21 de dez de 2006

LIBERTAR OS ANIMAIS, REUMANIZAR A VIDA






















OUTRO SER HUMANO É POSSÍVEL
Enxergar nas outras espécies seres que sentem e sofrem é um enorme passo para que o ser humano se livre das brutalidades que comete contra si mesmo.

http://diplo.uol.com.br/2006-08,a1387

10 de dez de 2006

10/12 DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS ANIMAIS PASSEATA EM SÃO PAULO NA AV. PAULISTA



















A todos os amigos que estiveram presentes na manifestação deste domingo, o meu agradecimento.

Pela primeira vez em São Paulo, o Dia Internacional dos Direitos Animais foi lembrado. Foi uma manifestação onde o número de pessoas que compareceram foi irrelevante diante da qualidade do evento.

Quero agradecer também ao Grupo VEDDAS , parceiro nesta empreitada, que deu um "show" de competência, assim como ao vereador Aurélio Miguel que, com seu grande apoio, nos proporcionou a realização de mais este evento em favor dos animais.

Tínhamos como principal objetivo levar ao conhecimento da população a triste realidade dos animais. Objetivo plenamente alcançado. Quase 10 mil folhetos informativos foram distribuídos na Paulista além de todas as faixas e banners que foram exibidas ao público.

http://community.webshots.com/album/556354281mXBiqE

Mais uma vez, aqueles que realmente se importam com os animais deram sua contribuição à nossa causa. Infelizmente, a grande maioria não se importa!

veja aqui as manifestações em outros países:
http://www.flickr.com/photos/animal_rights_day_2006/

5 de dez de 2006

NO PRÓXIMO DOMINGO...


















Nós os criamos, engordamos e matamos para nos servirem de alimento;

Testamos nossa curiosidade científica neles com o único propósito de beneficiar a nós mesmos;

Nós os roubamos de seus habitats para trancafiá-los em jaulas e gaiolas ou os exploramos em picadeiros e arenas para nos proporcionarem lucro e diversão;

Criamos e matamos para arrancar-lhes o couro e a pele, pela nossa ganância e futilidade;

Nós forçamos sua procriação para roubarmos seus filhotes e vendê-los como "animais de estimação";

A vida dos animais não-humanos não nos pertence. Assim como nós, eles possuem o interesse básico de não serem propriedade de ninguém. E, assim como nós, eles são capazes de sofrer.

Junte-se a nós Pelo fim da escravidão animal. Ajude-nos a devolver aos animais, aquilo que ninguém gostaria de perder: O DIREITO À VIDA, LIBERDADE E RESPEITO.

10 DEZEMBRO, DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS ANIMAIS

Os grupos de defesa dos direitos animais Pelo Fim do Holocausto Animal e VEDDAS (Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade) organizarão passeata em observação ao Dia Internacional dos Direitos Animais.(International Animal Rights Day – http://www.uncaged.co.uk/iard.htm). Desde 1998 a data é observada em diversos países. A manifestação será realizada pela primeira vez no Brasil. Além de São Paulo, o dia será lembrado em outras 16 cidades do país (Rio de Janeiro, Goiânia, São Carlos, Belo Horizonte, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Campo Grande, Florianópolis, Natal, Fortaleza, Salvador, Curitiba, Araraquara, Joinville, Brasília e Piracicaba).


Data/Horário: 10 de dezembro, a partir das 10 horas.
Local: Av. Paulista esq. Ministro Rocha e Azevedo

1 de dez de 2006

EIS QUE SE APROXIMA A FESTA DA NATIVIDADE



























Enfim é Natal...Será?
Tempo de paz, amor e alegria.Tempo de união, de caridade, abnegação e fraternidade.

Ao menos é isso o que ouvimos todos os anos; que é na época de Natal que o tal "Espírito Natalino", toma conta das pessoas deixando-as mais gentis,mais amigas e mais irmãs.Uma grande festa para quase todos.

Sim, quase todos participam da festa que deveria ser de alegria pelo nascimento do Salvador, o Cristo nascido num pequeno estábulo em Belém, cercado de pastores e de animais, que celebravam ali, a Natividade.

Árvores de Natal enfeitam as casas, presentes são trocados, há muita música, muita alegria e votos de muita Paz.

E eu pergunto agora: Qual a "Paz" que desejamos?

Por certo a paz intranqüila de nossos corações, quando nos sentarmos a mesa de Natal para comemorar a vinda do Cristo, tendo em nossos pratos, os corpos sacrificados de vários outros animais que matamos para festejar a "Vida".

Será que desejamos mesmo a paz?

Que paz teremos se diante de nós, muita dor, medo e desespero cerca nosso paladar?

Acredito que muitos ainda não tenham se dado conta disso, por acreditarem que Deus fez os animais para que nós, também filhos de Deus, os matássemos, para comemorar a vinda do Cristo.

Acredite, Deus jamais nos daria esse poder, mas sim a escolha entre deixá-los viver ou não.E nos escolhemos. É nessa época que aumenta, indiscriminadamente, as mortes desses seres inocentes, que Deus criou para evoluírem tal como nós.

Para quem de nós, será realmente Natal?Para os animais que dão a vida, mesmo sem querer, para saciar um paladar humano que se nega a crer que eles também sofrem diante da morte? Para nós que insistimos em comemorar a Vida com a Morte?Para quem de nós, será realmente Natal?Por certo não para eles.Pra eles essa época, o Nascimento do Cristo, que para nós significa paz, amor e esperança, para eles significa apenas medo, dor e morte.Para eles é uma época aterrorizante, temida e indesejável.

Para quem de nós, será realmente Natal? Para o Cristo que todos os anos assiste ao mesmo massacre em seu nome?

Lembro-me agora de um conto de Natal, onde a família, reunida à mesa cantava um Glória a Deus; em seus pratos, os corpos de muitos animais, perus, frangos, porcos, bezerros e diante da mesa, encolhido e solitário, um homem, invisível a todos, chorava, não pela alegria da celebração, mas pela morte de muitos inocentes.

Nós temos em nossas mãos uma escolha: Fazer Jesus alegrar-se ou calar-se em lágrimas diante da dor de outros filhos de Deus, sim, porque tudo que há no mundo é Criação Divina e no Natal, a morte de muitos desses pequeninos filhos de Deus aumenta.Para eles, não existe a festa da Natividade, pois natividade é vida e esses filhos de Deus, encontrarão no Natal, apenas a morte.

A escolha ainda é sua. Comemorar a vida com a morte, ou festejar a vida com a vida, fazendo Jesus sorrir nesse Natal. Natal é vida, para todos os filhos de Deus.

Simone Nardi

30 de nov de 2006

10 DEZEMBRO DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS ANIMAIS

















10 DEZEMBRO - DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS ANIMAIS
Os grupos de defesa dos direitos animais "Pelo Fim do Holocausto Animal" e VEDDAS (Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade) organizarão passeata em observação ao Dia Internacional dos Direitos Animais.(International Animal Rights Day – http://www.uncaged.co.uk/iard.htm). Desde 1998 a data é observada em diversos países. A manifestação será realizada pela primeira vez no Brasil. Além de São Paulo, o dia será lembrado em outras 16 cidades do país (Rio de Janeiro, Goiânia, São Carlos, Belo Horizonte, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Campo Grande, Florianópolis, Natal, Fortaleza, Salvador, Curitiba, Araraquara, Joinville, Brasília e Piracicaba).
Local: Av. Paulista X Min. Rocha Azevedo
Horário: a partir 10h.
VENHA LUTAR POR AQUELES QUE NÃO PODEM SE DEFENDER

27 de nov de 2006

10 DEZEMBRO DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS ANIMAIS



















Os grupos de defesa dos direitos animais "PELO FIM DO HOLOCAUSTO ANIMAL e VEDDAS (Vegetarianismo, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade) convidam para a passeata do Dia 10 Dezembro DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS ANIMAIS.
Local: Av. Paulista X Min. Rocha Azevedo a partir das 10h
JUNTE-SE A NÓS
PELOS ANIMAIS

25 de nov de 2006

25 de novembro DIA MUNDIAL SEM CARNE (Meatless Day)
















Cinema vegetariano
Com “Fast food nation”, de Richad Linklater, e o novo e quase mudo documentário “Our daily bread”, de Nikolaus Geyrhralterm, os espectadores mais refinados talvez nunca mais queiram comer. Stuart Klawans, o excelente crítico do “Nation”, comparou “Our daily bread” com “2001: Uma odisséia no espaço”, de Stanley Kubrick, enquanto eu me lembrei de “Matrix”. Uma difernça geracional, eu suponho. Qualquer que seja sua escolha de similares na ficção científica, o filme de Geyrhalter é um estudo assustador, sem entrevistas e em widescreen sobre a produção industrial de alimentos.
Sim, muito do filme é perturbador: nós vemos vacas, porcos e galinhas trucidados, girassóis banhados pro agrotóxicos, salmões de criação sugados por uma enorme mangueira, tomates e pimentas colhidos por veículos robotizados. Seja qual for sua conclusão sobre essa história, a parte realmente inquietante é a presença de humanos - quase sem expressão em suas roupas de astronauta e botas de borracha - movendo-se nessa perfeita, anti-séptica paisagem de morte. Nesta semana, estrearam nos Estados Unidos dois filmes que atacam frontalmente os métodos da indústria alimentícia – analisados pelo crítico Andrew O’Hehir na revista eletrônica Salon. A maior produção é “Fast food nation” (”A nação do fast food”), de Richard Linklater (”Antes do amanhecer”), adaptação livro do best seller homônimo de Eric Schlosser sobre os podres (muitas vezes literais) das grandes cadeias de lanchonetes americanas. Em um certo sentido, é um complemento ficcional a “Super size me - A dieta do palhaço”, o documentário de Morgan Spurlock sobre os malefícios da comida do McDonalds.
Na trama, o relações-públicas de uma dessas empresas (Greg Kinnear) tenta contornar os danos de imagem causados por uma pesquisa que aponta uma grande quantidade de coliformes fecais de seus hambúrgueres. Mas a metralhadora giratória do filme atinge também assuntos como a exploração de imigrantes nas lanchonetes, a epidemia de obesidade infantil e a promíscua relação de Hollywood com as redes de fast food (tema de uma boa reportagem do “Los Angeles Times”).
Mas o filme mais interessante parece ser mesmo “Our daily bread” (O pão nosso de cada dia), do austríaco Nikolaus Geyrhralterm. O documentário reúne cenas da produção industrial de alimentos na Europa, que impressionam tanto pelo uso intensivo da tecnologia quanto pela indiferença dos trabalhadores em relação ao sofrimento dos animais.
“Our daily bread” confia exclusivamente no poder de suas imagens. Não há entrevistas, nem trilha sonora. O filme foi definido como o “2001″ da produção de alimentos, por suas imagens futuristas e assépticas, mas lembra muito também “Koyaanisqatsi” (1982), de Godfrey Reggio, pela coleção de cenas de grande força visual, que prescindem das palavras. Para entender o conceito, vale a pena ver os quatro trechos do filme reunidos aqui.
http://www.ourdailybread.at/jart/projects/utb/website.jart?rel=en&content-id=1130864824948
“Fast food nation” e “Our daily bread” são importantes por conscientizar o público sobre a forma como são criados, mortos e vendidos os animais que comemos. Nem todos seus espectadores se converterão ao vegetarianismo, mas muitos pensarão duas vezes antes de comer o próximo bife. Os dois fazem parte de uma série de filmes que elegeram a qualidade dos alimentos e a crueldade com os animais como seu tema central. No mês passado, por exemplo, foi realizado na Nova Zelândia o primeiro Festival do Filme Vegetariano.
No Brasil, o principal representante desse movimento é o filme “A carne é fraca”, produzido pelo Instituto Nina Rosa, que dá bons motivos ambientais, de saúde e de respeito aos animais para se tornar um vegetariano. O filme pode ser comprado no site do instituto, alugado em locadoras ou visto na íntegra, dividido em seis partes, no YouTube. Apesar da simplicidade da produção, o filme foi responsável pela conversão ao vegetarianismo de diversas pessoas, principalmente por causa das cenas de matança de animais.
por RICARDO CALIL

20 de nov de 2006

BANDEJA DE CARNE HUMANA

















Protesto realizado em 19/11 contra o consumo de carnes promovido pelo grupo VEDDAS
(Vegetarianismo, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade)
na frente do Mc Donalds da Av. Paulista em São Paulo.

http://www.guiavegano.com.br/galeria/displayimage.php?pos=-4446

16 de nov de 2006

NO FUR



LIBERTAÇÃO ANIMAL























O que os animais esperam de nós?

Temos que refletir o quanto nós podemos fazer pelos animais de todas as espécies que são vítimas do especismo humano. O Holocausto Animal é real. Acontece todos os dias nos quatro cantos do planeta. A crueldade a que são submetidos esses seres tão lindamente perfeitos há muito extrapolou a fronteira do imaginável. Temos presenciado fatos que vão além de nossa imaginação.

Enquanto nos comportarmos como meros espectadores, a sucessão de atrocidades vai continuar. Seja para sua alimentação, seja para sua diversão, seja para o seu conhecimento científico, seja por pura futilidade ou maldade, o especismo humano não tem limites. Não basta ser um ativista virtual, diante de um computador. Não basta esperar por leis ou mudanças que dificilmente acontecerão. Nossos políticos estão preocupados em enriquecer cada vez mais às custas do sacrifício do povo que os elegeu. A própria história de nosso país nos ensina que somente com o povo nas ruas as mudanças acontecem.

A união de todos se faz necessária e urgente. Independentemente de ong, religião ou politica, temos que trilhar um único caminho: o fortalecimento de nossos ideais. O caminho da "Libertação Animal" espera por nós.

Embora, às vezes, as coisas pareçam difíceis, as ações se tornam necessárias. Os animais esperam que nós não nos acovardemos e tenhamos a coragem de agir. Eles não suportam mais esperar! Mesmo que sejamos tachados de ecoterroristas, de românticos, de malucos. Ainda que sejamos caçados, não podemos desistir de nossa luta e de nossos ideais se quisermos contemplar algum futuro para o planeta, para os animais e para a própria raça humana. É preciso colocar um freio na maldade humana. O homem precisa rever os seus conceitos. Indo além, o homem precisa criar novos valores e conceitos.
Na sua busca desenfreada por dinheiro, o homem só vai parar quando o último rio for poluído, quando a última floresta for desmatada, quando a última espécie animal for extinta. Só então ele vai descobrir que foi preciso matar a todos e destruir a natureza para saber que condenou a si próprio.
Os governantes de cada país, tem que entender que nossa luta é pela paz. Paz para todos os seres deste planeta. Ativismo não é terrorismo.
"Viva a Libertação Animal"
Fábio Paiva

14 de nov de 2006

A PARTIR DE AGORA, DEFENSORES DOS DIREITOS DOS ANIMAIS SÃO CONSIDERADOS TERRORISTAS NOS ESTADOS UNIDOS


















Seis congressistas norte-americanos acabaram de mudar a face dos protestos em defesa dos direitos animais nos EUA (o que certamente nos afetará quando for chegada a hora de debater o tema por aqui).

A votação foi chamada de última hora e ainda assim houve enorme manifestaçao conforme manda a cartilha, com telefonemas e etc. Mas a vontade corporativa que explora e tortura os animais não-humanos prevaleceu.

Para quem não sabe do que se trata a AETA, leia http://www.greenisthenewred.com/blog/aeta-analysis-109th .
Basicamente, se essa lei existisse quando Martin Luther King estava vivo, ele teria sido preso e condenado como um terrorista.

George Guimarães
nutriveg@terra.com.br

AETA PASSED BY HOUSE
For an eye witness account of what happened today, please read Will Potter's blog:http://www.greenisthenewred.com/blog/2006/11/13/aeta-passes-house-recap/
Following are Alex Hershaft's comments about his day on the hill:
Today, a dozen of us from Equal Justice Alliance, FARM, League of Humane Voters, and Compassion Over Killing spent five hours visiting Congressional offices and urging them to vote against AETA, which had been scheduled over the weekend for a sudden vote at 6:30 pm. We were carrying suporting statements from the National Lawyers Guild, the New York City Bar Association, and the Natural Resources Defense Council. At each office, we were told that the mail and calls were running overwhelmingly in our favor.

Around 3pm, one of the legislative aides said that the bill was just being debated on the House floor. He gave me a pass, and I rushed to the Capitol across the street. I was astonished to see only about six House members present. House Judiciary Chairman Sensenbrenner spoke in favor of AETA, quoting Jerry Vlasak's and other's past extreme statements. Dennis Kucinich joined in abhorring violence, but noted that the bill infringed on civil liberties of people conducting civil disobedience or undercover investigations. Sensenbrenner invoked lack of opposition from the ACLU. Then the chair called for a voice vote, and Kucinich cast the only no vote. It was all over in 15 minutes.

After the vote, I rode the elevator with Sensenbrenner and chief AETA sponsor Petri. I told them I was there to lobby against their bill. Sensenbrenner replied "don't blame me; I was just managing the bill for this guy," pointing to Petri, who smiled sheepishly. The whole thing was absolutely surreal.

We played the game by their rules, we generated an overwhelming outpouring of opposition to the bill on short notice, and they kicked us in the face through underhanded maneuvers. Then they wonder why people lose faith in the system and take the law into their own hands. Today, Congress brought shame on itself by turning animal activists into "terrorists."WAR will post a position statement on the passage of this heinous piece of legislation soon.Thanks to all of you who made phone calls. Sorry we wasted your time. It won't happen again, trust me.....Camille
"Words mean nothing.....action is everything"
For more info contact Win Animal Rights at:
centcom@war-online.org
Call: 646.267.9934 or visit the WAR website at:
http://war-online.org/

8 de nov de 2006

CERIMÔNIA DIA DE FINADOS EM HOMENAGEM AOS ANIMAIS MORTOS



Os grupos Anti-Especismo "AnimaNaturalis Brasil" e "GAE"
de Porto Alegre/RS, encenaram uma cerimônia no Dia de Finados.

Os freqüentadores de uma das mais tradicionais churrascarias de Porto Alegre almoçaram com uma desagradável sensação neste dia de finados: a de saberem que seus estômagos estavam sendo considerados cemitérios.

4 de nov de 2006

RELEMBRANDO UM HERÓI













BARRY HORNE, ativista da ALF (Animal Liberation Front), morreu na prisão em 5 de novembro de 2001, após sucessivas greves de fome. Barry foi condenado a 18 anos de prisão, após cometer vários atentados contra companhias envolvidas com a vivissecção.
http://www.barryhorne.org/

3 de nov de 2006

UMA VERDADE INCONVENIENTE - An Inconvenient Truth

Dirigido por Davis Guggenheim, mais conhecido pelo ficcional seriado de
TV 24 Horas, o documentário traz dados científicos e alarmantes, sugerindo o fim da civilização.
Al Gore mostra de forma didática, mas envolvente como o aquecimento global, confirmado com as excepcionais subidas de temperatura, já está afetando todo o planeta.
Isso inclui o degelo das calotas polares, as secas prolongadas e a elevação do nível do mar. A tragédia do furacão Katrina que devastou Nova Orleans em agosto do ano passado, seria apenas uma amostra do que está por vir.
Exibido no Festival de Cannes em 2006, fora de competição.

2 de nov de 2006

SER VEGANO É RESPEITAR AS DIFERENÇAS

O DIA EM QUE O HOMEM ENCONTROU SEU PREDADOR




O Planeta Fantástico, título em inglês de "Sauvage Planète" uma película 1973 de ficção animada dirigida por René Laloux. A película era uma produção internacional entre França e Tchecoslováquia e foi distribuída nos Estados Unidos por Roger Corman. Ganhou o prêmio Jury Especial no Festival da película de Cannes em 1973. A história é baseada em uma novela do escritor francês Stefan Wul. A película descreve um futuro em que os seres humanos, denominados “Oms”, foram trazidos pelo Draags gigantes ao seu planeta, onde são mantidos como animais de estimação (com colares). Os Draags são seres dez vezes maiores do que os humanos, com pele azul, e olhos enormes. Alguns humanos são criados e domesticados como animais de estimação, outros vivem selvagens nos parques, e são eliminados periodicamente.
QUALQUER SEMELHANÇA COM O TRATAMENTO QUE O HOMEM IMPÕE AOS ANIMAIS NÃO É MERA COINCIDÊNCIA.

27 de out de 2006

UMA QUESTÃO DE COERÊNCIA
















1- Evitar carne é um dos melhores e mais simples caminhos para cortar a ingestão de gorduras. A criação moderna de animais provoca artificialmente a engorda para obter mais lucros. Ingerir gordura animal aumenta suas chances de ter um ataque cardíaco ou desenvolver câncer.

2- A cada minuto todos os dias da semana, milhares de animais são assassinados em abatedouros. Muitos sangram vivos até morrer. Dor e sofrimento são comuns. Só nos EUA, 500.000 (meio milhão) de animais são mortos a cada hora!

3- Há milhões de casos de envenenamento por comida relatados a cada ano. A vasta maioria é causada pela ingestão de carne.

4- A carne não contém absolutamente nada de proteínas, vitaminas ou minerais que o corpo humano não possa obter perfeitamente de uma dieta vegetariana.

5- Os países africanos - onde milhões morrem de fome - exportam grãos para o primeiro mundo para engordar animais que vão parar na mesa de jantar das nações ricas.

6- "Carne" pode incluir rabo, cabeça, pés, reto e a coluna vertebral de um animal.

7- Uma salsicha pode conter pedaços de intestino. Como alguém pode estar certo que os intestinos estavam vazios quando utilizados? Você realmente quer comer o conteúdo do intestino de um porco?

8- Se comêssemos as plantas que cultivamos ao invés de alimentar animais para corte, o déficit mundial de alimentos desapareceria da noite para o dia. Lembre-se que 100 acres de terra produzem carne suficiente ara 20 pessoas, grãos suficientes para alimentar 240 pessoas!

9- Todos os dias dezenas de milhões de pintinhos de apenas 1 dia de vida são mortos apenas por que não podem botar ovos. Não há regras para determinar como ocorre a matança. Alguns são moídos vivos ou sufocados até a morte. Muitos são utilizados como fertilizantes ou como ração para alimentar outros animais.

10- Os animais que morrem para a sua mesa de jantar morrem sozinhos, em pânico e terror, em profunda depressão e em meio a grande dor. A matança é impiedosa e desumana.

11- É muito mais fácil ser e manter-se elegante quando se é vegetariano.

12- Metade das florestas tropicais do mundo foram destruídas para fazer pasto para criar gado para fazer hambúrguer. Cerca de 1000 espécies são extintas por ano devido à destruição das florestas tropicais.

13- A cada 6 segundos alguém morre de fome por que pessoas no Ocidente estão comendo carne. Cerca de 60 milhões de pessoas morrem de fome por ano. Todas essas vidas poderiam ser salvas, porque estas pessoas poderiam estar comendo os grãos usados para alimentar animais de corte se só os norte-americanos comessem 10% a menos de carne.

14- As reservas de água fresca do mundo estão sendo contaminadas pela criação de gado de corte. E os produtores de carne são os maiores poluidores das águas. Se a indústria de carne no EUA não fosse subsidiada em seu enorme consumo de água pelo governo, algumas gramas de hambúrguer custariam US$ 35.

15- Se você come carne, está consumindo hormônios que foram administrados aos animais. Ninguém sabe os efeitos que estes hormônios causam à saúde. Em alguns testes, um em cada 4 hambúrgueres contém hormônios de crescimento originalmente administrados ao gado.

16- As seguintes doenças são comuns em comedores de carne: anemias, apendicite, artrite, câncer de mama, câncer de cólon, câncer de próstata, prisão de ventre, diabetes, pedras na vesícula, gota, pressão alta, indigestão, obesidade, varizes. Vegetarianos há longo tempo visitam hospitais 22% menos que carnívoros e por pouco tempo. Vegetarianos têm 20% menos colesterol que carnívoros e isso reduz consideravelmente ataques cardíacos e câncer.

17- Alguns produtores usam calmantes para manter os animais calmos. Usam antibióticos para evitar ou combater infecções. Quando você come carne, está ingerindo estas drogas. Na América do Norte 55% de todos os antibióticos são dados a animais de corte, e a porcentagem de infecções por bactérias resistentes a penicilina avançou de 13% em 1960 para 91% em 1998.

18- Num período de vida um comedor de carne médio terá consumido 36 porcos, 36 ovelhas e 750 galinhas e perus. Você deseja tanta carnificina em sua consciência?

19- Os animais sofrem dor e medo como nós. Passam as últimas horas de sua vida trancados em um caminhão, encerrados com centenas de outros animais, igualmente apavorados, e depois são empurrados para um corredor da morte ensopado de sangue. Quem come carne sustenta o modo como os animais são tratados.

20- Animais com um ano de vida são freqüentemente muito mais racionais - e capazes de pensamento lógico do que bebês humanos de 6 semanas. Porcos e ovelhas são muito mais inteligentes do que criancinhas. Comer esses animais é um ato bárbaro.

21- Vegetarianos são mais aptos fisicamente do que comedores de carne. Muitos dos mais bem-sucedidos atletas do mundo são vegetarianos.

IRREVERSÍVEL, NÃO TEM MAIS VOLTA, O PLANETA ESTÁ CONDENADO À MORTE.


















Entrevista com James Lovelock
Revista Veja / ed. 1979 de 25/10/2006
Por Diogo Schelp
O cientista inglês que considera a Terra um organismo vivo diz que só a energia nuclear pode adiar o desastre.
O aquecimento global já passou do ponto sem volta. A situação se tornará insuportável lá por 2040.

O inglês James Lovelock é um cientista com contribuições a áreas tão distintas do conhecimento que é difícil classificá-lo em uma única especialidade. É também um dos mais controvertidos. Sucesso entre os ambientalistas, sua criação mais conhecida, a Hipótese Gaia, é criticada pelos cientistas. Segundo essa teoria, que Lovelock desenvolveu quando trabalhava para a Nasa, nos anos 60, a Terra é um organismo dotado da capacidade de se manter saudável e tem compromisso com todas as formas de vida – e não necessariamente com apenas uma delas, o homem. Lovelock é o inventor do aparelho que permitiu detectar o acúmulo do pesticida DDT nos seres vivos, razão pela qual se interrompeu o uso da substância. O aparelho também ajudou a identificar o CFC, gás utilizado em aerossóis, como o responsável pela destruição da camada de ozônio, o que levou a sua proibição. Lovelock acredita que o equilíbrio natural foi rompido pelo aquecimento global, tese desenvolvida no livro A Vingança de Gaia, publicado neste ano em seu país. O cientista concedeu esta entrevista a VEJA de sua casa em Devon, na Inglaterra, onde, aos 87 anos, faz pesquisas em um laboratório particular.
Veja – Quando o aquecimento global chegará a um ponto sem volta?
Lovelock – Já passamos desse ponto há muito tempo. Os efeitos visíveis da mudança climática, no entanto, só agora estão aparecendo para a maioria das pessoas. Pelas minhas estimativas, a situação se tornará insuportável antes mesmo da metade do século, lá pelo ano 2040.
Veja – O que o faz pensar que já não há mais volta?
Lovelock – Por modelos matemáticos, descobre-se que o clima está a ponto de fazer um salto abrupto para um novo estágio de aquecimento. Mudanças geológicas normalmente levam milhares de anos para acontecer. As transformações atuais estão ocorrendo em intervalos de poucos anos. É um erro acreditar que podemos evitar o fenômeno apenas reduzindo a queima de combustíveis fósseis. O maior vilão do aquecimento é o uso de uma grande porção do planeta para produzir comida. As áreas de cultivo e de criação de gado ocupam o lugar da cobertura florestal que antes tinha a tarefa de regular o clima, mantendo a Terra em uma temperatura confortável. Essa substituição serviu para alimentar o crescimento populacional. Se houvesse 1 bilhão de pessoas no mundo, e não 6 bilhões, como temos hoje, a situação seria outra. Agora não há mais volta.
Veja – Um estudo recente concluiu que a temperatura média da Terra vai aumentar 2 graus até o fim do século. O senhor concorda?
Lovelock – Os cientistas que fazem essas previsões baixas estudam a atmosfera como se ela fosse algo inerte. É um cálculo estanque, baseado na crença de que o aquecimento é diretamente proporcional à quantidade de gás carbônico jogada na atmosfera. A realidade é bem mais complexa. Todos os seres vivos do planeta reagem às mudanças que provocamos e as amplificam. Há previsões mais confiáveis de um aumento de até 6 graus até o fim do século. Essa vai ser a média global. Em algumas regiões, o aumento de temperatura será ainda maior.
Veja – O senhor vê o aquecimento global como a comprovação de que sua teoria está certa?
Lovelock – O aquecimento global pode ser analisado com base na Hipótese Gaia, e, por isso, muitos cientistas agora estão se vendo obrigados a aceitar minha teoria. Ela diz que todos os organismos, agindo em conjunto, formam um sistema ativo cujo objetivo é manter a Terra habitável. Nos oceanos, algumas algas utilizam o carbono do ar no seu crescimento e liberam outros gases que formam nuvens sobre a atmosfera. As nuvens ajudam a defletir os raios solares. Sem elas, a Terra seria um lugar muito mais quente e seco. Essas algas estão morrendo com o aumento da temperatura dos oceanos. Esse é apenas um exemplo de como a capacidade auto-reguladora do sistema Gaia está sendo rompida.
Veja – O aquecimento global vai levar a uma nova fase da seleção natural da espécie humana?
Lovelock – Sim. Pela Hipótese Gaia, qualquer organismo que afeta o ambiente de maneira negativa acabará por ser eliminado. Como o aquecimento global foi provocado pelo homem, está claro que corremos o risco de ser extintos. Até o fim do século, é provável que cerca de 80% da população humana desapareça. Os 20% restantes vão viver no Ártico e em alguns poucos oásis em outros continentes, onde as temperaturas forem mais baixas e houver um pouco de chuva. Na América Latina, por exemplo, esses refúgios vão se concentrar na Cordilheira dos Andes e em outros lugares altos. O Canadá, a Sibéria, o Japão, a Noruega e a Suécia provavelmente continuarão habitáveis. A maioria das regiões tropicais, incluindo praticamente todo o território brasileiro, será demasiadamente quente e seca para ser habitada. O mesmo ocorrerá na maior parte dos Estados Unidos, da China, da Austrália e da Europa. Não será um mundo agradável. As condições de sobrevivência no futuro serão muito difíceis. Essa é a vingança de Gaia, uma expressão que uso apenas como metáfora, não como argumento científico.
Veja – O que vai acontecer com quem permanecer nesses lugares?
Lovelock – A maioria vai morrer de fome. Não é só uma questão de aumento de temperatura. Com a mudança climática, será impossível cultivar alimentos ou criar animais de abate, porque simplesmente não haverá chuva ou água para a irrigação. O Rio Ganges, na Índia, por exemplo, está tendo seu volume reduzido e logo irá desaparecer. Quem conseguir migrar para os poucos oásis que sobrarem ou para as regiões mais frias ao norte do globo viverá em condições semelhantes às de muitos africanos hoje: haverá escassez de comida e pouca água. As guerras do futuro serão uma conseqüência do aquecimento global. Quando a China se tornar inabitável, seus moradores não vão simplesmente sentar e esperar a morte. Eles vão migrar para a Rússia. Há espaço para essas pessoas na Sibéria, mas duvido que essa migração aconteça pacificamente.
Veja – Será possível se recuperar dessa situação?
Lovelock – A Terra vai se recuperar. Há 55 milhões de anos ocorreu um evento muito parecido com o que está acontecendo agora. Naquele tempo, houve uma emissão acidental de uma quantidade de dióxido de carbono equivalente à que está sendo produzida hoje pela ação humana. A temperatura da Terra elevou-se em 8 graus nas regiões temperadas e em 5 graus nos trópicos. Os seres vivos migraram para as regiões polares e ficaram centenas de milhares de anos por lá. Quando a temperatura global voltou a cair, eles migraram de volta. O sistema Gaia, portanto, não está ameaçado, mas vai levar 200 000 anos para voltar a ser como é. Para nós, humanos, isso é muito tempo.
Veja – Muitos cientistas estão preocupados com a diminuição da biodiversidade. O senhor também está?
Lovelock – Não. A perda de biodiversidade é apenas um sintoma das mudanças climáticas. Os biólogos se preocupam com isso porque eles adoram colecionar espécies. Na verdade, os ecossistemas mais saudáveis são aqueles com pouca biodiversidade. Muito mais grave é o risco de quase extinção enfrentado pela humanidade.
Veja – Não há nada que se possa fazer?
Lovelock – A única opção é substituir as fontes de energia mais comuns por usinas nucleares, mais limpas do que hidrelétricas ou termoelétricas. O gás carbônico vai nos matar se não fizermos nada a respeito. As pessoas têm medo do lixo atômico, mas isso é um mito. A quantidade de resíduos produzida pelas usinas nucleares é irrisória e não causa grandes problemas ambientais. A energia nuclear, no entanto, não é uma solução, e sim uma medida para ganharmos tempo. A roda do aquecimento global já está em movimento, e não há como freá-la.
Veja – É mais fácil se livrar de lixo atômico do que de gás carbônico?
Lovelock – Infinitamente mais. Cem gramas de urânio equivalem a 200 toneladas de carvão, em termos de energia gerada. Com 100 gramas de urânio não se produzem mais do que 100 gramas de lixo atômico, enquanto a poluição emitida pela queima de 200 toneladas de carvão é de 600 toneladas de dióxido de carbono. Entre 100 gramas e 600 toneladas de resíduos, é óbvio que o carbono é um problema maior.
Veja – E quanto aos riscos de acidentes nucleares, como o da usina de Chernobyl, em 1986?
Lovelock – Chernobyl é uma grande mentira. A ONU enviou três equipes de cientistas a Chernobyl para ver quantas pessoas realmente morreram em conseqüência do acidente. A resposta é 56 mortos, no máximo. Foi o tipo de acidente nuclear que apenas podia acontecer naqueles velhos tempos da União Soviética, em que as usinas eram administradas de maneira irresponsável. As estatísticas das usinas nucleares ao redor do mundo são impressionantes. Elas produzem energia com uma segurança maior do que qualquer outra indústria energética. O perigo de acidentes não é nada comparado aos efeitos do aquecimento global. As pessoas estão perdendo o contato com o mundo natural e por isso há saudosismo, um desejo inconsciente de volta à natureza. A ciência e a tecnologia passaram a ser rejeitadas e classificadas como ruins para o ambiente. É o que acontece com as plantas geneticamente modificadas e com a energia atômica. Vivemos em uma sociedade hipocondríaca.
Veja – No Brasil, a maioria dos carros novos funciona com álcool combustível. O biocombustível é uma boa forma de reduzir a emissão de gases do efeito estufa?
Lovelock – Essa provavelmente é das coisas menos sábias a fazer. Para produzir a cana-de-açúcar para o biocombustível, é preciso ocupar o espaço dedicado à produção de alimentos ou derrubar florestas, que ajudam a regular o clima. Isso é contraprodutivo. É mais inteligente usar a energia nuclear para produzir hidrogênio como combustível para os carros. Alguns anos atrás, muitos cientistas achavam que o biocombustível era o caminho certo a seguir. Agora que sabemos quão sério é o problema do aquecimento global, percebemos que essa não é a melhor solução. Nós, cientistas, devemos pedir desculpas ao povo brasileiro.
Veja – Qual sua opinião sobre o conceito de desenvolvimento sustentado, pelo qual se explora o ambiente sem lhe provocar danos?
Lovelock – Acho uma idéia adorável. Se a tivéssemos aplicado 200 anos atrás, quando havia apenas 1 bilhão de pessoas no mundo, talvez não estivéssemos na situação em que estamos hoje. Agora é tarde demais. Não há mais espaço para nenhum tipo de desenvolvimento. A humanidade tem de regredir. Em algumas décadas, quem conseguir se mudar para regiões melhores, com temperaturas mais amenas, terá uma chance de sobreviver.
Veja – Qual sua opinião sobre a proposta de colocar um escudo solar em órbita, para devolver ao espaço os raios de sol?
Lovelock – Não é uma má idéia. Esse escudo ficaria entre o Sol e a Terra e poderia desviar 3% dos raios solares e, dessa forma, reduzir o calor na atmosfera. Trata-se de uma medida relativamente rápida de ser implementada e custaria menos que a Estação Espacial Internacional. O escudo solar poderia nos dar um pouco mais de tempo, mas não seria a cura para o problema do aquecimento global.
Veja – A destruição da Amazônia é a maior vilã do aquecimento global?
Lovelock – Não. O sudeste da Ásia está sofrendo uma destruição comparável à da Amazônia. A Indonésia tem provocado tanto dano às florestas quanto o Brasil. Uma medição feita no passado mostrou que as queimadas indonésias liberaram 40% de todo o gás carbônico produzido no mundo em um ano. Os brasileiros não devem se sentir os únicos culpados pelo desastre que estamos prestes a vivenciar. Temos todos uma parcela igual de culpa.
Veja – Por que a ciência levou tanto tempo para perceber a gravidade da mudança climática?
Lovelock – A comunidade científica estava muito engajada em um outro problema: a destruição da camada de ozônio. Era uma questão fácil de resolver, porque os produtos industriais que estavam provocando o buraco na camada podiam ser substituídos por outros, inofensivos. Só em 2001, em uma convenção em Amsterdã, na Holanda, os pesquisadores concordaram que o aquecimento é um fenômeno global. Naquele ano, eles finalmente aceitaram a tese de que a Terra é um sistema que se auto-regula, indiretamente concordando com a minha Hipótese Gaia.
Veja – Alguns cientistas dizem que suas opiniões são apocalípticas e por isso não podem ser levadas a sério. O que o senhor diz a eles?
Lovelock – Não há nenhum dado no meu livro diferente daqueles contidos no relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, da ONU. A diferença é que eu apresentei os fatos de uma forma compreensível para os leigos. Os cientistas estudam o aquecimento global de maneira fragmentada e acabam tendo dificuldade de desenvolver uma visão geral do fenômeno.

24 de out de 2006

ISLÂNDIA RETOMA CAÇA ÀS BALEIAS APÓS 21 ANOS


Baleeiros islandeses romperam uma proibição internacional de 21 anos à caça de baleias neste sábado(21/10), quando arpoaram a primeira baleia em águas finlandesas desde que uma moratória foi imposta em 1985, disse um porta-voz dos baleeiros.
As baleias fin são vistas como uma espécie em extinção na "Lista Vermelha", compilada pela União de Proteção Mundial, mas a Islândia diz que há muitos animais da espécie no norte do Atlântico.
Reykjavik decidiu na terça-feira pegar nove baleias fin e 30 baleias minke nos 12 meses que se encerram em 31 de agosto de 2007, apesar da moratória imposta em 1985 pela Comissão Internacional de Baleias.
"Uma baleia fin foi pega hoje e será trazida amanhã (domingo)", disse Rune Froevik, porta-voz da High North Alliance, com sede na Noruega, que representa os interesses dos caçadores e das comunidades de pescadores do Ártico. Ele disse que a baleia era um espécime grande. A carne da baleia é muito apreciada.
A Islândia, que caça baleias minke desde 2003 como parte de uma pesquisa científica, juntou-se à Noruega como a única nação que autoriza o comércio de baleia. O Japão permite a caça a baleias, mas diz que ela tem propósitos de pesquisa.
Muitos países dizem que o número de baleias ainda é muito incerto para que se liberte a caça ao mamífero, ou argumentam que o modo como a caça é feita é cruel para as baleias.
As baleias azuis, maiores do que qualquer dinossauro, estão entre as espécies que estão à beira da extinção por causa da caça. Já as nações caçadoras argumentam que o número de algumas espécies já está recuperado desde a moratória. A Islândia diz que há cerca de 70 mil baleias minke e 25,8 mil baleias na região central do Atlântico Norte.
Reuters

ENQUANTO UNS MATAM, OUTROS PROTEGEM

IMPERDÍVEL ESTE VÍDEO

http://www.bbdolab.be/wworks/?GUID=E512B563-899F-4B63-BE86-45044F0A28A5

19 de out de 2006

O GATO QUE VEIO PARA O NATAL






















Cleveland Amory (1917 - 15/10/98) foi um escritor que dedicou sua vida à defesa dos direitos dos animais. Amory foi o co-fundador da Humane Society of the United States e fundador do Fund for Animals. Também foi o presidente de NEAVS (New England Anti Vivisection Society) de 1987 a 1998. Em "O GATO QUE VEIO PARA O NATAL" seu livro mais conhecido no Brasil, Cleveland narra toda sua experiência ao longo dos anos de convivência com "Polar Bear", um gato branco que ele resgatou das rua de Nova Iorque em 1977. Cleveland Amory faleceu em 15 de outubro de 1998, com 81 anos. Está enterrado ao lado de seu gato "Polar Bear" no santuário para animais de sua propriedade o "Black Beauty Ranch", no Texas. http://www.fundforanimals.org/ranch/

O Gato das fotos maiores, foi encontrado por mim no dia 15/10/06 (dia da morte de Cleveland). Em sua homenagem, dei a ele o nome "Polar Bear".
Muito dócil, aproximadamente 2 anos de idade, tudo indica que foi abandonado por seu antigo dono.
Qualquer semelhança é mera coincidência.

29 de set de 2006

McDonalds é processado por vender frango cancerígeno




Um grupo de médicos americanos anunciou na noite de quinta-feira que entrou com uma ação contra as redes de fast food McDonalds e Burger King depois da descoberta de substâncias cancerígenas no frango grelhado vendido em suas lanchonetes na Califórnia.A Comissão de Militantes por uma Medicina Responsável (PCRM) entrou com uma ação no tribunal de Los Angeles contra sete redes de fast food para obrigá-las a informar os consumidores sobre os riscos de câncer contidos no frango grelhado."Cada uma das sete amostras de frango grelhado, recolhidas em lanchonetes diferentes, recebeu positivo para um composto cancerígeno perigoso chamado PhIP", indicou a Comissão num comunicado.O PhIP é uma amina heterocíclica que pode ser desprendida quando as carnes são grelhadas. "O frango grelhado pode provocar câncer, e os consumidores precisam saber que este produto considerado saudável é, na verdade, tão ruim quanto o frango grelhado saturado de gordura", assegurou o presidente da PCRM, Neal Barnard.Os médicos apresentaram a ação com base na lei californiana que obriga os restaurantes a advertirem os consumidores. Eles também atacaram as redes Chick-fil-A, Chil`s, Applebee`s, Outback Steakhouse e TGI Friday`s.O grupo McDonalds foi alvo neste ano de uma série de ações que alegavam que as batatas fritas continham glúten ou produtos lácteos. Pessoas alérgicas a esses produtos teriam tido problemas após consumir batata frita do MacDonald.Em janeiro de 2005, a Justiça autorizou os consumidores a processarem o grupo por este ter provocado sua obesidade.

26 de set de 2006

COEXISTIR: EXISTIR SIMULTANEAMENTE (O HOMEM AINDA NÃO APRENDEU)


















IMPRIMA ESTE FOLHETO
DISTRIBUA EM TODOS OS LUGARES QUE COMERCIALIZAM PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL
ESTAMPE NA CAMISETA
AJUDE A DIVULGAR
O HOMEM PRECISA APRENDER A COEXISTIR COM AS OUTRAS ESPÉCIES

22 de set de 2006

FIM DOS MATADOUROS DE CAVALOS NOS ESTADOS UNIDOS















Por Rafael Corrêa*
e-mail: rcorrea@oeco.com.br
Por 263 votos contra 146, a House of Representatives do Congresso dos Estados Unidos decidiu banir de vez do país os matadouros de cavalos. A decisão atendeu aos anseios de celebridades e de entidades como a National Thoroughbred Racing Association, que reúne apaixonados por puros-sangues de corrida, que protestavam mostrando fotos de cavalos ensangüentados e machucados a caminho dos matadouros. Do outro lado da disputa, a Administração Bush e os veterinários, que acreditam ser este o melhor fim para cavalos velhos ou doentes, que tenham se tornado um fardo para seus donos e que se não fossem sacrificados acabariam sendo abandonados para morrer de fome.
Aqueles que apóiam a decisão alegam que a prática é uma das mais desumanas e brutais dos Estados Unidos nos dias de hoje. Essa é a opinião do representative republicano John Sweeney. Ele afirma que para os americanos a morte de cavalos é muito mais brutal dos que a morte do gado ou de galinhas, já que os americanos consideram os cavalos seus companheiros “e até atletas, como os puros-sangues” e não como comida.
Seu colega de casa, o democrata John Spratt concorda: “Eles [os cavalos] são tão próximos dos seres humanos quanto um animal pode ser”. Da mesma opinião é o republicano Christopher Shays, que diz que “a forma como uma sociedade trata os seus animais, particularmente os cavalos, traduz os mais profundos valores e morais dos seus cidadãos”, criticando, provavelmente sem saber, os valores morais de boa parte da Europa e da Ásia.
Isso me lembra um episódio ocorrido quando eu tinha cerca de 7 anos, em uma viagem que fiz à Europa com os meus pais. Nós havíamos feito uma caminhada e passaríamos a noite em um refúgio de montanha no norte da Itália, não me lembro exatamente aonde. Naquela noite, o sujeito que cuidava do refúgio serviu para o nosso grupo, como aperitivo, um salame. Na mesa, um dos que nos acompanhava, dizendo-se entendedor dos salames italianos, apressou-se, tal qual um sommelier, a identificar a origem daquele salame com base em seu cheiro e seu sabor. Todos devidamente “impressionados”, o entendedor quis confirmar seu palpite com o curador do refúgio. Recebeu como resposta “Não, não. Isso aí é o meu cavalo, que morreu na semana passada”.
Só em 2005, de acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA, cerca de 88 mil eqüinos foram mortos em abatedouros e exportados para a Europa, Ásia e usados para alimentar animais nos zoológicos norte-americanos. E os que querem que esse quadro continue têm bons argumentos para isso.
Em primeiro lugar, é preciso que se diga que, embora o matadouro não seja um final desejável a ninguém, a lei dos EUA que regula o sacrifício de animais determina que todos devem ser dopados antes do abate, para que não sintam nenhuma espécie de dor. E isso, ao que tudo indica, é bastante controlado. Proibindo-se o abate dos animais nos EUA, as empresas que hoje realizam o serviço provavelmente se mudarão para o México ou para o Canadá onde terão, digamos, mais “liberdade de métodos”. Não é à toa, portanto, que o maior grupo de veterinários do país apóia o sacrifício como uma forma menos cruel de matar os animais doentes ou já imprestáveis para qualquer forma de trabalho.
Biologicamente falando, cavalos e vacas em muito se assemelham, especialmente quando se fala em sensibilidade à dor física e psicológica. Mas, mais habituado a montar do que a ordenhar, o povo se esquece de que o leite das vacas teve tanta ou mais importância na história da humanidade quanto a força dos cavalos. Mesmo assim, grande parte das culturas que consideram o abate de cavalos como algo reprovável ainda castra touros à base de macetes e aplaude de pé os heróis das touradas, muito mais cruéis do que o sacrifício — pelo menos em tese, indolor — agora em vias de extinção.
O banimento, como se vê, foi um ato muito humano. Especialmente no sentido que se apoiou em argumentos que nada têm a ver com o bem-estar dos cavalos em si, mas apenas com a cultura norte-americana, que não agüenta mais ver seus companheiros de caçada aos índios indo para o abatedouro. E, honestamente, duvido que o Senado, que ainda deverá se manifestar sobre a medida, terá uma opinião diferente.

21 de set de 2006

VIDA NÃO SE COMPRA E NEM SE VENDE


















O Mercado Central de BH tem chamado a atenção pela forma como são tratados os animais comercializados no local. O sofrimento e a angustia dos animais fazem parte da realidade do estabelecimento, que é muito conhecido pela população de Belo Horizonte. Gaiolas cheias, peixes em copos descartáveis, animais doentes, machucados e até mortos dividindo espaço, confinamento, pouca higiene...
O outdoor tenta chamar a atenção para essa realidade do local, afim de combater a situação e por fim a ala animal do Mercado Central, ao sofrimento que ela tem mantido e o desrepeito a vida animal no estabelecimento. A VIDA NÃO SE VENDE!
Voluntario do Coletivo Gato Negro - Núcleo Libertação Animal

Fotos da ala de animais do Mercado Central http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/06/355323.shtml

Protesto realizado contra a ala animal do Mercado Central http://www.midiaindependente.org/es/red/2006/06/355723.shtml

e-mail: gatonegro@riseup.net

acesse também:
http://projetoanimaisderua.ubbihp.com.br/

20 de set de 2006

SUPER SIZE ME - A DIETA DO PALHAÇO DIA 24/09 ÀS 22,30 NA BAND

















Sinopse O diretor Morgan Spurlock decide ser a cobaia de uma experiência: se alimentar apenas em restaurantes da rede McDonald's, realizando neles três refeições ao dia durante um mês. Durante a realização da experiência o diretor fala sobre a cultura do fast food nos Estados Unidos, além de mostrar em si mesmo os efeitos físicos e mentais que os alimentos deste tipo de restaurante provocam.
Curiosidades - O diretor Morgan Spurlock teve a idéia de rodar Super Size Me quando, pouco antes do jantar de Ação de Graças, viu na TV uma matéria jornalística sobre duas garotas adolescentes que estavam processando o McDonald's por torná-las obesas. - A 1ª exibição de Super Size Me ocorreu em janeiro de 2004, no Sundance Film Festival. Menos de 2 meses depois, a cadeia de lanchonetes McDonald's anunciou que nenhum dos produtos por ela oferecidos teria mais o nome "Super Size". A empresa declarou que a mudança não ocorreu devido a repercussão do filme. - Na Austrália o filme teve a melhor abertura de todos os tempos no país para um documentário, arrecadando cerca de US$ 800 mill em suas duas primeiras semanas de exibição. - O orçamento de Super Size Me foi de US$ 300 mil. fonte: http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/

MC DIA INFELIZ - VOMITE MUITO TUDO ISSO!




















Fonte: Jornal Folha de São Paulo - 25 de agosto de 2006
BARBARA GANCIA
Não seria mais coerente apoiar um movimento para esclarecer a juventude sobre os riscos da obesidade?
ALÔ, RONALD MCDONALD, o palhacinho preferido das crianças obesas! Quer dizer que amanhã tem McDia Feliz na rede de lanchonetes McDonald's?Para quem não sabe, o McDia Feliz é aquele sábado do ano em que toda a renda obtida com a venda do sanduíche Big Mac é doada ao Graac (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer). A campanha, de âmbito nacional, é divulgada nas escolas e conta com o trabalho dedicado de dezenas de milhares de voluntários, entre os quais constam instituições financeiras, como o Banco Real, que neste ano adquiriu 7.000 vales-Big Mac para distribuir entre seus funcionários, e grandes empresas, como a Philco, que desenvolveu uma campanha com os seus vendedores para dar vales-Big Mac de acordo com a performance de cada um. Não é comovente ver o país inteiro se juntar em mutirão por uma boa causa? Bem, como não me incomodo em fazer o papel de estraga prazeres, respondo ao meu próprio questionamento com um sonoro NÃO. Antes que você diga que sou do contra ou que estou pouco me lixando para as crianças e os adolescentes com câncer, gostaria de lembrá-lo, meu nobre leitor, de que a comida do McDonald's faz mal à saúde. Comprovadamente. O documentário indicado ao Oscar, "Super Size Me - A Dieta do Palhaço", de Morgan Spurlock, está aí que não deixa mentir. Depois que o filme foi lançado nos EUA, o McDonald's se viu obrigado a tirar as gigantescas porções "super size" do cardápio. Os funcionários do banco Real e da Philco podem fazer com seus estômagos o que bem entenderem, mas, se tenho escolhas melhores, por que eu deveria comer algo que é nocivo à saúde para ajudar crianças e adolescentes com câncer? Aliás, porque será que o McDonald's escolheu justamente as crianças, indefesas, como o objeto de sua campanha? Não seria mais coerente apoiar um movimento para esclarecer a juventude sobre os graves riscos da obesidade? Parece mesmo que algumas pessoas só usam a cabeça para apoiar o chapéu. Não está na cara que a qualidade da alimentação influi, e muito, na saúde e na longevidade? Pois o McDonald's fazer campanha para ajudar crianças com câncer não é mais ou menos a mesma coisa que uma Philip Morris ou uma Souza Cruz da vida promoverem campanhas para levantar fundos em prol das vítimas de câncer no esôfago e no pulmão? Não é o equivalente aos fabricantes de bebidas alcoólicas financiarem campanhas para ajudar as vítimas de acidentes de trânsito? Apoiar qualquer ação do McDonald's significa incentivar o consumo diário de carne, hábito que está devastando o planeta, a começar pela Amazônia. É de admirar que empresas de porte não vejam nada de errado em ligar o seu nome ao de uma campanha canhestra como a do McDia Feliz. Se desejam doar dinheiro para ajudar a quem precisa, por que não o fazem diretamente, depositando o tutu na conta corrente do Gracc, da Santa Casa ou de outra entidade de escolha? Será que ninguém no banco Real ou na Philco se deu conta de que parte do dinheiro doado ao McDia Feliz vai parar, na forma de impostos, nos cofres do governo?
barbara@uol.com.br

15 de set de 2006

PELO FIM DO ESPECISMO

















IMPRIMA ESTA IMAGEM
COLOQUE-A EM TODOS OS LUGARES QUE COMERCIALIZAM PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL (AÇOUGUES, SUPERMERCADOS, ETC)
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13 de set de 2006

FUR OUT !!!










Fashion designers join International Anti-Fur Coalition to declare: "FUR OUT" !
Wednesday, September 13, 2006

The International Anti-Fur Coalition encourages fashion designers to take a stand against animal cruelty with a series of simultaneous press conferences. Top designers from various countries will be sending a message of compassion and humanity. The world of fashion is less and less interested in the horrendous slaughter that have been and still are perpetrated in its name. Our point is that the Fashion World should be the one to declare a "War on fur".A song is launched on this occasion to expose the pain, suffering and killings in the name of the fashion fur industry. It will give voices to the millions of helpless innocent animals living in torture, only to end up being skinned alive for fashion !
To listen to the song, please click below:
http://www.antifurcoalition.org/

"Skinned alive"