Quinta-feira, Junho 18, 2009

BOYCOTT VANCOUVER 2010


Vancouver Olympic Shame: Learn more.

Terça-feira, Abril 28, 2009

O SER HUMANO AINDA NÃO CAIU NA REAL


A criação intensiva de animais é a grande responsável pelo surgimento de novas epidemias.

Sexta-feira, Abril 24, 2009

O Mito das experiências em animais


























por Bernhard Rambeck

Grande parte de nossa sociedade acredita na necessidade incondicional das experiências em animais. Essa crença baseia-se em mitos, não em fatos e esses mitos precisam ser divulgados para evitar a implosão de um sistema pseudo-científico.
Sem esses mitos, seria evidente que as experiências em animais não ajudam a humanidade, mas causam prejuízos imensos ao animal e ao homem.
Em nosso próprio interesse precisamos analisar os mitos em que se baseia o sistema de pesquisas com animais, pois não se trata apenas de aceitar um mal necessário. O sistema de experiências em animais pertence --- assim como a tecnologia genética ou o uso da energia atômica --- a um sistema de pesquisas e exploração que despreza a vida.
Com ele cavamos uma sepultura para a ecosfera e para nós mesmos. A morte das florestas, o buraco de ozônio, o efeito estufa, as alterações climáticas, os mares contaminados, a matança de focas, AIDS - tudo isso são sinais visíveis, mas afastamos o conhecimento das causas e somos incapazes de agir. Para sobreviver precisamos compreender como tudo está interligado e perceber que a utilização de milhões de animais sensíveis como objeto de exames e instrumentos descartáveis de medição nunca conduzirão à nossa cura, mas apenas à nossa autodestruição crescente. Vamos examinar a rede de mitos que cerca as experiências em animais.
1º Mito – O conhecimento médico está baseado em experiências com animais
Sempre nos fazem crer que a verdadeira arte médica só começou há cerca de 100 anos, com a quimioterapia. Isso é falso: em todas as épocas houve médicos excelentes que realmente conseguiam ajudar; em todas as épocas houve academias famosas realmente ensinando a arte da cura.
As bases do conhecimento médico clássico não eram pesquisas em animais, embora estas já existissem, em pequenas proporções, há milênios. Essencial era a observação de homens e animais doentes e sadios. Também a maior parte do nosso conhecimento médico moderno não se baseia em experiências com animais ou, então, foi apenas confirmado posteriormente por essas experiências. Muitas substâncias eficazes à base vegetal e também medicamentos como o ácido acetilsalisílico (contra febre) ou fenobarbital (para epilepsia) foram descobertos sem experiências em animais.
A maioria das técnicas cirúrgicas habituais não foram desenvolvidas em animais.
2º Mito: Foram as experiências em animais que possibilitaram o combate às doenças e, desta forma, permitiram aumentar a vida média.
Esse mito padrão daqueles que apóiam as experiências com animais é falso! O aumento da expectativa de vida deve-se, principalmente, ao declínio das doenças infecciosas e à conseqüente diminuição da mortalidade infantil. As causas desse declínio foram melhores condições de saneamento, uma tomada de consciência em questões de higiene e uma melhor alimentação - não foi a introdução constante de novos medicamentos e vacinas. Da mesma maneira, os elevados coeficientes de mortalidade infantil no Terceiro Mundo podem ser atribuídos a problemas sociais, à pobreza, à desnutrição, etc... - não à falta de medicamentos ou vacinas.
3º Mito: A pesquisa médica só é possível com experiências em animais
Há algumas décadas, o conceito de métodos alternativos não existia. Ainda recentemente nos explicavam que o teste DL-50% (para determinar a dose letal) e outras atrocidades eram indispensáveis. Os cientistas declaravam unânimes que só o animal ileso poderia demonstrar o efeito dos medicamentos. Atualmente as declarações são mais cuidadosas. A indústria está explicando, constantemente, quantos animais já substituíram, quanto já diminuiu o consumo de animais e como é perfeitamente possível renunciar ao DL-50%. Em muitas áreas estão utilizando métodos alternativos, processos in-vitro com culturas celulares, microrganismo, etc, cujos resultados superam de longe as provas fornecidas pelas experiências em animais.
Esse desenvolvimento mostra como - através da pressão da opinião pública - é possível conseguir que não se façam experiências com animais.
Percebemos também, que muito daquilo que era considerado parte incontestável da medicina moderna, pode ser, tranqüilamente, substituído em poucos anos.
4º Mito: Experiências em animais são necessárias porque as doenças mais importantes ainda não têm cura.
Apesar das excessivas experiências em animais, as doenças mais importantes não foram modificadas, não se tornaram mais curáveis. Esse fato mostra exatamente o pouco que as experiências em animais podem contribuir para a erradicação das doenças humanas. A conseqüência lógica não pode ser a ampliação da pesquisa em animais e sim, esforços redobrados visando o controle, a profilaxia e a pesquisa das causas das doenças. Não há mais dúvidas de que nós mesmos causamos a maioria das doenças, através de alimentação errada, dependência de substâncias tóxicas, stress, etc.
Estudos amplos com vegetarianos comprovaram há tempo que uma alimentação mais saudável reduz o risco de câncer, diminui a probabilidade de doenças cardiovasculares e aumenta a expectativa de vida.
5º Mito: Experiências em animais são necessárias para afastar a ameaça de novas doenças.
Uma típica nova doença ameaçadora é a AIDS.
A pesquisa da AIDS é um ótimo exemplo de pesquisa moderna que pode acumular consideráveis conhecimentos em pouco tempo, e sem usar experiências em animais. Os progressos na pesquisa da AIDS não se baseiam em experiências em animais, mas na epidemiologia, na observação clínica dos doentes e nos estudos in-vitro com culturas celulares.
6º Mito: Os riscos de novos medicamentos e vacinas só podem ser determinados por meio de experiências em animais.
Medicamentos importantes foram descobertos antes da era das experiências em animais, que ainda hoje estão em uso. Fica cada vez mais claro que a transferência de resultados toxicológicos do animal para o homem não tem sentido. Existem cada vez mais métodos expressivos que dispensam as experiências em animais. Testes toxicológicos como o DL-50% ou o estudo de irritação dos olhos do coelho (Teste Draize) são - também segundo diversos cientistas - rituais de extrema crueldade que nada têm a ver com ciência. Ainda mais difíceis de serem transferidos para o homem são os resultados de pesquisas nas quais fazem penetrar em diversos animais, por ingestão ou injeção, grande quantidade de substâncias experimentais durante um tempo prolongado. Não convém esquecer que o risco final é sempre do homem; mas, na medida em que experiências em animais aparentam segurança, o homem é levado ao uso descuidado de novas substâncias. Isso aumenta o risco ainda mais.
7º Mito: Experiências em animais não prejudicam a humanidade.
Experiências em animais atribuem segurança aparente a medicamentos e a novas substâncias, embora de forma alguma seja possível avaliar essa segurança. A tragédia com a Taliodomida é conhecida. Aproximadamente um terço de todos os doentes com problemas renais que fazem diálise (ou esperam pela doação de um rim) destruíram sua função renal tomando analgésicos considerados seguros após experiências em animais. Todos os medicamentos retirados do mercado por exigência dos órgãos de saúde foram testados em experiências com animais. Um outro exemplo: o perigoso “buraco de ozônio” sobre a Antártida é causado pelos CFC (clorofluorcarbonetos), que foram considerados seguros após experiências químicas e, também, com animais. A noção errônea de segurança levou à produção e à disseminação desenfreada dessas substâncias, que agora ameaçam a biosfera do nosso planeta.
Experiências em animais, na realidade, tornam as atuais doenças da civilização ainda mais estáveis. A esperança por um medicamento descoberto por meio das pesquisas com animais destrói a motivação para tomar uma iniciativa própria e para mudar significativamente o estilo de vida. Enquanto nos agarramos à esperança de um novo remédio contra o câncer, as doenças cardio-vasculares, etc, nós mesmos - e todo o sistema de saúde - não estamos suficientemente motivados para abolir as causas dessas enfermidades, ou seja o fumo, as bebidas alcoólicas, a alimentação errada, o stress, etc.
Experiências em animais destroem a consciência em relação às espécies, à interdependência e aos ciclos na natureza. Quem é capaz de julgar as conseqüências que os animais manipulados pela biotecnologia trarão para a natureza ? Quem é capaz de avaliar a conseqüência de uma fuga de ratos patenteados com câncer, ratos com AIDS, etc?
Durante milhões de anos de evolução, a natureza deu prioridade à saúde e à capacidade de adaptação dos animais. Nós, homens, produzimos animais com doenças congênitas, aperfeiçoados para fins científicos e comerciais.
Ao sistema de pesquisa científica baseado em experiências com animais cabe grande parte da responsabilidade pela crise profunda em que se encontra, sob todos os pontos de vista, a medicina moderna. A medicina atual é cara demais; em muitas áreas é francamente perigosa e - para as doenças realmente importantes da época - é ineficaz. Esses três aspectos estão intimamente relacionados e têm como ponto de partida a visão do homem (uma espécie de biomáquina) desenvolvida a partir de experiências em animais.
Um dos piores danos causados pelas experiências em animais consiste no embrutecimento da cultura médica. Sem levar em conta que a experiência com o homem, o princípio das experiências com animais está afastando a medicina cada vez mais da arte de cura e empurrando-a para uma medicina que conserta e coloca peças. Não precisamos retratar as doenças como algo positivo, mas enquanto encaramos a doença apenas como defeito a ser tecnicamente consertado, perdemos a possibilidade de questionar o sofrimento humano.
Perdemos toda possibilidade de aceitar a doença como algo que tem um sentido, algo pelo qual precisamos passar.
8º Mito: O animal não sofre durante a experiência.
O sofrimento do animal usado nos experimentos já começou bem antes da experiência, quando é confinado, criado e transportado em condições totalmente estranhas à espécie. Não existem experiências toxicológicas inofensivas para o animal! Gostaria de saber como experiências toxicológicas - durante as quais os animais são envenenados de forma mais ou menos rápida - podem decorrer sem tortura e dor. Não existe experiência nas áreas de toxicologia, cirurgia, radioterapia, etc, sem sofrimento terrível para o animal atingido! Ainda hoje a experiência representa para o animal um sofrimento terrível, que normalmente só termina com a morte.
9º Mito: Somente os especialistas sabem avaliar a necessidade, a validade e a importância das experiências em animais.
O mito de que leigos, por falta de conhecimento especializado, não podem opinar sobre experiências em animais proporcionou, durante dezenas de anos, um campo livre para os vivisseccionistas. Eles têm enorme interesse em trabalhar sem serem observados e incomodados por um público crítico. As experiências em animais, assim como a criação de animais confinados, ou a criação de animais para comércio de peles são praticadas com um número infinito de torturas porque os políticos, os legisladores, os teólogos, os filósofos e, principalmente, o homem comum não têm noção do que acontece ou, então, têm uma idéia totalmente errada do sofrimento e da miséria desses animais.
Nos últimos anos, porém, os muros do silêncio vêm sendo progressivamente derrubados pela imprensa, pelo rádio e pela televisão. Além disso, os últimos anos trouxeram mudanças importantes: os leigos são apoiados por especialistas e por associações médicas e leigas, nacionais e internacionais, que rejeitam as experiências em animais.
Deixar que os próprios pesquisadores julguem a necessidade e a importância das experiências em animais é semelhante a um parecer sobre alimentação vegetariana feito por uma associação de açougueiros ou a um relatório sobre o significado da energia nuclear elaborado pelos fornecedores de usinas nucleares. Não serão justamente aqueles que estão engajados no sistema de experiências em animais que irão questionar a vivissecção!
De forma alguma é necessário ser um especialista para derrubar este nono mito: apesar de milhões de animais torturados e mortos, a vivissecção não conseguiu obter um resultado frente às epidemias do nosso tempo.
10º Mito: Não é possível abolir as experiências com animais.
Esse mito, sempre apresentado pelos defensores da vivissecção, é um dos pilares que sustentam o sistema das experiências em animais. A afirmação de que as experiências em animais possam, quando muito ser reduzidas a um “mínimo indispensável”, mas jamais completamente abolidas, nos paralisa. Leva a discussões intermináveis, despidas de sentido, sobre a extensão e o tipo de experiências que podem ser substituídas ou descartadas. Esse é um dos motivos pelos quais o movimento dos opositores está tão dividido. Na questão da abolição das experiências, deveríamos verificar como outros erros históricos foram vencidos.
Hoje está claro que a caça às bruxas, a exploração sem clemência dos escravos, a separação desumana de raças constituem crimes que não podem ser eliminados pela redução do número de vítimas, ou por etapas. Só podem ser eliminados por mudanças fundamentais, associadas à uma tomada de consciência. Assim, também a vivissecção precisa ser eliminada em sua totalidade, como um caminho prejudicial inaceitável.
As chances de alcançarmos esse objetivo (a abolição das experiências em animais) são hoje maiores do que nunca. O movimento contra vivissecção é visto cada vez mais como parte do movimento ecológico, que se preocupa com os danos gigantescos que o homem comete em sua prepotência. Adversários das experiências em animais estão se aliando a grupos que enfrentam a engenharia genética, criação de animais confinados, a criação de animais para comerciar pele, a morte das florestas ou os perigos da energia nuclear. Todos eles procuram impedir a exploração desenfreada da natureza e concebem o nosso ecossistema como algo muito delicado, uma rede interligada de múltiplas formas.
É muito importante que a motivação para combater as experiências em animais se transforme cada vez mais. Enquanto, antigamente, o animal e o horrendo tratamento estavam no centro da discussão, hoje aumenta a consciência de que o próprio homem é o maior prejudicado com a exploração egoísta do animal. O confinamento dos animais de corte significa, em primeiro lugar, uma terrível tortura para eles, mas logo levou a um aumento considerável das doenças provocadas pela alimentação. As possibilidades da engenharia genética mostram, em primeiro lugar, um inacreditável sangue-frio em relação aos animais manipulados, mas em seguida tornou-se uma ameaça complexa ao equilíbrio ecológico e, através disso, à própria existência do homem.Assim, hoje entendemos cada vez melhor que a experiência em animais, além de representar um enorme sofrimento para a vítima, contribui - devido a todas as conseqüências -para a autodestruição do homem.
Se o homem não consegue adquirir um novo nível de consciência da interdependência e das interligações dentro da natureza para desistir voluntariamente de surpresas desagradáveis como a vivissecção, a engenharia genética, a energia atômica...a natureza vai se encarregar de eliminar o homem definitiva e irreversivelmente junto com suas experiências em animais ! Ainda existe escolha. Ainda existe a possibilidade de pôr um fim à exploração desenfreada do planeta com todos seus seres , de abolir a vivissecção em seu próprio interesse!
Conclusão:
A experiência em animais não representa apenas um método cruel, e por isso mesmo antiético, mas é também destituído de validade científica. No interesse do homem e do animal, precisa ser abolida o mais rápido possível e substituída por métodos racionais e humanos!
Fonte:
Resumo de trabalho apresentado em Simpósio realizado em Genebra pela Liga Internacional de Médicos pela Abolição das Experiências em Animais, por Bernhard Rambeck, diretor do Departamento Bioquímico da Sociedade de pesquisa em Epilepsia, Bielefeld, Alemanha. É autor de inúmeros trabalhos científicos no campo da bioquímica e da farmacologia clínica. Em sua opinião, a maneira mecanicista de pensar das atuais biociências impede qualquer real desenvolvimento da Medicina e da Biologia. Desde 1985, Rambeck dedica-se sobretudo ao estudo das experiências em animais que estão prejudicando o homem e trazendo sofrimento infinito aos animais.

Quarta-feira, Março 11, 2009

DEVOLVA A MINHA PELE




















Sábado, Março 07, 2009

A CRIAÇÃO INTENSIVA DE AVES PARA PRODUÇÃO DE OVOS


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Somente nos Estados Unidos, estima-se que 95% dos ovos produzidos são de galinhas poedeiras confinadas em gaiolas nas chamadas granjas de criação intensiva.

Em dezembro de 2008, 300 milhões de aves estavam confinadas em gaiolas. Quase uma para cada cidadão americano.

Cada gaiola comporta em média até 6 aves podendo esse número chegar a 10!

Como qualquer animal, as aves necessitam executar comportamentos naturais tais como explorar o terreno, coçar, tomar sol, alongamento, etc. Nas gaiolas, todos os comportamentos naturais são negados, causando grande frustração às aves.

As galinhas sofrem graves problemas de saúde, tais como doenças respiratórias, devido à exposição permanente aos vapores de amônia produzidos pelas fezes. Também são vítimas de osteoporose, fraturas ósseas, feridas e lesões pelo corpo, provocados pelo contato com o arame das gaiolas.

Para evitar que se auto mutilem, seus bicos são cortados com lâminas quentes pelo processo chamado debicagem.

As galinhas são confinadas cerca de 1 ano e meio até que sua capacidade de pôr ovos se esgote. Quando isso acontece, seu destino é a morte.

Ovos não fazem parte de uma dieta necessária e nutritiva. Para cada ovo consumido, você contribue para a manutenção desse comércio de horror.

Pense nisso.

Quinta-feira, Março 05, 2009

HBO EXIBE NA TV AMERICANA O DOCUMENTÁRIO "DEATH ON A FACTORY FARM"


MORTE EM UMA FAZENDA-FÁBRICA
O canal de televisão HBO vai mostrar no dia 16 de março, às 22h, o documentário Death on a Factory Farm (literalmente, Morte em uma Fazenda Fábrica), produzido pela Working Dog Productions.
O filme foi rodado ao longo de três anos por um investigador chamado Pete, que infiltrou uma fazenda de suínos em Iowa que havia sido levada à justiça sob acusações de crueldade contra animais. Com sua câmera escondida ele documentou cenas perturbadoras, entre as quais de porquinhos sendo jogados dentro de caixas a vários metros de distância, um filhote doente sendo jogado contra a parede como forma de eutanásia e porcas doentes sendo enforcadas de uma empilhadeira até morrerem sufocadas.
Com base na evidência reunida por Pete, os advogados de acusação entraram com um processo contra os donos da fazenda e um empregado. O documentário mostra cenas no tribunal onde defesa e acusação se atacam tensamente acerca da legalidade e moralidade das ações raramente vistas pelo público. O juiz do caso as julgou como ofensivas e de mau gosto, mas o fazendeiro Ken Wiles e outros membros da unida comunidade de fazendeiros de Ohio se defendem dizendo que se trata da realidade cotidiana da produção de animais para consumo.


fonte: ANDA - Agência de Notícias de Direitos Animais

Sexta-feira, Fevereiro 13, 2009

13 de fevereiro - Protesto contra a indústria de peles da China


Assim como nos anos anteriores, no dia 13 de fevereiro, a China foi alvo de mais um protesto mundial coordenado pela International Anti-Fur Coalition.

A ação ocorreu simultaneamente em mais de 15 países. Em São Paulo , ativistas do Grupo Holocausto Animal e simpatizantes da causa, estiveram reunidos em frente ao consulado da China pelo quarto ano consecutivo.

Mesmo debaixo de chuva, cerca de 50 manifestantes permaneceram por mais de duas horas em frente ao consulado da China, no bairro dos Jardins, em São Paulo portando faixas e cartazes e distribuindo panfletos com fotos e textos sobre as atrocidades cometidas pela indústria chinesa de peles.

Ao longo da manifestação, os ativistas promoveram um apitaço e entoaram palavras de ordem contra a crueldade cometida com os animais daquele país. A manifestação despertou a atenção de alguns veículos de imprensa.

O protesto deste ano contou com a participação de duas ativistas que vieram de Santa Catarina e também de uma ativista da Alemanha.

Não posso deixar de citar a garra das duas ativistas que permaneceram nas gaiolas com pouca roupa, sentindo os efeitos da baixa temperatura e da chuva.

Em nome do grupo, agradeço a todos os voluntários e participantes que protagonizaram mais este ato em prol da defesa dos direitos animais.

Fábio Paiva
coordenador geral

fotos do protesto
http://pets.webshots.com/slideshow/570078976QtgdAB

Terça-feira, Fevereiro 03, 2009

4o. Protesto Mundial Antipeles da China


Responsável por 51% da produção mundial de peles, a China é o maior produtor e exportador de peles de animais que continuam vítimas das mais extremistas formas de crueldade. Dezenas de vídeos investigativos comprovam os métodos chocantes de criação, transporte, confinamento e matança dos animais. Entre as espécies utilizadas estão não somente as tradicionais fornecedoras de pele, como a raposa e o guaxinim (racoon), mas também cães e gatos que têm suas peles arrancadas e comercializadas de maneira fraudulenta – como pele de outros animais. Anualmente, mais de dois milhões de cães e gatos são mortos na China para retirada de suas peles. Levando em consideração as outras espécies, mais de 40 milhões de animais são mortos todos os anos para o uso de suas peles.
Apesar dos protestos mundiais, a China não demonstrou até agora nenhuma intenção de acabar com essa barbárie. Enquanto isso não acontecer, nós estaremos convocando pessoas de todas as nações, para que boicotem o turismo e os produtos chineses.
O Grupo Holocausto Animal, representante da International Anti-Fur Coalition no Brasil, convoca seus membros e estende o convite a todos que queiram participar deste ato.
Data: 13 de fevereiro
Local: Rua Estados Unidos, 1071 Jardim América
(em frente ao consulado chinês)
Horário: pontualmente às 10h
Material: o grupo fornecerá o material a ser utilizado (faixas, banners e folhetos)
Traje: Pedimos o comparecimento preferencialmente com roupas pretas.
*O grupo disponibilizará camisetas para a venda.

Quarta-feira, Janeiro 21, 2009

Pelo 4o. ano consecutivo no dia 13 de Fevereiro a China será alvo de protesto mundial coordenado pela International Anti-Fur Coalition







Segunda-feira, Dezembro 29, 2008

DESEJO PARA 2009