feat/ChineseFurFarms/http://www.petatv.com/tvpopup/Prefs.asp?video=china_30

http://www.animal-protection.net/furtrade/movie.htm
We urge China to act now on its recent pledge to improve animal welfare and immediately implement the proposed protection laws. Theworld is watching. This is an important opportunity for China to restore its reputation in the international community and demonstratethat it shares the values of other modern nations, or even that it can set the values of a modern world and lead other nations into the future.

Sincerely,

International Anti-Fur Coalition
http://fur.arforum.org/?p=members

11 de abr de 2006



Vivissecção
Mentiras e mais mentiras




Fonte: http://www.taps.org.br/ A Research Defence Society (Sociedade Defensora de Pesquisas) em Londres, Inglaterra,é uma organização que visa promover as experiências em animais.A RDS tenta convencer o público de que as "pesquisas" em animais são úteis para a saúde dos seres humanos e que o progresso da medicina depende de tais experiências.A verdade é bem diferente. Veja os mitos dos vivisseccionistas e os fatos científicos e históricosPrimeiro mito Do ponto de vista científico, faz sentido procurar a cura das doenças humanas e testar medicamentos para seres humanos estudando um animal que tenha "a mesma doença ou uma muito semelhante". FatoCientificamente, não faz o menor sentido procurar a cura para alguma doença humana espontânea estudando um animal cujos processos fisiológicos e bioquímicos são bem diferentes dos nossos e no qual a doença foi provocada artificialmente. Não é suficiente que a "doença seja muito semelhante".Testar a segurança de medicamentos em animais também não é adequado. "Experiências em animais não contribuem em nada para a segurança dos medicamentos; podem ter exatamente o efeito contrário", declara o Prof. Kurt Fickentscher.Segundo mito Podemos estudar doenças cardíacas e derrames humanos nos animais.Fato Animais não são modelos confiáveis para o estudo de doenças cardíacas e derrames humanos pois possuem um sistema vascular colateral no cérebro que permite que o sangue se desvie de coágulos; assim, os animais não sofrem derrames da mesma maneira que os seres humanos, nem os efeitos são os mesmos. "Muitos animais domésticos têm um sistema de vasos sangüíneos que filtra coágulos e outras substâncias que possam fluir para o cérebro." Além disso, os vivisseccionistas colocam grampos, usados em microcirurgia, nas artérias dos animais quando procuram simular um derrame. Esses grampos "afetam os vasos sangüíneos de forma totalmente artificial, jamais vista nos vasos sangüíneos de pessoas que sofreram derrame."Ratos e camundongos, os animais de laboratório mais usados em vivissecção, possuem — de acordo com o famoso vivissecionista agraciado com o Prêmio Nobel, Dr. Aléxis Carrel, do Instituto Rockefeller de Pesquisa Médica — "analogias muito remotas com o homem."Terceiro mito A descoberta da insulina se deve a experiências em animais.Fato Na realidade, as experiências em animais atrasaram a descoberta da insulina. O primeiro elo entre o pâncreas e o diabete foi estabelecido em 1788, sem experiências em animais, pelo Dr. Thomas Cawley, que examinou o corpo de um paciente que havia morrido de diabete. Antes ainda, em 1766, o Dr. Matthew Dobson já mostrara que a urina dos diabéticos contém muito açúcar. Infelizmente, essas descobertas valiosas foram mal aplicadas durante o século 19, quando pesquisadores tentavam produzir o diabete em animais, lesando suas glândulas pancreáticas. Eles "...falharam redondamente ao procurar obter resultados úteis, práticos ou importantes." Diz o Dr. M. Barron: "A descoberta da insulina foi erroneamente atribuída aos cientistas Banting e Best". O Professor Schafer, renomado fisiologista, havia apontado a insulina já em 1915 (seis anos antes das experiências de Banting e Best com cachorros).Quarto mito O aparelho para cirurgias de coração aberto deve seu sucesso a experiências em animais.Fato O primeiro aparelho desenvolvido em animais por John H. Gibbon, da Filadélfia, fracassou em seres humanos: os pacientes morreram. Foi a pesquisa clínica (sem animais) na Clínica Mayo que fez do aparelho um instrumento seguro para seres humanos.Quinto mito O desenvolvimento bem sucedido do marca-passo dependeu de experiências em animais.Fato O marca-passo original, desenvolvido em cachorros, foi um fracasso, causando dor e sofrimento aos pacientes. Só se tornou eficaz quando seu inventor, o Dr. Walton Lillihei, da Universidade de Minnesota, o adaptou e aperfeiçoou em seu trabalho clínico com defeitos do septo ventricular em crianças.Sexto mito Válvulas cardíacas foram desenvolvidas com sucesso em animais. Fato Os médicos Starr e Edward quase descartaram sua válvula quando descobriram que ela matava todos os cachorros da experiência. No entanto, funcionou em seres humanos. Ficou novamente comprovado que experiências em animais são enganosas. Sétimo mito Os conhecimentos sobre a pressão sangüínea e o sistema circulatório se originaram na vivissecção. Os medicamentos contra pressão alta também resultaram de pesquisas com animais.Fato As descobertas da circulação sangüínea, da pressão arterial e dos batimentos cardíacos tiveram sua origem nos estudos de William Harvey sobre o corpo humano (válvulas nas veias de cadáveres, além da observação do seu próprio braço).As experiências em animais relacionadas ao medicamento digitalina provaram ser (como sempre) profundamente enganosas e pura perda de tempo. Devido à vivissecção, os cientistas pensavam que a digitalina elevava a pressão pois era esse o efeito em cães. Estudos em seres humanos mostram, no entanto, que a digitalina faz baixar a pressão sangüínea e, hoje, ela é um dos principais medicamentos no combate à hipertensão.Outros medicamentos contra hipertensão, desenvolvidos através da vivissecção, causam muitos efeitos colaterais nas pessoas, tais como impotência sexual masculina, artrite, doenças do fígado, diabete, insuficiência cardíaca, senilidade e até mesmo a morte.Oitavo mito As pontes de safena devem sua existência à vivissecção.Fato Experiências em animais atrasaram as pontes de safena. "Como as características de coagulação sangüínea e válvulas coronárias dos cães são tão diferentes das nossas, as primeiras pessoas operadas morreram. O primeiro sucesso foi o trabalho do Dr. Kunlin na França, que nada teve a ver com pesquisas em animais", escreve o Dr. Emil Levin.Nono mito A vivissecção está vencendo o câncer. Fato Hoje, a incidência de câncer é altíssima, apesar de (ou por causa de) 100 anos de pesquisas em animais. Uma em cada três pessoas (e essa proporção está aumentando) na Grã-Bretanha sofre ou irá sofrer de câncer. "Não houve aumento nos índices de sobrevivência desde que começaram os registros", escreve o naturopata Patrick Rattigan em sua monografia sobre a fraude das pesquisas sobre o câncer. A quimioterapia e a radioterapia (usadas para "curar" o câncer) são terapias altamente tóxicas que, na realidade, podem causar câncer! Realizar pesquisas em animais com tumores induzidos artificialmente é totalmente ilusário e enganoso para a compreensão dessa doença (essencialmente nutricional e ambiental) no homem. O Dr. Linus Pauling, duas vezes agraciado com o Prêmio Nobel de Química, também afirma: "Todos deveriam saber que grande parte das pesquisas sobre o câncer é fraudulenta..." Para mais informações, entre em contato com a British Anti-Vivissection Association, P.O. Box 4746 London SE11 4XF, Inglaterra. As referências que correspondem a este artigo estão à disposição na TAPS

9 de abr de 2006



Feriado Cristão
Uma grande incoerência.

Como pode o ser humano que se diz cristão, comemorar uma data com a matança de seres inocentes?

Natal, páscoa, aniversário e até mesmo para comemorar um jogo de futebol, tudo é motivo para que um animal seja abatido, fatiado, moído e servido. Não bastasse tudo isso, em nosso país, temos de conviver com a farra do boi em Santa Catarina e os infindáveis churrasquinhos que se propagam pelos finais de semana. Afinal de contas, somos o maior produtor e exportador de carne do mundo!

Parece que Cristo veio ao mundo em vão. Os homens nada aprenderam. Quantos Cristos ainda teriam que vir ao mundo e doarem suas vidas para que a humanidade aprendesse o verdadeiro sentido e respeito à vida?

Sexta Feira Santa, um único dia sem carne(vermelha), é só isso que restou. Durante 364 dias do ano, o homem promove a maior carnificina que se tem notícia. Bilhões de animais são bárbaramente assassinados para satisfazer o insaciável paladar
humano.

Cultura, tradição, costume, necessidade da carne, são alguns dos argumentos usados por aqueles que se dizem cristãos. Tudo é festa, tudo é comemoração, e mais uma vez, o desprezo à vida.

Mais uma vez, os animais irão se reunir na mesma mesa. Os vivos em volta e os mortos no centro.

Viva a "bestialidade humana".

Feliz Páscoa para quem puder

7 de abr de 2006


SERÁ QUE FINALMENTE VAMOS TER O CUMPRIMENTO DA LEI?

01/04/2006 15:20Por: Redação -->Ultima Hora News
Oito são presos por organizar farra-do-boi em SC
O Ministério Público de Santa Catarina decretou a prisão de oito pessoas acusadas de organizar farra-do-boi, no município Garopaba (região sul catarinense). A decisão é inédita no estado e "inaugura uma nova forma de tratar o problema da farra do boi", considerou o promotor Fábio Fernandes de Oliveira Lyrio que formulou o pedido de prisão dos farristas.A prisão é temporária - cinco dias - e pode ser prorrogada por mais cinco dias. O grupo é acusado de formação de quadrilha, maus tratos contra animais, dano qualificado e crime contra a administração pública.

6 de abr de 2006


RESPEITÁVEL PÚBLICO
Animais são retirados de seus habitats naturais e são escravizados pelos donos de circos. Alguns são adquiridos em criadouros clandestinos e até autorizados. Pásmem! Muitos são capturados ainda bebês do convívio com sua mãe. Fome, sede, medo, dor, stress, privação de espaço, treinamentos intensivos, são alguns exemplos de maus tratos a que são submetidos por conta da miserável vida nos circos. Essa prática centenária tem que acabar!!! Os mercenários donos de circos já faturaram muito às custas dos animais com a esfarrapada desculpa de tradição familiar. Sem dúvida nenhuma, é uma tradição cruel passada de avô para neto,vide família Stankowich que há 155 anos explora animais. Qual é a graça de ver um tigre pulando um arco de fogo? Qual é a graça de ver um chimpanzé andando de bicicleta? Qual é a graça de ver um elefante subir num banquinho? Só mesmo a estúpida raça humana para se divertir com o sofrimento dos animais. Portanto, da próxima vez que você tiver a pretensão de ir ao circo, escolha um que não tenha animais.
NÃO SOMOS CONTRA O CIRCO, SOMOS CONTRA A ESCRAVIZAÇÃO DOS ANIMAIS. ACREDITAMOS QUE O VERDADEIRO ARTISTA CIRCENSE, TEM TALENTO SUFICIENTE, SEM PRECISAR DISPOR DE ANIMAIS.
Circo com animais... ou falta talento humano ou falta compaixão pelos animais.
Em muitas cidades brasileiras esta prática é proibida. Por exemplo: Araraquara - (SP), Atibaia - (SP), Avaré - (SP), Batatais - (SP), Bebedouro - (SP), Blumenau - (SC), Campinas (SP), Cotia - (SP), Florianópolis - (SC), Guarulhos - (SP), Itú - (SP), Jacareí - (SP), Montenegro - (RS), Olinda - (PE), Pernambuco - (PE), Porto Alegre - (RS), Recife - (PE), Rio de Janeiro - (RJ, proibido também em todo o estado), Rio Grande - (RS), Salto - (SP), Santa Maria - (RS), Santo André - (SP), Santos - (SP), São Leopoldo - (RS), São Paulo - (SP), São Vicente - (SP), Sorocaba - (SP), Ubatuba - (SP). Mas, ainda é muito pouco se considerarmos, a quantidade de municípios do nosso país. A Asfaci (associação de famílias e artistas circenses) recentemente, divulgou uma carta aberta destinada aos prefeitos de todos os municípios brasileiros, solicitando recepção digna aos artistas circenses e circos em suas cidades, com a alegação de que estão sendo, constantemente, prejudicados e discriminados com os mais diversos tipos de indeferimentos de alvarás para instalação e funcionamento. Sob o falso pretexto de levar alegria e diversão por todo o Brasil e apelando para o sensacionalismo quando diz que as crianças estão sendo impedidas de pisar num picadeiro, esqueceram apenas de citar um detalhe: A ESCRAVIZAÇÃO DOS ANIMAIS.
ESCREVAM PARA AS PREFEITURAS DE TODO O BRASIL PARA QUE NÃO ACREDITEM NESSA LOROTA.
BOICOTE CIRCO COM ANIMAIS!